Intr. à Economia 6 - 10
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Intr. à Economia 6 - 10


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o volume de
produção (ex.: tamanho fixo de uma fábrica, que tanto
pode produzir 10 unidades como 100 unidades de uma
mercadoria).
Fator Variável: a quantidade utilizada varia com o volume
de produção. (ex.: número de trabalhadores contratados,
que podem trabalhar em 1 turno de produção, ou em até 3
turnos em épocas de pico da produção).
Consideramos K (equipamentos,
instalações físicas da empresa) como
fator fixo, e N como fator variável.
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O curto prazo é o período no qual a quantidade de pelo
menos um dos fatores de produção não será alterada; ou
seja, ao menos um dos fatores será considerado fixo.
O longo prazo é o horizonte de tempo no qual pode-se mudar
as quantidades de qualquer fator de produção. Logo,
nenhum fator é considerado fixo; todos serão variáveis.
AULA 7
DIFERENÇA ENTRE CURTO
E LONGO PRAZO
Já no longo prazo, pode-se pensar em ampliar
a fábrica, ou abrir /fechar filiais; varia a
capacidade instalada.
No curto prazo, a empresa não muda sua capacidade
instalada, varia o grau de utilização dessa capacidade
(trabalha com capacidade ociosa / pleno emprego).
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Característica: A empresa vai aumentar as quantidades de
capital (K) e de trabalho (N) ao mesmo tempo, no mesmo
percentual. Isso corresponde a aumentar a escala (volume
da produção e tamanho da fábrica), o que origina os ...
O crescimento do Produto pode ser de 3 tipos:
Rendimentos crescentes ou Economias de escala: produção
cresce em % maior que o aumento dos fatores.
Rendimentos constantes de escala: produção cresce no
mesmo % de aumento dos fatores.
Rendimentos decrescentes de escala: produção cresce em %
menor que o aumento dos fatores.
AULA 7
PRODUÇÃO NO LONGO PRAZO
...RENDIMENTOS DE ESCALA: mudança no volume do
Produto quando se aumentam as qtdes. de ambos os fatores.
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AULA 7
PRODUÇÃO NO CURTO PRAZO
Como saber qual é o limite máximo de trabalhadores? 
Oberva-se a Produtividade Marginal, que é a variação na 
qtde. do produto, quando se contrata mais um trabalhador.
Quando a PMg do Trab. = 0, o produto atinge o máximo:
Característica: A empresa objetiva obter o volume máximo
de produção. Para isso, aumenta a qtde. de trabalho N (já
que não tem como aumentar o K), até o limite máximo de
trabalhadores (pois o espaço físico e máquinas estão fixos).
N Q PMg
1 15 15 \u2013 0= 15
2 35 35 \u2013 15 = 20
3 47 47 \u2013 35 = 12
4 47 47 \u2013 47 =12
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AULA 7
PRODUÇÃO NO CURTO PRAZO
\u201cNo início o produto cresce a taxas crescentes, depois o 
crescimento do produto desacelera e chega a zero.\u201d
Isso porque estamos colocando mais e mais pessoas em um
espaço limitado, que comporta um máximo de trabalhadores.
Se contratar além disso, começam a surgir trantornos que
causam queda do produto.
Se a empresa contratatasse o 5º. trabalhador, notaria queda
no produto, pois ultrapassaria o limite máximo de
funcionários para aquele espaço. Por que isso ocorre?
A PMg do trabalho também é chamada de \u201crendimento do
trabalho\u201d; é a contribuição de cada trabalhador para a
variação na qtde. do produto. Na medida em que se aumenta
o no. de trabalhadores, observamos agir a Lei dos
Rendimentos Decrescentes:
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AULA 6
No curto prazo temos 5 conceitos principais de Custos:
\ufffdCusto Fixo (CF): gastos com o fator de produção fixo
\ufffdCusto Variável (CV): gastos com o fator de produção variável
\ufffdCusto Total (CT): soma dos custos fixos e variáveis
CT = CF + CV 
\ufffdCusto Médio (CMe): é o custo por unidade
CTMe = (CT / Q) ou CTMe = CVMe + CFMe
\ufffdCusto Marginal (CMg): È a variação no custo total, quando se produz
mais uma unidade de produto. CMg = \u2206 CT
CUSTOS NO CURTO PRAZO
25 AULA 7
Q CF CV CT CMe CMg
0 10 0 10 - -
1 10 5 15 15 / 1 = 15 15 \u2013 10 = 5
2 10 8 18 18 / 2 = 9 18 \u2013 15 = 3
3 10 10 20 20 / 3 = 6,7 20 \u2013 18 = 2
Abaixo, um pequeno exemplo da
aplicação desses conceitos de
custos:
CUSTOS NO CURTO PRAZO
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AULA 7
A longo prazo, como se pode variar a quantidade de todos
os fatores de produção, qualquer custo será classificado
como CUSTO VARIÁVEL. Assim, no longo prazo não há
custos fixos, somente variáveis.
Os conceitos de custos no longo prazo são:
\ufffd CTMe = (CVMe / Q)
CUSTOS NO LONGO PRAZO
\ufffd CT = CV
\ufffd CMg = \u2206 CV
27 AULA 7
A MAXIMIZAÇÃO DO LUCRO
O Lucro Total de uma empresa pode ser calculado por:
O ramo da Economia que estuda custo, receita e lucro da 
empresa se chama teoria marginalista (ou neoclássica).
De acordo com esta teoria, toda empresa tem como objetivo 
obter o maior lucro possível. Isso ocorre quando houver a 
maior diferença entre a receita total (RT) e o custo total (CT).
A condição para que o lucro seja máximo, segundo essa
teoria, é que o nível de produção da empresa seja aquele que
resulta em receita marginal (RMg) igual ao custo marginal
(CMg).
LT = RT - CT
RMg = CMg
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A MAXIMIZAÇÃO DO LUCRO
Exemplo: dado um preço = R$2,00, o ganho com a
venda da 100ª unidade seria de R$2,00. Caso o custo
específico de produzir a 100ª. unidade também seja de
R$2,00, 100 unidades é a quantidade que maximiza o lucro.
Se o ganho se iguala ao custo, não há mais estímulo
para aumentar o nível de produção.
Antes de chegar à 100ª. unidade, a RMg está maior
que o CMg: a empresa tem estímulo a continuar produzindo,
pois está lucrando na venda.
Depois de produzir/ vender a 100ª. unidade, o CMg
(por ex., R$3,00) ultrapassa a RMg ; a empresa fica
desestimulada a continuar produzindo, pois teria prejuízo na
venda da próxima unidade.
AULA 7 29
Aula 08: Sistemas Econômicos e o Fluxo Circular da 
Renda
FUNDAMENTOS DE ECONOMIA \u2013 PROF. ANTONIO ELDER
Rio de Janeiro, 02 de junho de 2011
AULA 8
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1. Compreender o conceito de Sistema 
Econômico, seus elementos constitutivos, seus 
objetivos e principais tipos atuais.
2. Perceber, através do Fluxo Circular de Renda, 
como ocorrem os fluxos reais (produtos e 
fatores de produção) e os fluxos monetários 
entre os agentes econômicos (famílias, 
empresas e governo) de uma economia. 
OBJETIVOS DA AULA
\u2022 Um sistema econômico pode ser definido como sendo a 
forma política, social e econômica pelo qual estar 
organizada uma sociedade. Engloba:
\ufffd o tipo de propriedade;
\ufffd a gestão da economia; 
\ufffd os processos de circulação das mercadorias;
\ufffd o consumo;
\ufffd os níveis de desenvolvimento tecnológico e da divisão 
do trabalho.
AULA 8
SISTEMA ECONÔMICO
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ELEMENTOS BÁSICOS
De conformidade com sua definição, os elementos básicos de 
um sistema econômico são: 
1) os estoques de recursos produtivos ou fatores de produção, 
que são: os recursos humanos (trabalho e capacidade 
empresarial), o capital, a terra (e/ou as reservas naturais), e 
a tecnologia; 
2) os agentes econômicos: empresas, famílias e governo (e o 
resto do mundo);
3) o conjunto de instituições políticas, jurídicas, econômicas e 
sociais, que constituem a base de organização da sociedade.
\ufffd Objetivos:
\u2022 Estabilidade Econômica: Para que haja equilíbrio no desempenho 
da atividade econômica
\u2022 Equidade ou Igualdade Econômica: Para que um maior número 
de pessoas se beneficie daquilo que foi produzido
\u2022 Crescimento Econômico: Para que as necessidades de uma 
população cada vez maior possam ser atendidas
AULA 8
OBJETIVOS 
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\ufffd Crescimento econômico: refere-se ao produto de uma economia, ou
seja, é a soma dos valores das produções de todos os produtos
produzidos em um determinado período de tempo (normalmente um
ano).
\ufffd Estabilidade econômica: está vinculada aos níveis de emprego, no
sentido de se tentar manter, pelo menos, aqueles já alcançados pela
economia; e aos níveis de preços, uma vez que qualquer processo de
aumento do nível geral de preços (inflação) é algo totalmente
indesejado, pois gera queda do poder aquisitivo principalmente das
camadas mais pobres da população.
\ufffd Equidade ou Igualdade Econômica: está vinculada à melhor distribuição
de renda, à redução dos bolsões de pobreza; e a inserção social
gradativa do contingente de excluídos.
AULA 8
DEFINIÇÕES
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TIPOS DE SISTEMAS 
ECONÔMICOS
Sistema Econômico / Organização Econômica
Principais formas:
\ufffd Sistema