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Linguagem C

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Elaborar um programa que simule uma fila de atendimento. 
 
 
 
 
 
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15. BIBLIOGRAFIA 
Arakaki, R.; Arakaki, J.; Angerami, P.M.; Aoki, O.L.; Salles, D.S. “Fundamentos de Programação 
C: Técnicas e Aplicações” 2ªEdição, Livros Técnicos e Científicos Editora, Rio de 
Janeiro/RJ, 1992. 
Ascencio, A.F.G; Campos, E.A.V. “Fundamentos da Programação de Computadores - Algoritmos, 
Pascal e C/C++”, Editora Prentice Hall, São Paulo/SP, 2002. 
Cormen, T.H.; Leiserson, C.E.; Rivest, R.L.; Stein, C. “Algoritmos - Teoria e Prática”, Tradução da 
2ª.Edição Americana, Editora Campus, 2002. 
Drozdek, A. “Estrutura de Dados e Algoritmos em C++”, Editora Pioneira Thomson, São Paulo/SP, 
2002. 
Loudon, K. “Dominando Algoritmos com C” Editora Ciência Moderna, Rio de Janeiro/RJ, 2000. 
Lourenço, A.C.; Alves Cruz, E.C.; Ferreira, S.R.; Choueri Júnior, S. “Circuitos Digitais” 3ªEdição, 
Editora Érica, São Paulo/SP, 1996. 
Mizrahi, V.V. “Treinamento em Linguagem C++ - Módulo 2”, Editora Makron Books, São 
Paulo/SP, 1994. 
Neto, A. “Matemática Básica”, Editora Atual, São Paulo, 1984. 
Pressman, R.S.; Ince, D. “Software Engineering: A Practitioner’s Approach (European 
Adaptation)” 5thEdition, MacGraw-Hill International, Berkshire/UK, 2000. 
Schildt, H. “C Completo e Total” 3ªEdição Makron Books Ltda., São Paulo/SP, 1997. 
Stroustrup, B. “A Linguagem de Programação C++”, 3ª.Edição, Editora Bookman, Porto 
Alegre/RS, 2000. 
Tenenbaum, A.M.; Langsam, Y.; Augenstein, M.J. “Estruturas de Dados Usando C” Makron Books 
Ltda., Rio de Janeiro/RJ, 1995. 
Ziviani, N. “Projeto de Algoritmos com Implementações em Pascal e C” 4ªEdição, Editora Pioneira 
Informática, São Paulo/SP, 1999. 
 
 
 
 
 
 
 83
16. APÊNDICE 
16.1 Tabela ASCII 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 84
16.2 Sistema Numérico 
O homem é resultado contínuo da sua própria evolução. Em um determinado momento 
ao longo desse processo, surgiu a necessidade de medir grandezas. Para medir essas grandezas o 
homem criou os sistemas numéricos. 
Por exemplo, o tempo é medido utilizando um sistema de 24 unidades para as horas, um 
sistema de 60 unidades para minutos e segundos, um sistema de 12 unidades para os meses e um 
sistema de 10 unidades para os anos. Os números de todos os sistemas numéricos podem ser 
decompostos de acordo com a lei de formação: 
 
 
 
onde: 
an = algarismo; 
b = base do número; 
n = quantidade de algarismos –1. 
 
Para a compreensão de um circuito digital até um computador são importantes três 
sistemas numéricos: 
9 Sistema Decimal (base 10): O sistema decimal ou base 10 é o sistema mais utilizado no dia-
a-dia. Utiliza 10 símbolos (algarismos) para representar qualquer quantidade: 0 1 2 3 4 5 
6 7 8 9. Para a representação de quantidades maiores que a base adota-se pesos para cada 
posição do algarismo. Por exemplo, o número 3452 é composto 4 algarismos, isto é, por 3 
milhares, 4 centenas, 5 dezenas e 2 unidades, ou de acordo com a lei de formação: 
 
 
9 Sistema Binário (base 2): O sistema binário ou base 2 utiliza apenas dois símbolos para 
representar qualquer quantidade: 0 1. Cada algarismo ou dígito de um número binário é 
chamado de bit (binary digit). É um sistema muito utilizado em circuitos lógicos e 
aritméticos. 
 
9 Sistema Hexadecimal (base 16): O sistema hexadecimal ou base 16 possui 16 símbolos para 
representar qualquer quantidade: 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 A B C D E F. É um sistema 
muito utilizado na área de microprocessadores. 
 
0
0
2
2
1
1 **** babababaNúmero
n
n
n
n
n
n ++++=
−
−
−
−
K
0123 10*210*510*410*33452 +++=
 85
A equivalência entre os números dos três sistemas numéricos é apresentado na seguinte 
tabela: 
Tabela 16.1 - Equivalência entre os sistemas numéricos. 
Decimal Binário Hexadecimal 
0 0 0 
1 1 1 
2 10 2 
3 11 3 
4 100 4 
5 101 5 
6 110 6 
7 111 7 
8 1000 8 
9 1001 9 
10 1010 A 
11 1011 B 
12 1100 C 
13 1101 D 
14 1110 E 
15 1111 F 
16 10000 10 
17 10001 11 
... ... ... 
 
16.3 Conversão entre Bases 
Para converter um número de um sistema numérico qualquer para a base decimal, basta 
aplicar a lei de formação: 
 
 
Dado um número inteiro na base 10, para obter o equivalente em uma base b qualquer, 
divide-se o número por b sucessivamente até que o quociente da divisão seja menor que b. O último 
quociente da divisão e os restos das divisões sucessivas, tomados na ordem inversa, correspondem 
ao número na base b. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
10
01
16
10
0123
2
)58(1*1016*316*A16*3)A3(
)9(2*12*02*02*1)1001(
=+=+=
=+++=
210
210
)111010()58(
112/3
132/7
072/14
1142/29
0292/58
(?))58(
=
==
==
==
==
==
=
resto
resto
resto
resto
resto
1610
1610
)A3()58(
10316/58
(?))58(
=
==
=
resto
 86
Existem uma relação estreita entre o sistema binário e o hexadecimal. Esta relação vem 
do fato que o número 16 pode ser escrito como 24. 
 
 
 
 
 
 
A conversão de números fracionários é realizada por partes: a parte inteira e a parte 
fracionária. A lei de Formação para números fracionários é: 
 
onde: 
an = algarismo; 
b = base do número; 
n = quantidade de algarismos da parte inteira –1; 
m = quantidade de algarismos da parte fracionária. 
 
Para a conversão de base 10 para base 2 ou base 16, a parte inteira é convertida 
separadamente pelo processo das divisões sucessivas. A parte fracionária é utilizado o processo das 
multiplicações sucessivas pela base desejada. A parte inteira resultante dos produtos formará os 
dígitos da parte fracionária do número convertido. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
162
162
)A3()111010(
A1010
30011
(?))111010(
=
→
→
=
216
216
)00111010()A3(
1010A
00113
(?))A3(
=
→
→
=
m
m
n
n
n
n
n
n bababababababaNúmero
−
−
−
−
−
−
−
−
−
−
++++++++= ******* 22
1
1
0
0
2
2
1
1 KK
210
210
210
)011,1000()375,8(
000,0
1000,12*500,0
1500,12*750,0
0750,02*375,0
)1000()8(
(?))375,8(
=
→
→=
→=
→=
=
=
Fim
1610
1610
1610
)1,25()0625,37(
000,0
1116*0625,0
)25()37(
(?))0625,37(
=
→
→=
=
=
Fim