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outra atividade, exceto com
atividades culturais; 
Ao Advogado é defeso praticar atividades comerciais; 
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deve abster-se de debater publicamente, em qualquer meio, processo findos ou em andamento, seja ele
ou não o Patrono da causa; 
deve abster-se de comparecer ocasionalmente a programas de televisão ou de rádio, ou enviar pareceres
a Jornais impressos, para expressar seu entendimento sobre determinado assunto jurídico; 
não deve aceitar causa sobre a qual já expressou Parecer Jurídico contrário ao interesse da parte que
deseja contratá-lo; 
em hipótese alguma deve quebrar o sigilo legal profissional, decorrente de sua relação advogado-cliente,
sendo proibido, inclusive em Juízo, mesmo sob solicitação do Magistrado, de informar nomes de clientes
ou suas pretensões jurídicas ou quaisquer segredos decorrentes da relação advogado-cliente, devendo
apenas informar estar impedido de responder à inquirição pelo Sigilo Profissional que a Lei o obriga a
manter; 
a quebra do sigilo profissional somente pode ocorrer se o Advogado estiver em litígio judicial com seu
ex-cliente; e somente se a quebra do sigilo for relevante para a sua defesa em Juízo, sob pena de quebrar
o sigilo profissional e de sofrer os ônus dessa quebra de sigilo; 
Não deve favorecer, nem aceitar, causas a si já segredadas pela outra parte; 
No exercício de suas funções o Advogado e seu cliente são criminalmente inimputáveis pelo cometimento
de eventuais crimes de injúria e/ou difamação à parte ex-adversa e/ou a seus Advogados. 
A Constituição Federal do Brasil dispõe no seu artigo 133 que "o advogado é indispensável à administração da
justiça, sendo inviolável por seus atos e manifestações no exercício da profissão, nos limites da lei".
A Lei Federal nº 8.906, de 4 de Julho de 1994, dispõe sobre o Estatuto da Advocacia e a Ordem dos
Advogados do Brasil (OAB). .
Segundo o art. 1º desta Lei, a postulação a órgão do Poder Judiciário é atividade privativa da advocacia, com
exceção da impetração de habeas corpus que é a única peça processual não privativa de advogado, podendo
ser impetrado por qualquer pessoa, inclusive pelo preso ou pelo Juiz ou Promotor de Justiça ex-officio, sempre
que for verificado prisão ilegal ou excesso de prazo para instrução da culpa (ou dolo) do acusado. 
Quanto aos demais institutos onde a atividade do Advogado vem sendo relegada, em evidente prejuízo ao
requerente, pois a Inicial é o fundamento para que o litígio seja levado à Mais Alta Corte Brasileira, o que não
ocorrerá com uma Petição Inicial sem o conhecimento jurídico necessário, inclusive por que a previsão de
desnecessidade do Advogado é apenas na Primeira Instância, no Juízo Monocrático, sendo exigida a
postulação quando tratar-se de recurso. Porém um Recurso a uma decisão proferida com respaldo em uma
Inicial redigida sem técnica jurídica dificilmente obterá êxito. O Supremo Tribunal Federal, no entanto, no
julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 1.127-8/DF conferiu interpretação mais restritiva a
privatividade originalmente prevista na lei, excluindo do dispositivo a postulação nos Juizados Especiais e na
Justiça do Trabalho. Nestes casos, a representação por advogado é facultativa.
Os advogados também estão sujeitos ao Código de Ética e Disciplina, editado pela OAB, que trata, por
exemplo, dos deveres éticos, da publicidade e do relacionamento com o cliente. O descumprimento dos
deveres previstos no Estatuto e no Código de Ética acarreta sanções disciplinares, aplicadas pela OAB.
No Brasil, o exercício da advocacia por pessoa não legalmente habilitada constitui o crime de Exercício Ilegal
da Profissão ||| contravenção penal punível com prisão simples e multa, conforme previsão do art. 47 do
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Cícero, um dos primeiros
advogados
Decreto-Lei nº3.688/1941. 
Rui Barbosa foi aclamado Patrono dos Advogados Brasileiros pelo Conselho Federal da Ordem, em 20 de
dezembro de 1948. Rui Barbosa é um dos maiores intelectuais da história.
De acordo com as novas regras estabelecidas pelo Anteprojeto do Novo Código de Processo Civil as partes
ficarão proibidas de desconstituirem advogado sem primeiramente ter constituído outro em seu lugar. Essa
abordagem do novo código reforça a importância do advogado no transcorrer do processo judicial.
No Brasil o dia do advogado é comemorado no dia 11 de agosto e também é a data da lei de criação dos
cursos jurídicos no Brasil.
Advocacia em Macau
Em Macau só se pode exercer a profissão de advogado sendo licenciado em Direito (4 ou 5 anos), e tendo
feito um estágio no escritório de um patrono.
A profissão é regulada pela Associação dos Advogados de Macau.
Advogado de defesa
O advogado de defesa, ou simplesmente defensor, é quem defende o
réu nos tribunais e tem a missão de em caso de inocência pedir
absolvição ou garantir uma pena devidamente equilibrada, com aplicação
das atenuantes cabíveis em cada caso.
A defesa só é possível se assegurado o exercício das prerrogativas legais
garantidas aos advogados, sendo umas das mais nobres e escorreitas
atividades intelectuais.
Na impossibilidade de custeio de um advogado o Estado se encarrega
de indicar um defensor dativo ao acusado.
Advogado dativo
Advogado dativo é aquele nomeado pelo magistrado para propôr ou
contestar ação civil, mediante pedido formal da parte litigante interessada
que não possui condições de pagar custas do processo ou os honorários advocatícios.
Na esfera penal, é o nomeado para defender o acusado que não tem defensor, ou, tendo-o, este não
comparece aos atos do processo.
Advogado voluntário
Advogado voluntário é aquele que presta de assistência jurídica sem contraprestação pecuniária do assistido
ou do Estado, a qualquer título. Para atuar como advogado voluntário o interessado deverá fazer seu cadastro
na comarca em que pretende atuar e se comprometer em assistir pessoas carentes sem receber honorários.
Advogado correspondente
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Um advogado correspondente é aquele profissional inscrito em alguma das 27 seções da Ordem dos
Advogados do Brasil e que realiza atividades juridicamente peculiares a mando de outros profissionais,
prestando esse serviço em prol dos interesses de seus clientes.
A relação jurídica contratual é entre o profissional que contrata e o correspondente contratado. Não há relação
contratual entre o correspondente e os clientes do profissional contratante. Dessa forma, quando o contratante
solicita os serviços do correspondente para a realização de uma diligência, esse ato está restringindo apenas a
relação do solicitante (contratante) com o profissional que realiza a atividade (correspondente contratado).
Assim, quando um escritório em São Paulo, que possui várias empresas em sua carteira de clientes, precisa
realizar uma diligência para obter informações em processo em que um de seus clientes é parte e esse processo
tramita na comarca de Parauapebas, no Pará, esse escritório certamente vai solicitar os serviços de um
profissional dessa localidade. Essa relação é conhecida como correspondente jurídico e o advogado que realiza
esse tipo de função é conhecido como advogado correspondente.
Bibliografia
ROSO, Jayme Vita. Auditoria Jurídica para a Sociedade Democrática (2001), Auditoria Jurídica:
apontamentos para o moderno exercício da advocacia (2003),Auditoria Jurídica em Migalhas - Os
caminhos da Institucionalização (2007), Auditoria Jurídica em Migalhas II (2008), Auditoria
Jurídica em Migalhas III (2010), Importancia de la Auditoria Juridica: Una especialidad en
Derecho Moderno - Ensayos (2010), Um Projeto de Lei Antitruste (1994), Novos apontamentos à
Lei antritruste Brasileira (1998), Anorexia da ética e outros escritos (2004), Colocando o "i" no
pingo... e outras ideias jurídicas e sociais (2005), Comentários sobre a introdução do projeto de
lei de concorrência brasileiro (2006), Cadeia de Causalidades (2009)
www.auditoriajuridica.com.br