2_AULA +_INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO

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(CONCURSO CESAMA \u2013 ADVOGADO)
(a) A formulação do juízo de valor representa uma tomada de posição frente à realidade, ainda que sua finalidade não seja a de informar, mas a de influir sobre o outro.
(b) Considerando que a formulação do juízo de valor possui a finalidade de influir sobre o outro e não a de informar, ela representa uma tomada de posição frente à realidade.
(c) Uma vez que a formulação da tomada de posição frente à realidade é uma finalidade, o juízo de valor não quer informar, mas influir sobre o outro.
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(d) Apesar de a finalidade da formulação do juízo de valor ser a de influir sobre o outro e não a de informar, o juízo de valor representa uma tomada de posição frente à realidade.
(e) O juízo de valor representa uma tomada de posição contrária à realidade, conquanto sua formulação possua a finalidade de influir sobre o outro e não a de informar.
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CONCEITO DE DIREITO
A palavra direito vem do latim directum e designa etimologicamente aquilo que está de acordo com a régua, aquilo que é reto. Daí passou para o sentido figurado, designando aquilo que estava de acordo com a lei. Ampliou-se ainda o sentido para designar a própria lei, o conjunto de leis e também a ciência que as tem por objeto.
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O DIREITO COMO CIÊNCIA
Assim, a formulação de um juízo de valor possui a finalidade não da informação, mas sim da persuasão. 
A ciência do direito, então, na busca pelo conhecimento puro e objetivo, deve afastar de seu estudo os juízos de valor, pois estes são subjetivos e pessoais.
Estuda o direito tal qual é, e não tal qual deveria ser. É o direito como fato, e não como valor, devendo se excluir de suas definições qualquer tipo de qualificação, do tipo: este direito é justo ou injusto. 
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\u201cA especificidade da Ciência do Direito decorre do próprio caráter específico do seu objeto, ou seja, o direito tem por objeto os mesmos fatos objetivos examinados pelas ciências naturais, sendo que ele apreende tais fatos enquanto fatos jurídicos, isto é, enquanto fatos que possuem uma significação normativa\u201d. Kelsen
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DIREITO COMO CIÊNCIA NORMATIVA
Para Hans Kelsen a ciência do direito é normativa não porque dita normas, mas, diferentemente, porque a matéria dessa ciência é constituída por normas, quer dizer, as normas são o objeto jurídico, aquilo que é dado à ciência jurídica, denominada de Dogmática, o encargo de conhecer.
Enquanto Ciência, o Direito propõe uma forma de interpretação da realidade por meio de uma linguagem própria, qual seja, a normativa. O objeto científico da Ciência do Direito é a norma jurídica. Dela são extraídos preceitos que evocam padrões de conduta, consagram princípios, estabelecem valores e fixam dogmas que engendram o fenômeno jurídico. 
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O Direito não constitui um fim, mas um meio (direitos e deveres) para tornar possível a convivência e o progresso social. Sua característica é essencialmente humana, instrumento para o convívio social. 
Não pode, o Direito prescindir da interferência intersubjetiva de indivíduos. 
Falar em Direito é falar em alteridade (relação com o outro). 
Portanto o Direito é um dado cultural, mediante o estabelecimento de regras de conduta, com sanção institucionalizada.
DIREITO COMO CIÊNCIA SOCIAL NORMATIVA
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DIREITO COMO CIÊNCIA CULTURAL E HISTÓRICA
Segundo Miguel Reale: \u201c O Direito é fenômeno histórico, mas não se acha inteiramente condicionado pela história, pois apresenta uma constante axiológica. O Direito é uma realidade cultural, porque é o resultado da experiência do homem.\u201d
Direito é fenômeno cultural, construído historicamente pela experiência na vida social e nas práticas comunitárias, com a influência de variadas manifestações ideológicas. 
FICAMOS POR AQUI!
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NÃO ESQUEÇA DE LER PARA A PRÓXIMA AULA E FAÇA OS EXERCÍCIOS NO SIA!
Nome do livro: Introdução ao estudo do direito
Nome do autor: NADER, Paulo.
Editora: Rio de Janeiro: Forense
Ano: 2008.
Edição: 30. ed. rev. e ampl
Nome do capítulo: Capítulo IV \u2013 Sociedade e Direito
N. de páginas do capítulo: 8
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