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COVID-19 - BREVE LINHA DO TEMPO: 2020 e 2021

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COVID-19 - BREVE LINHA DO TEMPO: 2020 e 2021.

Como forma de análise das ações realizadas pelo Governo Federal para enfrentamento ao novo coronavírus, o relatório será composto por uma breve recapitulação das principais ações tendo em vista o início da epidemia na China em dezembro de 2019. Dessa forma, a primeira medida a ser considerada é referente a publicação feita pelo Ministério da Saúde, de um Plano de Contingência Nacional para resposta à COVID-19 em fevereiro de 2020 que serviria como regra para lidar com a chegada de brasileiros que estavam na cidade de Wuhan, na China, considerado ponto central da epidemia.

No mesmo mês foi identificado em São Paulo o primeiro caso de Coronavírus no Brasil, paciente era um homem que havia voltado de uma viagem à Itália. Em março, o segundo caso foi identificado também em São Paulo. A Organização Mundial de Saúde declara pandemia. O Distrito Federal inicia as suspensões de serviços com atendimento ao público e demais estados também tomam medidas que durariam em princípio quinze dias. O Presidente da República realizou viagem a Miami, região considerada de alto risco, vinte pessoas que estavam na comitiva tiveram positivo para a doença. Ele também indica o uso de hidroxicloroquina no tratamento da doença, sem comprovação médica de sua eficácia. O número de casos identificados sobe para 4.683 e são contabilizadas 167 mortes no fim de março.

No início de abril, o Brasil estabeleceu que todas as pessoas devem usar máscaras de proteção. Ministro da Saúde segue orientações da OMS para isolamento social mais forte e contrária Presidente que segue relutante e apresenta declarações contra as restrições. Com o total de 30.891 casos confirmados em meados de abril, Ministro da Saúde é exonerado e outro assume, mantendo as recomendações de distanciamento social. Em maio, o Brasil ultrapassou a China em número de mortes. Estados consideram decretar lockdown e bloquear estradas e circulação de pessoas. Presidente edita lista de serviços essenciais e inclui atividades industriais, salão de beleza, academias e barbearias. Ministro da Saúde pede demissão por não possuir autonomia e divergir do posicionamento do Presidente que marca presença em ato antidemocrático e anti-Supremo Tribunal Federal.

Em junho, o Ministério da Saúde começa a atrasar a divulgação dos dados sobre a pandemia e registra menos casos em relação ao que foi averiguado nas secretarias estaduais de saúde e logo após retira do ar a plataforma com as informações que volta a funcionar dias depois seguindo determinação do Supremo Tribunal Federal. Governo anuncia parceria com farmacêutica AstraZeneca e Universidade de Oxford para desenvolvimento e produção de vacinas. Já em julho, o Brasil registra 1,6 milhão de casos desde o início da pandemia. O Presidente anunciou que testou positivo para COVID-19.

Agosto inicia com 94.130 mortes confirmadas em decorrência da COVID-19. Instituto Butantan informa possibilidade de vacinação ainda em outubro de 2020. Em setembro, seguem os testes da vacina CoronaVac e boletim epidemiológico informa queda de 11% na média de óbitos e sete estados apresentam estabilização. Já em outubro, a vacina de Oxford que seria enviada até o fim do ano tem entrega adiada para janeiro de 2021 e Brasil registra queda de 25% dos óbitos. Em novembro, Brasil se encontra na terceira fase de teste da CoronaVac que é suspensa após a morte de um dos voluntários e retoma após averiguação da Anvisa. Dados informam que o Brasil está na segunda onda de contágio da COVID-19. Na primeira quinzena de dezembro, Brasil ultrapassa a marca de 180 mil mortos e governo apresenta rascunho para plano de vacinação. 

Iniciando em 2021, após as festas de fim de ano, o Brasil registrou a 3ª maior alta no número de óbitos. Manaus vive um momento delicado com falta de suprimentos e superlotação de hospitais. Nova variante do vírus é encontrada. A Anvisa autoriza uso emergencial das vacinas CoronaVac e Vacina de Oxford e o país inicia a vacinação. Chega fevereiro e o Brasil se aproxima de 250 mil mortes. Completando um ano de pandemia, março registra a pior fase com cerca de quase 2000 mortes por dia. Presidente escolhe novo Ministro da Saúde. Fiocruz indica que o Brasil vive o pior momento da pandemia, onde 24 estados e o Distrito Federal se encontram com a taxa de ocupação de leitos em cerca de 80%. País bate novo recorde, são agora 3,6 mil mortes em 24 horas.


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