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Livro - Engenharia para Aquicultura e Desenho Técnico para Engenharia Aquicola

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Seção transversal de uma barragem de terra com
banqueta interceptadora.
Figura 78. Nível de luneta com mira falante.
Figura 79. Nivelador de madeira com alvo corrediço.
Figura 80. Alvo corrediço.
Figura 81. Nivelador de mangueira plástica transparente.
Figura 82. Nivelador de réguas corrediças.
Figura 83. Sangradouro central.
Figura 84. Sangradouro à direita.
Figura 85. Sangradouro à esquerda.
Figura 86. Perfil do coroamento de uma barragem de terra e
proteção horizontal do maciço.
Figura 87. Dados do traçado da seção transversal máxima
de uma barragem de terra.
Figura 88. Comprimentosmédiosdas camadas (fatias)domaci-
çode uma barragem e subseçõesda seçãomáxima.
Figura 89. Distâncias, alturas de seções e projeção horizon-
tal do corpo de uma barragem de terra.
Figura 90. Profundidades, em planta baixa, de uma bacia
hidráulica.
Figura 91. Muro de proteção de uma barragem.
Figura 92. Barragem subterrânea de alvenaria de pedra.
Figura 93. Barragem subterrânea de argila compactada
protegida com cobertor plástico.
Figura 94. Barragem subterrânea de alvenaria de tijolo.
Figura 95. Concreto ciclópico.
Figura 96. Aluvião revestido com película de polietileno ou
PVC.
Figura 97. Valeta transversal ao córrego para barramento
argiloso (barro).
Figura 98. Trincheira com valeta a montante à fixação da
lona plástica.
Figura 98.1. Retro-escavadeira.
Figura 99. Barragem de perfil alteado no aluvião.
Figura 100. Barragem subterrânea com tubo de descarga.
Figura 101. Perfil de barragem vertedoura em alvenaria.
Figura 102. Perfil de barragem de alvenaria insubmersível.
Figura 103. Eixos para o traçado do perfil "Creager".
Figura 104. Dissipador de energia da queda d'água com res-
saltos.
Figura 105. Parâmetros para determinação do centro de gra-
vidade (Cg) ou de massa pelo método gráfico e
analítico.
Figura 106. Distribuição das pressões em uma barragem de
alvenaria.
Figura 107. Momento derrubador (Md) e momento de esta-
bilidade (Me).
Figura. 108. Interseção da resultante (R) com a base (B) da
barragem, no ponto m.
Figura 109. Áreas para determinação do centro de gravidade
(Cg) pelo método analítico.
Figura 110. Perfil longitudinal de uma barragem de alvena-
ria, com projeção das seções Soa S6'
Figura 111. Perfil longitudinal de uma barragem de alvenaria
e subseções da seção máxima.
Figura 112a.Bomba centrífuga em corte com um roto r.
Figura 112b.Corpo de uma bomba centrifuga em corte com
três rotores.
Figura 113a.Vista lateral do caracol e rotor em corte de uma
bomba centrífuga.
Figura 113b.Caracol de descarga centralizada com difusor fixo.
Figura 113C.Rotor fechado.
Figura 113d.Rotor serni-aberto.
Figura 113e.Rotor aberto.
Figura 114. Esquema da composiçãode um conjunto elevatório.
Figura 115. Nomograma da fórmula de Hazen-Willians.
Figura 116. Curvas características de uma bomba.
Figura 117. Gráfico para escolha de bombas.
Figura 118. Bombas ligadas em série.
Figura 119. Bombas ligadas em paralelo.
Figura 120. Poço de aspiração ou sucção de uma instalação
de bombeamento.
Figura 121. Acessórios de uma instalação de bombeamento.
Figura 122. Outros acessórios de uma instalação de bombe-
amento.
Figura 123. Instalação de bombeamento de grande capacidade.
Figura 124. Esquema para cálculo de um sistema de bornbe-
amento.
Figura 125. Esquema para cálculo de um sistema de bombe-
amento.
Figura 126. Gráfico de Moody no cálculo de f para tubos.
Figura 127. Canal de seção quadrada.
Figura 128. Canal de seção retangular.
Figura 129. Canal de seção trapezoidal.
Figura 130. Canal de seção semicircular.
Figura 131. Canal de seção semicircular com fundo em arco
de círculo.
Figura 132. Canal de seção trapezoidal com elementos de
cálculo.
Figura 133.Velocidadeda água na seçãohidráulica de um canal.
Figura 134. Trecho de um canal irregular para determinação
das velocidades superficial e média da água.
Figura 135. Canal de seção trapezoidal para análise da máxi-
ma eficiência.
Figura 136. Canal de seção trapezoidal para análise da máxi-
ma eficiência.
Figura 137. Canal de seção trapezoidal para análise da máxi-
ma eficiência.
Figura 138. Canal revestido com alvenaria de tijolo.
Figura 139. Canal revestido com concreto simples mostran-
do juntas de dilatação.
Figura 140. Salto hidráulico.
Figura 141. Sifão transpondo obstáculo
Figura 142. Caixa derivadora de vazão de um canal.
Figura 143. Curva de um canal em terreno de topografia aci-
dentada.
Figura 144. Canal de seção trapezoidal com dados para cál
culo de vazão.
Figura 145. Canal de seção quadrada com dados para dimen-
sionamento.
Figura 146. Canal de seção semicircular com dados para di-
mensionamento.
Figura 147.Trecho de um canal para determinação de veloci-
dade média da água.
Figura 148. Seções S, e S2no aterro de um canal.
Figura 149. Filtro mecânico de tela normal a seção hidráulica
de um canal.
Figura 150. Filtro mecânico de tela inclinada para montante
na seção hidráulica de um canal.
Figura 151. Filtro mecânico com tela de filtração em V.
Figura 152. Filtro mecânico com tela de reforço a montante.
Figura 153. Filtro mecânico de cascalho com fluxo horizontal.
Figura 154. Filtro mecânico de fluxo ascendente.
Figura 155. Filtro de areia sob pressão.
Figura 156. Filtro de cascalho e areia sob pressão.
Figura 157. Filtro biológico com sistema "AIR LIFf"
Figura 158. Filtro mecânico tipo caixa de fluxo descendente.
LISTA DE TABELAS
Tabela 01.
Tabela 02.
Tabela 03.
Tabela 04.
Tabela 05.
Tabela 06.
Tabela 07.
Tabela 08.
Tabela 09.
Tabela 10.
Tabela 11.
Tabela 12.
Tabela 13.
Tabela 14.
Parâmetros físico-químicos recomendados para
água de abastecimento de viveiros de Macrobra-
chium Spp.
Níveis desejáveis em análise química da água
para piscicultura.
Classificação granulométrica dos solos proposta
pelo Departamento de Agricultura dos Estados
Unidos (Os nomes em maiúsculas correspondem
a classificação internacional).
Classes de permeabilidade de solos para obras de
engenharia civil.
Peso por m3 de concreto de consistência média,
para diversos tipos de agregados graúdos.
Valores fator água-cimento acordo com a exposi-
ção da obra.
Consumo de materiais para realizar os principais
serviços de cons trução de prédios.
Diâmetro da tubulação de drenagem para viveiros
de água doce e salobra (dados obtidos na prática).
Tabela prática para o cálculo do movimento de
terra em m3/h para construção de barragens, di-
ques, etc.
Coeficientede descarga Cpara bueiros de concreto.
Consumo de água no meio rural para uso domés-
tico, animal, público, irrigação e piscicultura.
Largura do coroamento de barragens em função
da altura do maciço.
Rendimento pluvial de bacias utilizando a fór-
mula do Engo. Aguiar.
Valores de "U" correspondente aos vários tipos
de bacias.
Tabela 15. Coeficientes de escoamento (C) para áreas agrí-
colas inferiores a 500 ha em função da topogra-
fia, da cobertura e do tipo de solo.
Tabela 16. Tempos de concentração, baseados na extensão
da área, para bacias hidráulicas de comprimento
aproximadamente duplo da largura média e to-
pografia ondulada (5% de declividade média).
Tabela 17. Escala aproximada das intensidade máximas de
chuva (1), em mm/h, possíveis de ocorrer em dife-
rentes durações (d) ou tempos de concentração (te),
numa freqüência provável (f) ou período de segu-
rança de 5, 10 e 25 anos, nas duas principais zonas
de chuva da região cafeeirado BrasilMeridional.
Tabela 18. Componentes Cr, C2 e C3, do coeficiente de
MacMath.
Tabela 19. (Ryves) coeficientes hidrométricos "K"e "C".
Tabela 20. Valores de x e y para o traçado do perfil "Crea-
ger" (H = irn).
Tabela 21. Perdas localizadas expressas em diâmetros de
canalização (comprimentos equivalentes).
Tabela 22. Valores do coeficiente C da equação de Hazen-
-Williams.
Tabela 23. Potência dos motores elétricos, diesel e gasolina.
Tabela 24. Margem de segurança para os motores elétricos.
Tabela 25. Potência dos motores nacionais (HP).
Tabela 26. Limites máximos de velocidade para recalques
curtos.
Tabela 27. Base dos grupos elevatórios a prever em

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