clin peq 23.02.1'1
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clin peq 23.02.1'1


DisciplinaClínica Médica de Mamíferos de Pequeno Porte14 materiais51 seguidores
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como: região ventral de pescoço, flanco, cauda, etc.
. mixedema (infiltrado de mucopolissacarídeos e acido hialuronico)
. infecções dermatologicas secundárias, ex. sarna demotex
. pelos secos
. hiperpigmentacao, a pele começa a ficar mais escura mesmo em áreas cobertas por pêlo.
. comedos: formação de comedos, que são as formações de cravos, isso é típico do hipotireoidismo e doença endócrina.
. a pele fica hiperqueratose, paquidermia, fica com a pele grossa.
. alopecia ... cauda de rato
O animal não vai apresentar todas 
Neuromusculares:
. polineuropatias
. doença vestibular periférica
. paralisia nervo facial
. convulsão
. megaesôfago.
Cardiovasculares
. contratilidade miocárdica reduzida (inotropico neg)
. bradicardia
. ECG (peq. QRS, inversão T, bradicardia sinusal)
Qualquer animal que use o fenobarbital vai ter níveis baixos de hormônios tireoidianos, mesmo não sendo hipotireoideu.
Reprodutivos
. anestro persistente
. infertilidade
. galactorréia (TRH x Prolactina): é o que agente detecta como queixa principal. Se eu tenho diminuição do horm tireoi, o TRH e o TSH vão estar aumentados. A prolactina aumenta pq o TRH estimula a produção de prolactina também.
. fertilidade e libido (machos)
Outros 
. KCS (oftálmico, com a ceratoconjuntivite seca), lipidose corneal.
. SCBI (super crescimento bacteriano intestinal)
Diagnostico
Importante
	Hipotireoidismo diagnostico clinico que se complementa com o diagnostico laboratorial.
	Nenhum teste 100% preciso
	Medicamentos (glicocorticóide, fenobarbital): vão interferir na produção do hormônio tireoidiano. 
	Doenças não tireoidianas. (também chamado nas literaturas como \u201ceutireoideu doente\u201d): é o animal que não tem a doença, ele tem outra doença que essa doença reduz a producao do hormonio tireoidiano, mas ele não tem deficiencia na produção 
Diagnostico
1º: sinais e sintomas clínicos: se estão presentes
2º: excluir medicamentos e doenças não tireoidianas
3º: testes bioquímicos e hematologicos: são feitos pra buscar mais dados que podem estar alterado que vão ... o diagnostico.
	Anemia NN (40%)
	Colesterol (80%): hipercolesteronemia
	Triglicerídeos (80%): aumentado 
	FA e GGT (30%) lipidose (como vc tem essa disfunção lipídica pode começar a fazer uma 
4º testes endócrinos
	T3 (não)
	TSH (reduzido 20% normais)
	T4T (normal x reduzido)
	T4L (diálise ou bifásico)
Dosar o hormonio tireoideano antes, aplicar o TSH e dosar o hormonio tireoideano, ele não teria aumento nenhum, porem esse teste não é disponível.
- o T3 não se dosa
- como eu espero que o TSH esteja num animal com hipo: aumentado
- T4T: normal, o paciente não tem hipo (99%). Agora se estiver baixo, não significa que ele tenha hipo. 
T4L: é o que vai trazer um pouco menos de erro quando está reduzido. 
OBS: metodologia RIE (radio imuno ensaio): tem que ser RIE!
O ideal é vc fazer TSH + T4T + T3L
Onde o TSH vai estar aumentado, o T4T baixo e o T4L baixo.
 
Tem que ser em laboratório veterinário, usando o kit veterinário, pois é espécie específica.
Trato todos os sinais clínicos antes de fazer qualquer teste endócrino.
Tratamento
- levotiroxina 0,2mg/kg BID
. JEJUM. Tem que ser dado em animal em jejum pois o 
. CONTINUO. 
. RESPOSTA. 
Só consegue ver uma resposta boa depois de 2 meses de tratamento
Para controle agente dosa T4T. vou dosar a quantidade que estou dando, então tenho que dar o remédio e de 4-6 horas depois coletar o sangue, e ele tem que estar dentro dos valores normais ou um pouquinho acima.
A resposta clinica do paciente já é suficiente.
O que volta a melhorar é o .... os sistemas que estão acometidos são os 
Efeitos colaterais
- tireotoxicose: quando vc dá uma dose muito acima, ou quando o animal não é hipotireoideu... vômito, diarréia e hiperexitabilidade.