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308_METEOROLOGIA_E_CLIMATOLOGIA_VD2_Mar_2006

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METEOROLOGIA E CLIMATOLOGIA
Mário Adelmo Varejão-Silva
Versão digital 2 – Recife, 2006
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mento, desviando o ar de modo a estabelecer a circulação ciclônica. Os últimos, que são turbi-
lhões de menor escala, tanto podem girar no sentido horário quanto no anti-horário (Holton, 1979). 
P Ce
P Ce
EQUADOR
Fig. VII.16 - A aproximação ciclostrófica (esquerda) resulta do equilíbrio entre a compo-
nente horizontal da força do gradiente de pressão (P) e da força centrífuga (Ce)
gerada pelo próprio movimento do ar. A circulação inercial é a indicada à direita
9.4 - Aproximação inercial.
A aproximação dita inercial ocorreria nas situações em que se pudesse desprezar a com-
ponente horizontal do gradiente de pressão, por ser muito fraco.
Fazendo (∆p/∆n)Z = 0, a equação VII.9.1 se reduz a 
Vin = –f R (VII.11.14)
onde Vin é o chamado vento inercial e R é normalmente referido como raio de inércia. Desta
equação se conclui que:
 – ( R/ Vin) = 1/f
De vez que Vin não pode ser negativo, f e R devem ter sinais opostos. Por conseguinte, o vento
inercial tem circulação anticiclônica em ambos os hemisférios.
O período de oscilação (ψ) de uma parcela de massa unitária nessas condições, será
(lembrando que : ⏐f⏐ = 2Ω sen⏐φ⏐)
ψ = 2π⏐R⏐/ Vin = 2π/⏐f⏐ = 2π/(2Ω sen⏐φ⏐) = ½dia/sen⏐φ⏐.

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