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1. Biosseguranca_dra_jane

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VIOLÊNCIA SEXUAL
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VIOLÊNCIA SEXUAL
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ACOMPANHAMENTO
 Prevenção secundária
 - uso de preservativos
 - contra-indicação da doação de sangue, órgãos 
 ou esperma
 - evitar gravidez
 - não compartilhar seringas e agulhas
 - discussão sobre aleitamento materno
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 Amostra de sangue do paciente-fonte
 Exames do profissional
 Alta após 6 meses 
ACOMPANHAMENTO
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Vigilância Epidemiológica
Obter taxas acerca da realidade epidemiológica
usar definições padrão de infecção
usar dados laboratoriais, quando disponíveis
Identificar surtos antes da disseminação
Avaliar eficácia e efetividade das medidas de prevenção e proteção
Determinar áreas, situações e serviços que merecem atenção especial
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Vigilância Epidemiológica
Coletar variáveis epidemiologicamente significativas
localização das fontes, fatores de risco específicos, condições que predispõem a efeitos adversos graves
Analisar dados para identificar tendências de aumento ou diminuição
Avaliar fatores possivelmente associados à variação do evento estudado
Divulgação de informações pertinentes
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Fontes e Reservatórios
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Fontes e reservatórios
Fontes ambientais – surto por fonte única
sempre que houver material orgânico
resíduos, superfícies sujas, alimentos, objetos sujos, dejetos...
sempre que houver água
fontes de água: caixas d’água, poços, poças de água no chão, vasos sanitários, bandeja do condicionador de ar, caldeiras, torres de resfriamento...
sempre que houver umidade
paredes úmidas, aerossóis no ar
sempre que houver um veículo contaminado
qualquer objeto, perfurocortantes...
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Shiguela: diarréia
Influenza: pneumonia
Staphylococcus: furúnculo
Streptococcus: faringite
Bacillus: contaminante comum
Klebsiella: infecções em ferimentos
Clostridium: colite
Haemophilus: conjuntivite
Pseudomonas: infecções em feridas
E. coli: diarréias, infec. urinárias
Proteus: inf. trato urinário
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Fontes e reservatórios
Fontes não ambientais – surto por fonte propagada
sempre que houver outras pessoas transmitindo
sintomáticas ou assintomáticas
mãos, fala, espirro, tosse...
sempre que houver vetores transmitindo
ratos, baratas, mosquitos...
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Como se comportam os surtos
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Transmissão e Portas de Entrada
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Transmissão em Serviços de Saúde
Contato direto: ao virar o paciente, dar banho, outros procedimentos de cuidados ao paciente, respiração boca-a-boca
por gotículas: quando o paciente tosse, espirra, fala, nos procedimentos de sucção, entubação endotraqueal ou broncoscopia
transmissão aérea: ao respirar o ar contendo bioaerossóis 
Contato indireto: mãos, perfurocortantes, luvas, roupas, roupas de cama, instrumentos, vetores, água, alimentos, superfícies
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Transmissão por aerossóis
Adaptado de: CDC (2001) Draft Guideline for Environmental Infection Control in Healthcare Facilities e 
Ayliffe G.A.J. et al. (2000) Control of Hospital Infection: A Practical Handbook
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Gotículas e Bioaerossóis
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Transmissão por gotículas
Adaptado de: Ayliffe G.A.J. et al. (2000) Control of Hospital Infection: A Practical Handbook
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Indireto Parenteral - sangue
* existe vacina, que obrigatoriamente deve ser oferecida aos trabalhadores – item 32.2.4.17.1 da NR 32
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Contato Indireto – Mãos
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Contato indireto – mãos contaminadas
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Contato Indireto – Outros
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Contato indireto – perfuração, inoculação
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Contato Direto – outros
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Contato direto
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Alguns Agentes e Fontes
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Agentes Biológicos no Ar
Padrões Referenciais da Qualidade do Ar em Ambientes Interiores
Amostragem de Bioaerossóis em Ambientes Interiores
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Possíveis Danos
Tipos de danos relacionados
infecções: legionelose, histoplasmose, criptococose, psitacose
hipersensibilidade: alergias (atopia) e alveolite alérgica
SED: conjunto de sinais e sintomas de vários processos patológicos diferentes, sem causa específica, que estão associados a determinados edifícios
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VMR de Contaminação Microbiológica
Valor Máximo Recomendável de Contaminação Microbiológica: RE no. 9 de 2003
≤ 750 ufc/m3 de fungos
relação I/E ≤ 1,5
I: quantidade de fungos no interior
E: quantidade de fungos no exterior
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Principais Fontes em Ambientes Interiores
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Principais Fontes em Ambientes Interiores
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Contaminação por Microrganismos
Fatores que favorecem a contaminação
Existência de nutrientes e acesso fácil a animais
Paredes e pisos úmidos e vazamentos de água
Umidade relativa do ar alta: acima de 60 – 70%
Locais difíceis de limpar e higienizar como carpetes, tapetes, cortinas e outros tecidos
Reformas, que liberam os organismos para o ambiente
Umidificadores, condicionadores de ar, tubulação onde eles possam crescer: piora sem manutenção e limpeza adequados
Aglomeração de pessoas: transmissão de vírus
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Conceito de precaução
Programas para a prevenção de exposições e acidentes
Intervenções preventiva e corretiva em ambientes de trabalho
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Medidas de precaução e prevenção
Qual a diferença?
Prevenção: medidas e atitudes tomadas quando são conhecidos os riscos envolvidos
probabilidade de exposição conhecida
dano causado também conhecido
Precaução: medidas e atitudes tomadas quando existe a certeza de que todos os riscos envolvidos não são totalmente conhecidos
Risco biológico: incertezas sobre a probabilidade de exposição e o dano causado – logo, deve-se agir primeiro com precaução
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Precaução x Prevenção
Ações de precaução
adotadas antes de se ter ideia de qualquer risco de fato existente – basta presumi-lo
p.ex. as precauções padrão: para qualquer paciente, independente de doente ou não
indicadores de exposição (p.ex. frequencia de acidentes) usados para monitorar a eficácia das medidas de proteção e prevenção já implantadas – e não o inverso, isto é, para planejar e estudar a implantação das primeiras medidas
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Pontos Essenciais nos Programas
Identificação das possíveis fontes de exposição
levantamento de situações de risco
suspeita da presença de doenças transmissíveis no ambiente de trabalho
Agir antes das exposições ou acidentes
desfecho das doenças nem sempre é conhecido
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Controle da Cadeia de Infecção
Serviços de saúde: controles que estão ligados para formar uma cadeia são muito mais efetivos na prevenção de uma cadeia de infecção
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Controle da Cadeia de Infecção
Reservatório
Transmissão
Portas de entrada
Colonização
Infecção Parasitismo Intoxicação Carcinogênese Teratogênese Hipersensibil.
Agravo ou doença
Intoxicação, Hipersensibilização
Fonte
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Hierarquia de medidas de controle
Controle de riscos na fonte
Controle de riscos na trajetória
Proteção individual
Tipos de medidas de controle
Eliminação ou substituição
Interposição de barreiras: no ambiente ou no indivíduo
Procedimentos
Outras medidas administrativas
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Controle de riscos na fonte
Eliminação, substituição ou controle da fonte e do agente
Eliminar todas fontes possíveis – não deixar acumular resíduos e substituir ou eliminar equipamentos, instrumentos, ferramentas e materiais potencialmente contaminados
Controle de pragas e vetores e controle de acesso de visitantes e terceiros
Afastar temporariamente trabalhadores que possam transmitir doenças a outros trabalhadores nos ambientes de trabalho (bom senso)
Em relação a pacientes: eliminar exames, procedimentos e retornos desnecessários
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Controle de riscos na trajetória
Prevenção ou diminuição da disseminação do agente no ambiente de trabalho
Manter o agente restrito à fonte ou ao seu ambiente imediato: uso de sistemas fechados, uso de recipientes fechados, enclausuramento da fonte, ventilação local exaustora, cabines de segurança biológica, segregação de materiais e resíduos
Isolamento ou diluição do agente: ventilação geral diluidora, áreas com pressão negativa, antecâmaras para troca de vestimentas, isolamento de pacientes, estabelecimento de áreas com finalidades específicas 
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Controle de riscos na trajetória
Prevenção ou diminuição da disseminação

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