Tema_10
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DisciplinaAproveitamentos Hidreletricos34 materiais53 seguidores
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\uf071 propor ampliações e reforços para o sistema de transmissão; 
\uf071 garantir o livre acesso; e 
\uf071 administrar os serviços de transmissão 
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ONS (cont.) 
\uf06e As atribuições do ONS se estendem sobre uma 
rede denominada Rede de Operação - a Rede 
Básica. 
\uf06e Integram a Rede Básica as linhas de transmissão, 
os barramentos, os transformadores de potência e 
os equipamentos com tensão igual ou superior a 
230 kV, e demais instalações inerentes à prestação 
dos serviços de transmissão de energia, tais como 
os sistemas de medição, operação, proteção, 
comando, controle e telecomunicações. 
 
48 
ONS (cont.) 
49 
Exemplo ação do ONS 
 
50 
Agentes do setor - CCEE 
\uf06e A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica 
(CCEE) foi autorizada pela Lei nº 10.848, de 15/03/2004 
e instituída pelo Decreto nº 5177 de 12/08/2004, como 
pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, 
sob regulação e fiscalização da ANEEL 
\uf06e A CCEE sucedeu ao Mercado Atacadista de Energia 
Elétrica (MAE) e tem por finalidade viabilizar a 
comercialização de energia elétrica no Sistema 
Interligado Nacional \u2013 SIN 
\uf06e A operação e organização da CCEE foram 
regulamentadas pela Resolução ANEEL nº 109/2004, 
que instituiu a Convenção de Comercialização de 
Energia Elétrica 
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Responsabilidades da CCEE 
\uf06e Implantação e divulgação das 
Regras de Comercialização e 
dos Procedimentos de 
Comercialização 
\uf06e Administração do Ambiente de 
Contratação Regulada (ACR) e 
Ambiente de Contratação Livre 
(ACL) 
\uf06e Medição e registro da energia 
verificada através do Sistema 
de Coleta de Dados de Energia 
(SCDE), responsável pela 
coleta automática dos valores 
produzidos e consumidos no 
sistema elétrico interligado 
\uf06e Registro dos contratos firmados 
entre os Agentes da CCEE 
\uf06e Realização de Leilões Compra 
e Venda de Energia Elétrica 
\uf06e Apuração das infrações e 
cálculo de penalidades por 
variações de contratação de 
energia 
\uf06e Apuração do Preço de 
Liquidação das Diferenças 
(PLD), utilizado para liquidação 
da energia comercializada no 
curto prazo 
\uf06e Contabilização e liquidação das 
transações realizadas no 
mercado de curto prazo 
\uf06e Monitoramento das condutas e 
ações empreendidas pelos 
Agentes da CCEE 
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Agentes do setor 
\uf06e Agentes da Categoria Geração 
\uf071 Classe de Geradores Concessionários de Serviço Público \uf0b3 50 
MW instalados 
\uf071 Classe de Produtores Independentes (PIE) \uf0b3 50 MW instalados 
\uf071 Classe de Autoprodutores \uf0b3 50 MW instalados e despachados 
pelo ONS 
\uf06e Agentes da Categoria Distribuição 
\uf071 Classe de Distribuidores \uf0b3 500 GWh/ano e aqueles com < 500 
GWh/ano, mas que não adquirirem a totalidade da energia de 
supridor com tarifa regulada 
\uf06e Agentes da Categoria Comercialização 
\uf071 Classe de Agentes Importadores e Exportadores \uf0b3 50 MW 
intercambiados 
\uf071 Classe de Comercializadores \uf0b3 500 GWh/ano 
\uf071 Classe de Consumidores Livres 
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Agentes do setor - PIE e Autoprodutor 
\uf06e PIE: Produtor independente \u2013 considera-se produtor 
independente a pessoa jurídica ou empresas em 
consórcio que recebem concessão ou autorização do 
poder concedente para produzir energia elétrica 
destinada ao comércio de toda ou parte de toda a 
energia produzida, por sua conta e risco; 
\uf06e Autoprodutor \u2013 é a pessoa física ou pessoa jurídica ou 
empresas reunidas em consórcio que recebam 
concessão ou autorização para produzir EE destinada 
ao seu uso exclusivo. 
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Autocontratação (self-dealing) 
\uf06e Autocontração (self-dealing): para incentivar 
investimentos em geração foi permitido às distribuidoras 
o direito de contratação de até 30% da sua necessidade 
de energia de geradoras do mesmo grupo empresarial. 
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Mercado de Energia 
\uf06e Ambiente onde ocorre o processamento da contabilização da 
energia elétrica produzida e consumida no Brasil (mercado de 
cerca de 500 milhões de MWh anuais). 
\uf06e As empresas geradoras, distribuidoras e comercializadoras de 
energia elétrica registram na CCEE os montantes de energia 
contratada, assim como os dados de medição, para que desta 
forma se possa determinar quais as diferenças entre o que foi 
produzido ou consumido e o que foi contratado. 
\uf06e Essa diferença é liquidada na CCEE, ao Preço PLD (Preço de 
Liquidações de Diferenças), para cada submercado (Norte, Sul, 
Sudeste e Nordeste) e para cada patamar (Leve, Médio e 
Pesado), mensalmente. 
\uf071 É o chamado mercado de curto prazo ou &quot;spot&quot;. 
 
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Mercado de Curto Prazo - Spot 
\uf06e A formação do preço da energia negociada no CCEE 
(PLD) se faz pela inter-relação dos dados utilizados pelo 
ONS para otimização da operação do Sistema e os 
dados informados pelos Agentes. 
\uf06e Os referidos dados são então processados através de 
modelos de otimização para obtenção do custo marginal 
de operação (CMO). São utilizados praticamente os 
mesmos modelos adotados pelo ONS para 
determinação da programação e despacho de geração 
do sistema, com as adaptações necessárias para refletir 
as condições de formação de preços no CCEE. 
\uf06e A responsabilidade pelo cálculo dos preços é da CCEE 
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Mercado de Curto Prazo - Spot 
\uf06e A contabilização da CCEE leva em consideração 
toda a energia contratada por parte dos Agentes e 
toda a energia efetivamente verificada (consumida 
ou gerada) 
 
Energia 
Verificada Energia 
Contratada 
Mercado 
Spot 
NOVO MODELO DO SETOR ELÉTRICO 
Contabilização de Diferenças (Preço de Liquidação de Diferenças - PLD) mercado spot 
ITAIPU 
 ELETROBRÁS 
Contratos 
pré-existentes 
Mecanismo de Realocação de Energia - MRE (hidroelétricas) 
Contratos bilaterais 
Geração 
 Distribuída 
PROINFA 
Ambiente de Contratação 
Regulada (ACR) 
Ambiente de Contratação 
Livre (ACL) 
Geradoras 
Distribuidoras 
Comerciali- 
zadores Tarifa regulada 
Consumidores cativos 
Consumidores 
livres 
Agentes sob controle federal, 
estadual ou municipal: 
leilão/oferta pública 
Preços 
 resultantes 
de licitação 
Preços 
 negociados 
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Mecanismo de Realocação de Energia 
\uf06e MRE \u2013 mecanismo de realocação de energia: 
mecanismo financeiro de compartilhamento dos riscos 
hidrológicos que afetam seus participantes, 
decorrentes particularmente dos efeitos da 
otimização centralizada do sistema sobre os níveis de 
geração de cada usina; 
\uf06e Gerenciado pelo ONS segundo regras pré-fixadas. O 
objetivo do MRE é a otimização centralizada do uso 
da água afluente nos reservatórios das centrais. Essa 
otimização é obtida com a ajuda de modelos que, com 
base em previsões de demanda e de vazões 
afluentes aos reservatórios, estimam as energias 
garantida e secundária total do sistema. 
 
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Geração Distribuída 
\uf06e Geração Distribuída (GD) é uma expressão usada 
para designar a geração elétrica realizada junto ou 
próxima do(s) consumidor(es)independente da 
potência, tecnologia e fonte de energia. As 
tecnologias de GD têm evoluído para incluir potências 
cada vez menores. A GD inclui: 
\uf06e Co-geradores 
\uf06e Geradores que usam como fonte de energia resíduos 
combustíveis de processo; 
\uf06e Geradores de emergência; 
\uf06e Geradores para operação no horário de ponta; 
\uf06e Painéis foto-voltáicos; 
\uf06e Pequenas Centrais Hidrelétricas - PCH's. 
 
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Geração Distribuída 
\uf06e A GD tem vantagem sobre a geração central pois 
economiza investimentos em transmissão e reduz 
as perdas nestes sistemas, melhorando a 
estabilidade do serviço de energia elétrica. 
\uf06e A geração elétrica perto do consumidor chegou a 
ser a regra na primeira metade do século, quando a 
energia industrial era praticamente toda gerada 
localmente. A partir da década de 40, no entanto, a 
geração em centrais de grande porte ficou mais 
barata, reduzindo o interesse dos consumidores 
pela GD e, como consequência, o desenvolvimento 
tecnológico para incentivar esse tipo de geração 
também parou. 
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Geração Distribuída 
\uf06e As crises do petróleo introduziram fatores 
perturbadores que mudaram irreversivelmente este 
panorama, revelando a importância, por