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Direito do consumidor – Wikipédia  a enciclopédia livre

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e cláusulas abusivas dos contratos; prevenção e reparação de danos patrimoniais e morais; adequada e eficaz prestação de serviços públicos em geral e
acesso à justiça e aos órgãos administrativos e facilitação da defesa em favor do consumidor.Portanto, com a implementação do Código de Defesa do
Consumidor, houve o estabelecimento das regras da relação de consumo, ou seja, a relação fornecedor-consumidor já que o consumidor adquire um produto
para satisfazer um desejo ou uma necessidade, com regras bem definidas nesta relação à tendência é que as empresas melhorem os seus produtos ou a prestação
de serviços e o consumidor satisfeito certamente vai consumir mais o que é bom para todos principalmente, para a economia que crescerá ainda mais, melhorará a
oferta de crédito, irá surgir novas empresas e consequentemente a criação de novos postos de trabalho.
Direitos do Consumidor no Brasil
O consumidor no Brasil, só recentemente teve preservados em Lei alguns Direitos, os quais nem sempre são cumpridos e o próprio Governo não tem interesse em
aplicá-lo integralmente.Pois na realidade fere interesses de entidades corporativistas que regem este país.Ao falarmos de Direito individual, estamos explanando
sobre um assunto complexo, pois de uma certa forma é interpretado individualmente, havendo colisão com a elide real. Já que cada cidadão interpreta o Direito e
a aplicação da Lei, conforme entende, gerando desnecessárias e custosas ações que não levam a nada.Se relacionarmos a individualidade do Direito e sua
objetividade, com o processo de consumo, podemos afirmar, que mesmo com toda a legislação e embrólio judicial existente, acaba por levar o consumidor a um
nó complexo o qual retarda e até tira o nosso Direito de consumidor em defender nossos interesses violados por comerciante gananciosos, que aproveitam de
falhas da Lei e a sua margem, fazem o que quer, e vende como quer, impondo limites ilegais nas vendas, fazendo vendas casadas, e criando atividades cuja a
relação é no mínimo proibida em um ou mais artigos da Lei do Consumidor, tudo em nome do lucro e da venda contínua, aonde o que prevalece acima de um bem
social e público a individualidade, impessoalidade, de quem vende, claro que sempre atrás do lucro. Não abrindo mão em momento algum do ganho extra auferido
pelo comerciante, que nem sempre segue a Lei do Consumidor aqui no Brasil.
Bibliografia
AMARAL,Luiz Otavio de O. Teoria Geral do Direito do Consumidor. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais,2010.
CAVALIERI FILHO, Sergio. Programa de Direito do Consumidor. São Paulo: Atlas, 2008, p. 24.
BELCHIOR, Germana Parente Neiva. Hermenêutica e Meio Ambiente. Uma proposta de Hermenêutica Jurídica Ambiental Para A Efetivação Do Estado
De Direito Ambiental. 2009. 257 f. Dissertação (Mestrado em Direito). – Universidade Federal do Ceará, Ceará, 2009. Nesse sentido, tem-se o que
leciona Belchior: "Não obstante a discussão que permeia na doutrina, apontam-se diferenças estruturais e qualitativas em relação às duas espécies
normativas. Na estrutura dêontica de uma regra, há relatos objetivos, com a descrição de determinadas condutas, possuindo âmbito de incidência
delimitado. Os direitos nelas previstos são garantidos de forma definitiva. Outro ponto interessante é que todas as regras estão expressas, possuindo, por
conseguinte, um rol taxativo. Outrossim, a estrutura fechada da regra tem como objetivo a perseguição da segurança jurídica, pois ‘um dos papéis mais
importantes das regras no ordenamento jurídico é justamente aumentar o grau de segurança na aplicação do direito’. Por conta disso, toda regra manifesta
valor, mas de uma forma bem menor do que em relação à norma-princípio. Basta pensar na segurança jurídica, autêntico valor que emana de qualquer
regra. Por fim, uma regra é aplicada por meio de raciocínio jurídico por dedução (de cima para baixo). Neste diapasão, em virtude do caráter definitivo das
regras, caso ocorra a hipótese prevista, a regra deve incidir, pelo mecanismo tradicional da subsunção, ou seja, enquadram-se os fatos na previsão abstrata
e produz-se uma conclusão".
BELCHIOR, Germana Parente Neiva, op. cit., p.100.Ibid., p. 98.
FARIA, Renato Luiz Miyasato de. Entendendo os princípios através de Ronald Dworkin. Jus Navigandi, Teresina, ano 14, n. 2460, 27 mar. 2010.
Disponível em:
<http://jus.com.br/revista/texto/14581">http://jus.com.br/revista/texto/14581">http://jus.com.br/revista/texto/14581">http://jus.com.br/revista/texto/14581>.
Acesso em: 06 mai. 2010.
BELCHIOR, Germana Parente Neiva, op. cit., p. 101.
Sobre o tema, a seguinte leitura é sugerida: CANOTILHO, Joaquim José Gomes. Direito constitucional e teoria da Constituição. 3. ed. Coimbra: Almedina, 1998.
Ibid., p. 100.
CAVALIERI FILHO, Sergio, op. cit., p. 25.
BELCHIOR, Germana Parente Neiva, op. cit., p. 96. Assim aduz o art. 4º da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: "Quando a lei for omissa, o juiz
decidirá o caso de acordo com a analogia, os costumes e os princípios gerais do direito".
BELCHIOR, Germana Parente Neiva, op. cit., p. 97. Belchior afirma: "Havendo uma colisão entre princípios, a solução será realizada por meio de
mandamentos de otimização, segundo Alexy, haja vista serem normas que exigem que algo deva ser realizado na maior medida possível, diante das
possibilidades fáticas e jurídicas existentes. Como se vê, diz-se colisão (e não conflito), porque não se pode excluir totalmente um princípio, cuja aplicação
se dá por meio do balanceamento para fixar as ‘relações condicionadas de precedência’. Há acatamento de um em relação ao outro, sem que isso implique
em completo desrespeito daquele que não prevaleceu." Ibid., p. 102.
CAVALIERI FILHO, Sergio, op. cit., p. 26.
Ibid., p. 27. Ibid., p. 2. Ibid., p. 3. "Art. 966. Considera-se empresário quem exerce profissionalmente atividade econômica organizada para a produção ou a
circulação de bens ou de serviços".
CAVALIERI FILHO, Sergio, op. cit., p. 3. Ibid., p. 3.
AZEVEDO, Fernando Costa de. Uma introdução ao direito brasileiro do consumidor. Revista de Direito do Consumidor, São Paulo, a. 2009, n. 69, p. 34.
Ibid., p. 35.
CAVALIERI FILHO, Sergio, op. cit., p. 5.
AZEVEDO, Fernando Costa de. Uma introdução ao direito brasileiro do consumidor. Revista de Direito do Consumidor, São Paulo, a. 2009, n. 69, p. 35.
STF, MS 26.690/SP, Rel. Ministro Eros Grau, julgado em 03.09.2008, DJU de 19.12.2008.
NORONHA, 2003 apud AZEVEDO, Fernando Costa de. Uma introdução ao direito brasileiro do consumidor. Revista de Direito do Consumidor, São
Paulo, a. 2009, n. 69, p. 35.
AZEVEDO, Fernando Costa de, op. cit., p. 37
FILOMENO, José Geraldo Brito. Manual de direitos do consumidor. 3. ed. São Paulo: Atlas. 2005, p. 14. Ibid., p. 15. Ibid., p. 15. Ibid., p. 16.
PEDRON, Flávio Barbosa Quinaud; CAFFARATE, Viviane Machado. Evolução histórica do Direito do Consumidor. Jus Navigandi, Teresina, ano 4, n.
41, maio 2000. Disponível em:
<http://jus.com.br/revista/texto/687">http://jus.com.br/revista/texto/687">http://jus.com.br/revista/texto/687">http://jus.com.br/revista/texto/687>. Acesso
em: 26 abr. 2010. Ibid., p. 8.
SOUZA, 1996 apud PEDRON, Flávio Barbosa Quinaud; CAFFARATE, Viviane Machado. Evolução histórica do Direito do Consumidor. Jus Navigandi,
Teresina, ano 4, n. 41, maio 2000. Disponível em:
<http://jus.com.br/revista/texto/687">http://jus.com.br/revista/texto/687">http://jus.com.br/revista/texto/687">http://jus.com.br/revista/texto/687>. Acesso
em: 26 abr. 2010.
AZEVEDO, Fernando Costa de, op. cit., p. 44. Ibid., p. 45.
AZEVEDO, Fernando Costa de, op. cit., p. 47. "Art. 48. O Congresso Nacional, dentro de cento e vinte dias da promulgação da Constituição, elaborará
código de defesa do consumidor".
"Art. 5º XXXII – o Estado promoverá, na forma da lei, a defesa do consumidor".
AZEVEDO, Fernando Costa de, op. cit., p. 47.
MARQUES, 2005 apud AZEVEDO, Fernando Costa de. Uma introdução ao direito brasileiro do consumidor. Revista de Direito do Consumidor, São
Paulo, a. 2009, n. 69, p. 35.
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