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receptores sensoriais

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as glândulas. 
A salivação limpa as moléculas para recepção de 
novos sabores. 
 
Universidade Federal do Rio de Janeiro| Neuro-histologia – Fernanda Daumas 
 RECEPTORES SENSORIAIS 
 
 
 
OLFAÇÃO 
• No teto da cavidade nasal temos um epitélio sen-
sorial olfativo. Nele temos também três tipos de 
células olfativas, sendo que um deles já é o neurô-
nio. 
❖ Células de sustentação: células com núcleo mais 
próximos a superfície livre do epitélio. Se asseme-
lham as células da glia. Suporte metabólico para os 
neurônios. 
❖ Neurônios bipolares: células que terão os recepto-
res para as moléculas olfatórias. Estão mais no 
meio. Um axônio forma o nervo olfatório e o outro 
forma prolongamentos comprimidos na cavidade 
nasal. São semelhantes aos cílios e possuem vários 
receptores para moléculas olfatórias. 
❖ Célula basal: célula tronco e mais próxima ao te-
cido conjuntivo. Elas também se diferenciam nas 
outras células. Uso de drogas e poluição podem le-
sionar as outras células desse epitélio. São células 
mais profundas próximas ao tecido conjuntivo. 
• Esse tecido também tem glândulas que produzem 
muco para retirar as moléculas que ali estavam. 
Quando essas moléculas ficam ali por muito tempo 
há uma dessensibilização do cheiro que aquela 
molécula traz. Quando passamos um perfume logo 
após paramos de sentir esse cheiro, mas ele conti-
nua ali, apenas fomos dessensibilizados. 
• Na cavidade nasal os prolongamentos possuem vá-
rios receptores. Esses receptores são todos acopla-
dos a proteína G. alguns possuem afinidade para 
um cheiro mais azedo enquanto outros podem ter 
afinidade para um cheiro mais pútrido. Depen-
dendo do conjunto de receptores que forem ativa-
dos vamos sentir um cheiro especifico ou não.
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