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DisciplinaContabilidade de Custos16.770 materiais458.468 seguidores
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Sistemas de Custeio em Empresas Comerciais, Serviços e Industriais
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1 \u2013 Introdução 
Os administradores precisam saber que custos estão envolvidos nas decisões que devem tomar. Os motivos para saber sobre estes custos estão apresentados abaixo:
A formulação de estratégias gerais; a ênfase no produto e serviço; controle de custos e cumprimento da obrigatoriedade de publicação das demonstrações contábeis.
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1 \u2013 Introdução
Os gerentes só devem implantar um sistema de custeio mais sofisticado quando acreditarem que seus benefícios superam seus custos (custo-benefício);
Os sistema devem ser elaborados para as operações, e não vice-versa. O melhor delineamento de sistema se inicia com um cuidadoso estudo de como as operações são realizadas e resulta na determinação de quais informações serão guardadas e relatadas;
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1 \u2013 Introdução
Um sistema de custo visa a relatar números que indicam como determinados objetos de custo consomem os recursos de uma organização. 
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2 \u2013 Componentes do Sistema de Custeio
Centro de Custo
Indireto (1)
Critério de 
Alocação (2)
Objeto de 
Custo (3)
Centro de Custo
Direto (4)
Acumulam custos
indiretos.
(2) Liga um custo ou
grupo de custos indiretos
ao objeto de custo.
(3) Qualquer coisa que se
que mensurar custo.
(4) Acumulam custos
diretos.
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3 \u2013 Sistema de Acumulação de Custo
Podem ser classificados em dois tipos básicos, por ordem ou por processo.
Sistema de Acumulação de Custo por Ordem
Os custos são acumulados a uma determinada unidade ou lote de um produto ou serviço.
Sistema de Acumulação de Custo por Processo
O custo de um produto ou serviço é obtido pela média dos custos acumulados a uma grande quantidade de unidades similares.
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3 \u2013 Sistema de Acumulação de Custo
Observações:
Muitas empresas possuem sistemas de acumulação de custos que não são totalmente por ordem nem processo. Eles combinam elementos tanto de um quanto de outro;
Os produtos ou serviços que são custeados por ordem podem se diferenciar bastante;
Sistemas de acumulacao por processo calculam a média dos custos para se obter o custo unitário de fornecer um produto ou serviço similar a vários clientes.
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4 \u2013 Sistemas de Custeio
Os três sistemas de custeio são o real, normalizado e normalizado estendido (orçado).
O custeio real utiliza taxas reais de custos diretos e indiretos, multiplicadas pelas quantidades reais;
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4 \u2013 Sistemas de Custeio
O custeio normalizado utiliza taxa de custo direto real multiplicada pela quantidade real, e taxa de custo indireto orçada multiplicada pela quantidade real;
O custeio orçado (normalizado estendido) utiliza taxas de custo direto e indireto orçadas multiplicadas pela quantidade real.
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4 \u2013 Sistemas de Custeio
R \u2013 Real; O - Orçado
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5 \u2013 Custeio Amplas Médias
O custeio por amplas médias descreve um enfoque de custeio que utiliza amplas médias para uniformemente alocar (homogeneizar ou espalhar) os custos dos recursos aos objetos de custo, quando determinados produtos, serviços ou clientes consomem de fato tais recursos de maneiro não uniforme.
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5 \u2013 Custeio Amplas Médias
Como conseqüência da utilização deste enfoque pode levar a um sub ou sobrecusteio do objeto de custo.
Subcusteio: ocorre quando um produto consome um nível relativamente alto de recursos mas é relatado como tendo um custo baixo;
Sobrecusteio: ocorre quando um produto consome um nível relativamente baixo de recursos mas é relatado como tendo um custo alto.
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6 \u2013 Custos Indiretos Orçados e Ajustes de Final de Período
As taxas orçadas de custo indireto apresentam a vantagem de ser mais oportunas do que as reais.
Contudo tais taxas apresentam a desvantagem de provavelmente serem imprecisas, por terem sido estabelecidas até 12 meses antes dos custos reais ocorrerem.
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6 \u2013 Custos Indiretos Orçados e Ajustes de Final de Período
Uma sub ou superaplicação de custos indiretos ocorre quando o total dos custos indiretos aplicados em um período contábil, é, respectivamente menor ou maior do que o efetivamente verificado.
Custos Indiretos = Custos Indiretos \u2013 Custos Indiretos
(Sub ou superaplicado)
Incorridos
Aplicados
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6 \u2013 Custos Indiretos Orçados e Ajustes de Final de Período
Existem três métodos para fazer este ajuste ao final do período.
Método 1 \u2013 Rateio em função do total de custos indiretos aplicados, aos saldos finais de Produtos em Elaboração, Produtos Acabados e CMV.
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6 \u2013 Custos Indiretos Orçados e Ajustes de Final de Período
Método 2 \u2013 Rateio em função dos saldos finais de Produtos em Elaboração, Produtos Acabados e CMV.
Método 3 \u2013 Baixa no final do exercício para CMV.
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6.1 \u2013 Escolha do Método
A escolha do método deve ser orientada em função da utilização da informação resultante.
Se o objetivo se resume em relatar os valores de estoque e de CMV mais precisamente, deve ser usado o método 1.
O método 2 é frequentemente tido como o caminho mais barato de aproximação dos resultados do método 1.
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6.1 \u2013 Escolha do Método
O método 3 é utilizado por diversos motivos. O primeiro é porque é mais simples, segundo porque os três métodos frequentemente redundam em valores similares para Produtos em Elaboração, Produtos Acabados e CMV.
Stephanie Lins
Stephanie Lins fez um comentário
Alguem faz esse período contabilidade de custos na Estacio Tom Jobim??
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