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CCJ0009-WL-PA-24-T e P Narrativa Jurídica-Novo-15861

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paradisíacos não é práƟca 
apenas da indústria tabagista: "Desconheço a existência de publicidade que vincule produtos a modelos desgraciosos ou cenários deprimentes, que 
causem repulsa ao público-alvo. Ademais, os consumidores têm o livre-arbítrio de escolher o que consumir e o quanto consumir". 
Segundo o advogado da família, os estudos comprovam a nocividade do cigarro, que contêm mais de quatro mil substâncias químicas: "Entre elas 
está o formol usado na conservação de cadáver, o fósforo, uƟlizado como veneno para ratos e o xileno, uma substância cancerígena que atrapalha o 
crescimento das crianças. Se o cigarro não mata de câncer, há 56 outras doenças causadas por seu uso e exposição. É óbvio que a propaganda é indutora 
de seu consumo". 
Noơcia de jornal (adaptação) 
  
Questão 1 
Faça breve pesquisa jurisprudencial e idenƟfique se existe condenação transitada em julgado para empresas tabagistas cujos consumidores 
morreram ou ficaram com doenças graves decorrentes desse produto. Cite as fontes de sua pesquisa. 
  
Questão 2 
ConƟnue sua pesquisa a fim de esclarecer se há como demonstrar nexo causal entre a conduta e o resultado. JusƟfique sua resposta. 
  
Questão3 
Na impossibilidade ou na dificuldade de recorrer às fontes citadas nas questões anteriores, como você propõe que seja defendida a tese de que a 
empresa Souza Cruz tem responsabilidade civil com os consumidores ou com seus sucessores? 
  
Plano de Aula: 12 - Teoria e Prática da Narrativa Jurídica 
TEORIA E PRÁTICA DA NARRATIVA JURÍDICA
Estácio de Sá Página 2 / 2

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