História do Direito Brasileiro - Apostila (68).pdf
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como a inclusão em qualquer sistema de processamento de dados. A 
violação do direito autoral é crime punido com prisão e multa (art. 184 do Código Penal), sem prejuízo da busca e apreensão do
material e indenizações patrimoniais e morais cabíveis (arts. 101 a 110 da lei 9.610/98 - Lei dos Direitos Autorais).\u201d
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"Proibida a reprodução total ou parcial, por qualquer meio ou processo, assim como a inclusão em qualquer sistema de processamento de dados. A 
violação do direito autoral é crime punido com prisão e multa (art. 184 do Código Penal), sem prejuízo da busca e apreensão do
material e indenizações patrimoniais e morais cabíveis (arts. 101 a 110 da lei 9.610/98 - Lei dos Direitos Autorais).\u201d
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5º) Em 1997, com a Lei nº 9.528, a redação original do artigo 22 foi alterada para incluir a 
remuneração devida, além das pagas ou creditadas, enunciando que a contribuição também incide 
sobre as gorjetas, os ganhos habituais sob a forma de utilidades e os adiantamentos decorrentes de 
reajuste salarial, quer pelos serviços efetivamente prestados, quer pelo tempo à disposição do 
empregador ou tomador de serviços, nos termos da lei ou do contrato ou, ainda, de convenção ou 
acordo coletivo de trabalho ou sentença normativa;
6º) A Lei nº 9.876/99, com vigência a partir de 03/2000, majorou a alíquota, alterou a redação 
do inciso I, para incluir os avulsos, acrescentou os incisos III (contribuintes individuais) e IV (cooperados) 
do art. 22 da Lei nº 8.212/91 e revogou a Lei Complementar nº 84/96.
A determinação quantitativa da contribuição sobre a folha de salários e dos demais rendimentos 
do trabalho exige compreensão do critério material e corresponde à soma de toda obrigação assumida 
pela empresa em relação às pessoas que lhe prestem serviços de natureza empregatícia ou decorrente 
do trabalho.
Podemos citar três possíveis bases de cálculo :
1 A primeira, incidente sobre o total das remunerações pagas, devidas ou creditadas a qualquer 
título, durante o mês, a empregados e trabalhadores avulsos;
2 A segunda, incidente sobre o total das remunerações pagas ou creditadas aos segurados 
contribuintes individuais;
3 a terceira, incidente sobre a prestação de serviços das cooperativas de trabalho, a cargo do 
tomador.
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Evidente, pois, que para haver incidência da contribuição é necessário que o empregador, a 
empresa ou entidade a ela equiparada remunere pessoa física, mesmo sem vínculo empregatício, 
conforme redação introduzida pela EC 20/98.
 A prestação do serviço deve ser onerosa.
A Base de cálculo da contribuição do empregado, do contribuinte individual e do avulso está 
limitada ao valor teto da previdência social. DIVERSAMENTE do que ocorre aqui. 
Assim, não há limite teto para incidência da contribuição do empregador. Daí podermos afirmar 
estarmos tratando de verdadeiro imposto. A contribuição incidirá sobre a soma total, sem limite máximo.
Estão sujeitas e devem ser informados na GFIP, pelo empregador, o valor do total das 
remunerações pagas ou creditadas a qualquer título, no decorrer do mês, aos segurados contribuintes 
individuais que lhe prestem serviços;
A contribuição do empregador incidirá também sobre valor bruto da nota fiscal ou fatura de 
prestação de serviços, relativamente a serviços que lhe são prestados por cooperados por intermédio de 
cooperativas de trabalho. 
Tal preceito foi acrescentado no artigo 22, inciso IV pela Lei nº 9.876/99, com vigência a partir 
de 03/00.
 Até 02/00 vigorou a LC nº 84/96. 
 Havia discussão sobre a constitucionalidade da Lei 9.876/99 que criou o tributo, revogando Lei 
Complementar!! Evidente, que tal distorção só se manteve em razão da modificação do artigo 195 pela 
EC 20/98 que passou a prever, constitucionalmente a contribuição. 
 
Para as empresas de pequeno porte e as microempresas, a Lei nº 9.317/96 criou sistema 
simplificado de recolhimento de contribuições do INSS e da Receita Federal.
"Proibida a reprodução total ou parcial, por qualquer meio ou processo, assim como a inclusão em qualquer sistema de processamento de dados. A 
violação do direito autoral é crime punido com prisão e multa (art. 184 do Código Penal), sem prejuízo da busca e apreensão do
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Na falta de prova regular e formalizada, o montante dos salários pagos pela execução de obra 
de construção civil pode ser obtido mediante cálculo da mão-de-obra empregada, proporcional à área 
construída e ao padrão de execução da obra, cabendo ao proprietário, dono da obra, o ônus da prova 
em contrário. A lei, aqui, estabelece a inversão do ônus da prova.
 
Ainda quanto à Base de Cálculo:
Conforme § 2º do artigo 22, em sua redação original, não integram a remuneração e, portanto, 
não seriam computadas para incidência da contribuição do empregador, as parcelas elencadas no 
artigo 28, § 9º da Lei 8.212/91.
A Lei 10.243, de 19.06.2001, por sua vez, também traz rol de verbas que não são consideradas 
salário - "corujinha entra com a placa com o nº da Lei 10.243/01", tais como vestuários, equipamentos 
e outros acessórios fornecidos aos empregados e utilizados no local de trabalho, para a prestação do 
serviço. (podem aparecer na tela peças de roupas, botas, óculos de proteção, computador, etc)
O mesmo artigo 28, mencionado inicialmente, exclui do conceito de salário de contribuição e, 
em conseqüência, dos valores devidos ao FGTS e à Previdência Social, benefícios ou utilidades, desde 
que extensivos a todos os empregados.
 As hipóteses elencadas no § 9º do artigo 28 da Lei 8.212/91, e se repetem na Lei 
10.243/2001.
 A Lei 10.243/01, ao contrário da Lei previdenciária não exige que a utilidade seja colocada à 
disposição de todos os empregados, limitando-se a dizer que não é salário o(s):
Wilson Lima
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Muito bom!
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Wilson Lima
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Boa tarde,
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