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40 
Figura 2.27 \u2013 Representação de uma inclusão sólida num cordão de solda ............. 41 
Figura 2.28 \u2013 Juntas soldadas apresentando falta de fusão ....................................... 41 
Figura 2.29 \u2013 Exemplos de juntas soldadas apresentando falta de penetração ......... 42 
 Figura 2.30 \u2013 Desalinhamento axial numa junta soldada de topo: (a)
desalinhamento construtivo; (b) desalinhamento acidental (desalinhamento
angular) ..................................................................................................................... 
 
42 
Figura 2.31 \u2013 Distribuição das tensões residuais numa junta soldada ...................... 44 
 Figura 2.32 \u2013 Taxa de crescimento da trinca de fadiga dos corpos-de-prova de
orientações T-L e T-S ............................................................................................... 47 
 Figura 2.33 \u2013 Taxa de crescimento da trinca em relação ao metal de base (PM) do
aço API 5L X\u201352 ...................................................................................................... 48 
 
 
Figura 2.34 \u2013 Relação entre a taxa de crescimento e o comprimento da trinca de
fadiga, propagando-se numa direção perpendicular ao cordão de solda, para um
\u2206K de 40 MPa.m1/2 .................................................................................................... 49 
 
 xii 
 
 Figura 2.35 \u2013 Relação entre a taxa de crescimento e o comprimento da trinca de
fadiga, propagando-se numa direção perpendicular ao cordão de solda, para um
\u2206K de 25 MPa.m1/2 ................................................................................................... 
50 
Figura 3.1 \u2013 Corpo-de-prova utilizado para os ensaios de tração ............................. 53 
Figura 3.2 \u2013 Equipamento utilizado para os ensaios de fadiga ................................. 55 
Figura 3.3 \u2013 Vista superior do local de marcação dos entalhes (fora de escala) ...... 55 
Figura 3.4 \u2013 Dimensões dos corpos-de-prova de dobramento em milímetros (fora
de escala) ...................................................................................................................
 
56 
Figura 3.5 \u2013 Intervalos de comprimento para medição da propagação da trinca...... 57 
Figura 4.1 \u2013 Região do metal de base com ampliações de (A) 100x, (B) 200x e
(C) 500x. (Microscopia ótica, ataque Nital 2%) ....................................................... 
 
59 
Figura 4.2 \u2013 Região de transição entre o metal de base e a ZTA com ampliações 
de (A) 100x, (B) 200x e (C) 500x. (Microscopia ótica, ataque Nital 2%) ................
 
59 
Figura 4.3 \u2013 Região da ZTA próxima ao metal de base com ampliações de (A)
100x, (B) 200x e (C) 500x. (Microscopia ótica, ataque Nital 2%) ........................... 
 
60 
Figura 4.4 \u2013 Região da ZTA próxima ao metal de solda com ampliações de (A)
100x, (B) 200x e (C) 500x. (Microscopia ótica, ataque Nital 2%) ........................... 
 
60 
Figura 4.5 \u2013 Região de transição entre o metal de solda e a ZTA com ampliações
de (A) 100x, (B) 200x e (C) 500x. (Microscopia ótica, ataque Nital 2%) ................
 
61 
Figura 4.6 \u2013 Região do metal de solda com ampliações de (A) 100x, (B) 200x e
(C) 500x. (Microscopia ótica, ataque Nital 2%) ....................................................... 
 
61 
Figura 4.7 \u2013 Análise fractográfica do metal de base para (A) região de propagação
da trinca com \u2206K pequeno, (B) região de propagação da trinca com \u2206K elevado e
(C) região de fratura monotônica. (MEV) ................................................................ 
 
 
62 
Figura 4.8 \u2013 Análise fractográfica do metal de solda para (A) região de
propagação da trinca com \u2206K pequeno, (B) região de propagação da trinca com
\u2206K elevado, (C) região de fratura monotônica e (D) para a região de sobrecarga.
(MEV) ....................................................................................................................... 
 
 
 
63 
Figura 4.9 \u2013 Deformações causadas pela aplicação das sobrecargas (flechas).
Microscopia ótica obtida em microscópio esterioscópico ........................................ 
 
64 
Figura 4.10 \u2013 Análise fractográfica da zona termicamente afetada para (A) região
de propagação da trinca com \u2206K pequeno, (B) região de propagação da trinca com
\u2206K elevado e (C) região de fratura monotônica. (MEV) .......................................... 
 
 
64 
 xiii 
 
Figura 4.11 \u2013 Perfil de dureza da junta soldada longitudinal do aço API 5L X-70 .. 65 
Figura 4.12 \u2013 Ensaios de tração dos corpos-de-prova retirados do metal de base .... 66 
Figura 4.13 \u2013 Ensaios de tração dos corpos-de-prova longitudinais ao cordão de
solda .......................................................................................................................... 
 
66 
Figura 4.14 \u2013 Ensaios de tração dos corpos-de-prova transversais ao cordão de
solda .......................................................................................................................... 
 
67 
Figura 4.15 \u2013 Curvas a vs. N das três regiões da junta soldada para R=0,1 e 0,5 ..... 68 
Figura 4.16 \u2013 Curvas da/dN vs. \u2206K do metal de base para R=0,1 e 0,5 ................... 70 
Figura 4.17 \u2013 Curvas da/dN vs. \u2206K do metal de solda para R=0,1 e 0,5 .................. 70 
Figura 4.18 \u2013 Curvas da/dN vs. \u2206K da zona termicamente afetada para R=0,1 e
0,5 ..............................................................................................................................
 
71 
Figura 4.19 \u2013 Curvas da/dN vs. \u2206K das três regiões da junta soldada para R=0,1 ... 71 
Figura 4.20 \u2013 Curvas da/dN vs. \u2206K das três regiões da junta soldada para R=0,5 ... 72 
Figura 4.21 \u2013 Curvas da/dN vs. \u2206K das três regiões da junta soldada para R=0,1 e
0,5 ..............................................................................................................................
 
72 
Figura 4.22 \u2013 Curva a vs. N do metal de base para R=0,1 com aplicação de
sobrecargas ................................................................................................................
 
76 
Figura 4.23 \u2013 Curva a vs. N do metal de solda para R=0,1 com aplicação de
sobrecargas ................................................................................................................
 
76 
Figura 4.24 \u2013 Curva a vs. N da zona termicamente afetada para R=0,1 com
aplicação de sobrecargas ........................................................................................... 
 
77 
Figura 4.25 \u2013 Curvas a vs. N das três regiões da junta soldada para R=0,1 com
aplicação de sobrecargas ........................................................................................... 
 
77 
Figura 4.26 \u2013 Curva a vs. N do metal de base para R=0,5 com aplicação de
sobrecargas ............................................................................................................... 
 
78 
Figura 4.27 \u2013 Curva a vs. N do metal de solda para R=0,5 com aplicação de
sobrecargas ................................................................................................................
 
78 
Figura 4.28 \u2013 Curva a vs. N da zona termicamente afetada para R=0,5 com
aplicação de sobrecargas ........................................................................................... 
 
79 
Figura 4.29 \u2013 Curvas a vs. N das três regiões da junta soldada para R=0,5 com
aplicação de sobrecargas ........................................................................................... 
 
79 
Figura 4.30 \u2013 Curvas a vs. N das três regiões da junta soldada para R=0,1 e 0,5
com aplicação de sobrecargas ................................................................................... 
 
80 
 xiv 
 
Figura 4.31 \u2013 Curvas da/dN vs. \u2206K do metal de base para R=0,1 com aplicação de
sobrecargas ................................................................................................................
 
82 
Figura 4.32