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Livro - Engenharia para Aquicultura e Desenho Técnico para Engenharia Aquicola

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projetos.
Tabela 28. Comprimentos equivalentes a perdas localizadas.
(Expressos em metros de canalização retilínea).
Tabela 29. Relação entre a velocidade média (Vm) e a máxi-
ma (Vmax).
Tabela 30. Valores de coeficiente y ou de aspereza das par -
des de um canal.
Tabela 31. Declividade aproximada de um canal, em função
de seu tamanho e vazão.
Tabela 32. Limites de velocidade média para evitar o pro-
cesso de erosão.
Tabela 33. Distância entre saltos de acordo com a declivida-
de do terreno.
Tabela 34. Valores práticos do coeficiente de descarga Cd
segundo Fanning.
Tabela 35. Raio das curvas nos canais em função da sua des-
carga e da textura do solo.
Tabela 36. Coeficientes de permeabilidade.
LISTA DE EQUAÇÕES
1. Volume de água necessário (Vn) ao abastecimento dos vi-
veiros e tanques de uma fazenda.
2. Porosidade (P) de um solo em função do seu volume de
vazios e do seu volume total.
3. Porosidade (Pn) de um solo em função da sua densidade
aparente e real
4. Densidade aparente (da) de um solo.
5. Densidade real (dr) das partículas de um solo.
6. Limite de Liquidez (LL) de um solo.
7. Índice de plasticidade (lP) de um solo.
8. Infiltração (I) da água em um solo.
9. Coeficiente de permeabilidade (K) de um solo.
10. Equação de Darcy para perda de água por infiltração.
11. Cálculo do cimento para as argamassas.
12. Cálculo da areia para as argamassas de cal.
13. Cálculo da cal para as argamassas.
14. Cálculo da areia para as argamassas.
15. Cálculo do cimento para as argamassas com saibro.
16. Cálculo da areia para as argamassas com saibro.
17. Cálculo do saibro para as argamassas.
18. Cálculo do cimento para os concretos.
19. Cálculo da areia para os concretos.
20. Cálculo da brita para os concretos.
21. Cálculo do número de sacos de cimento.
22. Cálculo da areia em metros cúbicos.
23. Cálculo da brita em metros cúbicos.
24. Volume real (VR) de material argiloso para construção do
dique de um viveiro.
25. Vazão (Q) da tubulação de um monge.
26. Largura da crista (b) de uma barragem de terra.
27. Largura da crista (1) de uma barragem de terra.
')8. Largura da crista (C) de uma barragem de terra.
1)9. Volume total (Vt) do maciço de barragem.
:~().Altura da onda (hw) em uma bacia hidráulica.
:i I. Espessura aproximada (t) de um cobertor a montante do
corpo de uma barragem de terra.
:~2.Espessura (t') de um cobertor para materiais menos im-
permeáveis.
:33.Sub-pressão(Sp)da águano maciçode umabarragem deterra.
:34.Peso (P) por metro de barragem de terra.
5. Grau de compactação (C) de um solo.
36. Intensidade (1) de chuva.
37. Rendimento pluvial (Rmm) de uma bacia hidrográfica.
38. Rendimento pluvial (R%) de uma bacia hidrográfica para
bacias com precipitação média anual (H »tooomm).
39. Volume afluente anual (Va).
40. Rendimento pluvial (R%) de uma bacia hidrográfica para
H < 1000mm.
41. Coeficiente(K)de sangramento de uma barragem em função
dovolume armazenado e a área da bacia de contribuição (Sb).
42. Volume de armazenamento (Var) para pequenas barragens.
43. Escoamento máximo (Q) de uma bacia hidrográfica, dentro
de um período de segurança de 5, 10, 25, 50 ou 100 anos.
44. Tempo de concentração (Te) da fórmula de "Kirpich".
45. Descarga máxima (Qmax) para bacias hidrográficas de
500 a 200.000 há (método de Ryves).
46. Descarga máxima (Qmax) para bacias hidrográficas (mé-
todo de MacMath).
47. Descarga máxima secular (Qs) para bacias hidrográficas
(método Aguiar).
48. Volumes total de armazenamento (Vt) de uma bacia hi-
drográfica.
49. Volume total de armazenamento (Vt) de uma bacia hidro-
gráfica, para um reservatório cheio.
50. Largura de um sangra douro (L) em função da descarga
máxima secular (Qs) e a lâmina de sangria (H).
51. Seção (Ss) de um sangradouro para barragens de terra.
52. Largura (B) da base do muro de proteção, no sangradou-
ro, de uma barragem de terra.
53. Capacidade (C) de uma bacia hidráulica para uma reple-
ção em dois anos de inverno normal.
54. Descarga máxima estimada (Q) para o perfil "Creager".
55. Coeficiente de trabalho (a) de um solo.
56. Ordenada vertical (y) do centro de gravidade de uma bar-
ragem-peso.
57. Ordenada horizontal (x) do centro de gravidade de uma
barragem-peso.
58. Momentos de estabilidade (Pl) e de instabilidade (Ih) de
uma barragem-peso.
59. Distância (d) da resultante do sistema de forças P e I, em rela-
ção ao ponto dos momentos (PI)e (Ih) na base da barragem.
60. Distância (d) do ponto de interseção (m).
61. Potência (P) ou força motriz de um conjunto elevatório.
62. Relação entre as vazões (QI e Q2) e as rotações (rpm e
rpm.).
63. Relação entre as alturas manométricas (HI e H2) e as ro-
tações (rpm)" e (rpm.)".
64. Relação entre as potências (PI e P2) e as rotações (rpm)"
e (rpm)".
65. Diâmetro econômico (D) de uma tubulação.
66. Diâmetro econômico (D) de uma tubulação, levando em
conta os custos envolvidos.
67. Vazão ou descarga (Q) dos canais.
68. Área da seção média (S) de um canal.
69. Velocidade superficial (Vs) da água em um canal.
70. Velocidade média (Vm) da água em um canal.
71. Vazão ou descarga (Q) de um canal.
72. Seção molhada (S) de um canal.
73. Velocidade média (V)da água em um canal.
74. Coeficiente de velocidade (C) da água em um canal.
75. Raio hidráulico (R) para a seção de um canal de máxima
eficiência.
76. Largura da soleira (L) de um canal de máxima eficiência.
77. Altura real ou de construção (A') da seção hidráulica de
um canal de máxima eficiência.
78. Velocidade da água em um sifão.
79. Vazão ou descarga de um sifão.
80. Comprimento de curvas para os canais.
81. Velocidade média da água em um meio filtrante.
82. Taxa de fluxo ou de vazão de um filtro mecânico.
83. Taxa de fluxo ou vazão de um filtro mecânico, associada
a velocidade média através da camada filtrante (Darcy).
LISTA DE QUADROS
Quadro 1. Determinação do tempo da infiltração da água
no solo a nível de campo.
Quadro 2. Dados para determinação do coeficiente de per-
meabilidade (K) e as perdas por infiltração (q) de
um solo, no campo.
Quadro 3. Traços de argamassas e utilizações mais comuns.
Quadro 4· Traço dos concretos e suas aplicaçõesmais comuns.
Quadro 5. Modelo de quadro orçamentário.
PREFÁCIO
o presente livro obra cuidadosamente produzido como
fruto de diversos anos de trabalho do Professor Mestre Pedro
Noberto de Oliveira,corresponde a uma compilação aprimorada
do material por ele utilizado e extensivamente testado durante
todos os anos o qual se dedicou ao curso de Engenharia de Pes-
ca, em disciplinas de graduação e de pós-graduação ministradas
efetivamente na Universidade Federal Rural de Pernambuco e
na Universidade do Estado da Bahia, sem falar em outras tantas
Universidades do País que o solicitaram e ainda o solicitam.
O material aqui apresentado tem como finalidade prin-
cipal servir como texto fundamental de estudo sobre a Enge-
nharia para Aquicultura, que constituiu a estrutura teórico-
-conceitual de sua particular área de interesse, destacando-o
como Professor Fundador da disciplina ainda na década de 70
no primeiro curso de Engenharia de Pesca do País.
Não é difícilnotar em alguns cursos de Engenharia de Pesca
uma tendência relativamente recente, manifesta através de pe-
rigosos desvios curriculares que, em nome de questionamentos
quanto à utilidade imediata de temas ligados às bases da área,
reduzem drasticamente a atenção do curso em relação a maté-
rias de formação centradas na Engenharia. Esse livro é uma nova
edição melhorada, revisada e incrementada dessa área tão fun-
damental para todos os cursos de Engenharia de Pesca.
Desejamos aos professores que tirem o melhor provei-
to deste trabalho em suas aulas, e alunos e profissionais que
utilizem o livro em seus estudos, pois a dedicação de Pedri-
nho carinhosamente como o chamamos, em elaborar essa
nova edição faz desse livro um referencial da Engenharia para
Aquicultura no Brasil.
Adriana Cunha
SUMÁRIO
l.
2.
2.11
2.2.
2.2.1
2.2.2.
2.2.2.1
2.2.2.2.
2.2.2·3·
2·3·
2·3·1.
2·3·2.
3·
3·1.
3·2.
3·3·
3-4·
3·5·
3·6.
3.6.1
3·6.1.1.

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