Tema_1_2012

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DisciplinaAproveitamentos Hidreletricos34 materiais53 seguidores
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k correspondente a Namk, em m2.
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Energia Firme de uma alternativa:
 
Estudos energéticos de 
aproveitamentos hidrelétricos
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Importância Estratégica da Etapa de Inventário Hidrelétrico
avaliação das múltiplas implicações dos aproveitamentos, visando o melhor aproveitamento do potencial hidroenergético existente na bacia. 
articulação com o planejamento de outros setores atuantes na bacia.
avaliação dos impactos causados pelo conjunto de aproveitamentos sobre a bacia hidrográfica (efeitos cumulativos e sinérgicos) .
http://www.ana.gov.br/semanadaagua/Palestra_docs/24/silvia.pps
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O conceito de energia firme, estendido para um conjunto de usinas, permite definir a \u201cdivisão de quedas\u201d de cada rio.
Posteriormente, o critério de dimensionamento passou a ser probabilístico: Ao invés de garantir o atendimento no caso de ocorrência da pior seca registrada no histórico, passou-se a calcular a energia assegurada, definida como a máxima produção que pode ser mantida em uma determinada porcentagem \u2013por exemplo, 95%- dos anos hidrológicos simulados. 
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queda líquida disponível em uma usina hidrelétrica depende dos níveis d'água a montante e a jusante da usina, ou seja, do nível do reservatório e do nível do canal de fuga. 
Essa queda varia com a operação da usina. Para o projeto das turbinas de uma usina hidrelétrica, quatro parâmetros básicos são determinados: queda de referência, de projeto, máxima e mínima.
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Entende-se por queda de referência, Href., a queda líquida para a qual a turbina, com abertura total do distribuidor, fornece a potência nominal do gerador. A queda de referência é dimensionada para a permanência de 95% do tempo na curva de distribuição de quedas da usina, em simulação para todo o histórico de vazões. Este critério considera que, em 95% do tempo, a turbina deve ser capaz de fornecer a potência nominal do gerador 
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Permanência de Queda no Tempo 
Fonte: Manual PCH Eletrobras
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Curva de carga
Fator de Carga (demanda) - A proporção de carga média para a carga de ponta durante um período específico, expressa em porcentagem. O fator de carga indica com que grau a energia tem sido consumida comparada com a demanda máxima ou a utilização de unidades com relação à capacidade total do sistema. O fator de carga de um sistema elétrico mostra a variabilidade das demandas de todos os consumidores. 
Fator de Capacidade (oferta)- Relação entre a carga própria de energia e a capacidade instalada de uma instalação ou conjunto de instalações. 
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3. Exemplo.
usinas a fio d´água sem reservatório ou com pequeno reservatório aproveita apenas a água que aflui no regime natural do rio
Nesse caso é interessante saber em que percentagem quanto tempo durante o ano certa descarga estará provavelmente disponível ou ultrapassada e concomitantemente a queda correspondente e a potência resultante dos dois fatores
Com essa finalidade, usam-se curvas de duração da queda e do fator de rendimento das máquinas
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3. Exemplo.
Exemplo: pequena usina a fio d´água (procura-se manter o nível d´água na barragem na altura da crista das comportas do vertedouro, obtendo-se assim a queda mais alta sem o desperdício de água)
com canal adutor
tubulação forçada
duas turbinas do tipo Francis cada uma dimensionada para fornecer 2100 KW
queda líquida de 16 m 
 engolimento unitário de 16 m3 /s
Fonte: Usinas Hidrelétricas, Schreiber
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3. Exemplo.
Em 31% do tempo, a descarga afluente ultrapassa o engolimento das turbinas, de 32 m3/s;
Vazão > 32 m3/s \u21d2 excesso sai pelo vertedouro;
Curva de rendimentos é obtida para turbinas de mesma velocidade específica;
Deve-se ter por objetivo o aproveitamento máximo possível de toda a água afluente;
Para determinar quanto de queda e de vazão estará provavelmente disponível ou ultrapassada \u21d2 curvas de duração
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3. Exemplo.
Em 80% do tempo, o gerador da primeira turbina já alcançou sua potência máxima (h=19,7m) e, para se aproveitarem as descargas maiores, a segunda unidade deve ser posta em operação
As duas turbinas nesse momento trabalharão com carga parcial e consequentemente com rendimento menor
Por esse motivo, aparece, nesse ponto, uma mudança brusca na curva de rendimentos.
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3. Exemplo.
Com base nas curvas da queda, da descarga e do fator de rendimento, pode ser traçada a curva da potência segundo a fórmula:
A área limitada pela curva de duração da potência representa a produção média anual em KWh
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Extras (duke energy)
Energia Firme (Firm Energy)   energia firme de uma usina isolada é definida como a máxima demanda energética que a usina poderia atender sem falhas. (livro Águas Doces no Brasil)
Energia Firme (Firm Energy) Vendas de energia que, embora não sujeitas à interrupção por motivos econômicos, podem ser interrompidas em condições de força maior. (EUA)
Energia Assegurada
(Assured Power)   A energia assegurada de cada usina hidrelétrica constitui o seu limite de contratação. Considera-se energia assegurada de cada usina hidrelétrica a fração a ela alocada da energia assegurada global do sistema. Esta alocação da energia assegurada e suas revisões são propostas em conjunto pelo ONS e o planejamento setorial, sendo homologadas pela ANEEL. Decreto no 2.655, de 2 de julho de 1998. 
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Extras (http://ppe.ufrj.br/ppe/production/tesis/mapdelgado.pdf)
Assim, a "energia firme" da unidade geradora era definida pela sua
contribuição de energia ao sistema, quando da ocorrência do período crítico do mesmo. Ou seja, período de vazões históricas em que o armazenamento de energia do sistema parte de seu nível máximo ao seu nível mínimo, sem a ocorrência de déficits de suprimento. Sob este conceito, a complementação térmica acrescenta à \u201cenergia firme\u201d do sistema um montante equivalente à potência máxima contínua disponível em suas respectivas plantas.
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Extras (http://ppe.ufrj.br/ppe/production/tesis/mapdelgado.pdf)
Atualmente, o critério de \u201cenergia firme\u201d foi subjugado pelo de \u201cenergia garantida\u201d ou probabilística. Parte do pressuposto de que o histórico de vazões naturais é, em termos estatísticos, uma amostra do processo estocástico de gerações de vazões da natureza. Logo, é possível, por algoritmos adequados, gerar séries sintéticas de vazões prováveis vinculadas às características reais das vazões verificadas na natureza. Neste caso, o sistema é dimensionado para atender o mercado sob um dado nível de risco de déficit aceitável. O risco anual é obtido pela relação entre a quantidade de séries sintéticas que ocasionam déficit e o número de séries - em média 2000 \u2013 sintetizadas (Eletrobras, plano 2015)
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffdQuadro 1.5.01 - Fluxograma do Estudo de Inventário Hidrelétrico de Bacias Hidrográficas \ufffd
HIDROMETEORO
LOGIA
SEDIMENTOLOGIA
RELATÓRIO
GERENCIAL
PROGRAMA DE TRABALHOS A EXECUTAR
IDENTIFICAÇÃO PRELIMINAR DE ALTERNATIVAS E ESTIMATIVA DO POTENCIAL ENERGÉTICO
RECONHECIMENTO\ufffdDE CAMPO
IDENTIFICAÇÃO DE LOCAIS BARRÁVEIS
OUTROS USOS DA ÁGUA
MEIO
AMBIENTE
GEOLOGIA\ufffdGEOTECNIA
CARTOGRAFIA
COLETA E ANALISE DE DADOS DISPONÍVEIS
PLANEJAMENTO DOS ESTUDOS
\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffdQuadro 1.5.01 - Fluxograma do Estudo de Inventário Hidrelétrico de Bacias Hidrográficas \ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd\ufffd
OUTROS USOS DA ÁGUA
MEIO 
AMBIENTE
GEOLOGIA E
GEOTECNIA
CARTOGRAFIA
HIDROMETEO-ROLOGIA
SEDIMENTOLOGIA
AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS POR APROVEITAMENTO
ESTUDOS ENERGÉTICOS
FICHA TÉCNICA DOS APROVEITAMENTOS
IDENTIFICAÇÃO DE ALTERNATIVAS DE DIVISÃO
DIAGNÓSTICO AMBIENTAL
SELEÇÃO DAS ALTERNATIVAS
ÍNDICE CUSTO BENEFICIO
ÍNDICE AMBIENTAL
CONCEPÇÃO DOS ARRANJOS
DIMENSIONAMENTO 
E ESTIMATIVA DE CUSTOS
LEVANTAMENTO