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8_Funções Executivas_22_10 GANHEI

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EBOOK 
TIAGO EUGÊNIO
ANA LÚCIA HENEMANN
ANA LÚCIA HENEMANN
TIAGO J. B. EUGÊNIO
FUNÇÕES EXECUTIVAS
NA APRENDIZAGEM
1ª Edição
São Paulo
Tiago José Benedito Eugênio
2019
E87p Henemann, Ana L.; Eugênio, Tiago J. B. 
Funções executivas na aprendizagem: propostas de 
Atividades analógicas – Ana Lúcia Henemann, 
Tiago J. B. Eugênio – São Paulo: edição do autor, 
2019. 
40p.
1. Neurociência 2. Educação 3. Psicologia
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) 
(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
Esta licença permite a redistribuição não comercial, desde que o
trabalho seja distribuído inalterado e no seu todo, com crédito atribuído
ao autor desta obra.
Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons –
Atribuição Não-comercial 4.0 Internacional (CC BY-NC 4.0). Para conhecer 
outras obra Creative Commons do autor, acesse: tiagoeugenio.com.br
tiagoeugenio.com.br
UMA EMPRESA 
CHAMADA 
CÉREBRO
CAPÍTULO 1
Como nosso cérebro faz associações, caso alguém ler a
expressão “Funções executivas” sem ter conhecimento prévio do
assunto, vai lembrar do quê?
A princípio, provavelmente, lembrará da imagem de um
executivo ou algo ligado à organização e gestão empresarial.
Digamos que a associação está parcialmente correta, pois tais
funções localizam-se dentro de uma “grande empresa”: seu
cérebro.
As Funções Executivas referem-se a um conjunto de habilidades
mentais que trabalham de modo cooperativo para ajudar as
pessoas a alcançarem metas. Estas habilidades são
coordenadas pelo córtex pré-frontal,
Córtex Pré-Frontal
Guerra (2011, p.92) salienta que: “Como as histórias individuais
são diferentes, também o desenvolvimento das funções
executivas terá́ trajetórias desiguais para cada pessoa, e as
habilidades adquiridas serão provavelmente distintas”.
Numa perspectiva neuropsicológica, pode-se dizer que estas
funções compreendem fenômenos de flexibilidade cognitiva e
tomada de decisões.
Vamos pensar em algumas capacidades que crianças/adultos
precisariam ter interagindo num jogo de memória:
- Focar no objetivo
- Gerir o tempo e atenção;
- Controle de foco;
- Planejar e organizar jogadas (isso exige flexibilidade, pois terá
que mudar suas ações conforme a jogada do outro);
- Lembrar-se de detalhes; inibir o comportamento (a criança tem
de ter controle inibitório, ela para tudo o que está fazendo e
deixa a outra criança ter a vez);
- Integrar experiências passadas com o presente (ou seja,
construir estratégias para ter um desempenho no jogo).
Funções executivas na aprendizagem: analógicas | Ana Henemann, Tiago J. B. Eugênio8
O exemplo do jogo, pode ser aplicado a qualquer outra
atividade que realizamos no dia-a-dia, pois ter o bom
funcionamento de nossas funções executivas nos permitem
maior desempenho em tudo que fizermos.
Quando um indivíduo apresenta déficit nestas funções, o
comportamento/desempenho torna-se ineficiente afetando a
capacidade de manter relações sociais adequadas, pois
precisamos ser aptos a trabalhar efetivamente com os outros,
com as distrações, ou seja, com as múltiplas demandas
provindas do meio.
Porém, conforme Guerra (2011, p.89) existem indivíduos que
apresentam “disfunções executivas”, ou seja: indivíduos com
lesões pré-frontais podem apresentar uma série de problemas
que caracterizam as chamadas “disfunções executivas”.
Alguns, embora apresentem um nível de inteligência inalterado,
podem se tornar apáticos e serem incapazes de tomar
decisões necessárias no dia a dia. Ou as tomam de uma forma
desastrada, que não leva em conta prioridades, consequências
ou os riscos envolvidos, além de não conseguirem perceber e
avaliar os próprios erros.
Outros podem ser impulsivos, incapazes de inibir
comportamentos inadequados ou de flexibilizar sua conduta,
mesmo constatando que suas ações não levam ao objetivo
determinado. Podem ter uma tendência a perseverar, ou insistir
em ações já em andamento, mesmo que elas se mostrem
ineficientes, ou podem deixar de avaliar as consequências de
suas ações no futuro e comportar-se de forma inadequada e
antissocial."
Distúrbios e transtornos tais como TDAH (Transtornos de
Déficit de Atenção e Hiperatividade), TID (Transtornos
Invasivos do Desenvolvimento), TGD (Transtornos Globais do
Desenvolvimento) ou vítimas de lesões cerebrais traumáticas
podem apresentar dificuldades nas funções executivas, por
causa das alterações na área pré-frontal, mas com o auxílio de
profissionais, tais como psicólogos (neuropsicólogos),
psicopedagogo (neuropsicopedagogo), entre outros, há
possibilidades de realizar atividades que auxiliem no melhor
desempenho das funções executivas.
Funções executivas na aprendizagem: analógicas | Ana Henemann, Tiago J. B. Eugênio8
Suponha que um indivíduo tenha um trabalho acadêmico a ser
apresentado num período de 10 dias, mas apenas um dia anterior
comece a organizá-lo. Ou quem sabe, nem o faça.
Se pensarmos em questões de organização, o ideal seria iniciar
uns dias antes, mas, para isso, é preciso disciplina,
autorregulação, ou seja, dizer não para algumas coisas que são
desnecessárias e sim para o que realmente é essencial.
Imagine: uma criança recebeu um dinheiro x para comprar seu
lanche ou algum material escolar de que necessita, mas no
percurso para a escola viu algum brinquedo e resolveu gastar seu
dinheiro com o mesmo.... Ficou sem lanche, gastou
desnecessariamente... Talvez você pense: - mas é só uma
criança!!!
O fato é que a construção do bom desempenho das funções
executivas inicia-se “no berço”. Cada fase da vida exige o
aprimoramento destas funções, pois se não desenvolvermos
essas habilidades durante a infância e adolescência, estaremos
fadados a ter sérios problemas quando adultos: seja para manter
um emprego, manter um casamento, criar filhos, relacionar-nos
com os outros, interagir em sociedade.
Vejamos outro exemplo: um adulto que tem um dinheiro x para
sobreviver durante um certo período de tempo, mas gastou este
dinheiro. Encontrou comprando algo que supôs interessante e
acabou sem recursos financeiros. Gastou, mais uma vez,
desnecessariamente... Todos os exemplos, alertam para a
importância de funções executivas bem desenvolvidas.
Funções executivas na aprendizagem: analógicas | Ana Henemann, Tiago J. B. Eugênio8
Como pais e professores podemos auxiliar e muito no
desenvolvimento destas funções, pautados na organização
(regras) e metacognição (pensar sobre o pensar).
O simples fato de criar rotinas e regras pré-estabelecidas servem
de grande auxilio, mas se faz necessário, juntamente com as
crianças/adolescentes o “sentipensar” sobre as ações e atitudes
que tiveram em determinada situação, promovem a metacognição
= o que foi feito, que ações/estratégias usei, quais os resultados, o
que posso fazer diferente numa próxima oportunidade.
Nesse sentido, Guerra (2011) mencionando Gardner, nos diz que
muito se fala sobre o aprender a aprender, entretanto pouco se
ensina como realmente aprender, mas se quisermos bom
desempenho na vida, precisamos de um bom funcionamento de
nossas funções executivas e só conseguiremos isso quando
praticarmos o exercício da metacognição revendo constantemente
nossas metas, estratégias e possibilidades de readaptações,
assim nossa aprendizagem se mostra muito mais eficaz, pois
numa concepção neurobiológica “aprender é modificar
comportamentos”.
Funções executivas na aprendizagem: analógicas | Ana Henemann, Tiago J. B. Eugênio8
FUNÇÕES 
EXECUTIVAS
CAPÍTULO 2
Temos um aparato biológico que está em pleno desenvolvimento
e juntamente com a interação com o meio vai sendo “esculpido”.
Deste modo, as funções executivas precisam ser ensinadas e
trabalhadas ao longo de nossa constituição como seres humanos.
As Funções executivas (FEs) são desenvolvidas ao longo da vida
do indivíduo. Tarefas que mobilizam essas funções cognitivas
favorecem o aumento da capacidade do indivíduo de gerir com
eficiências demandas de organização,planejamento, flexibilidade
cognitiva, controle inibitório e memória operacional.
O jogar e o brincar são os principais promotores das Funções
executivas (FEs), sendo dessa forma importantes instrumentos e
artefatos adequados para professores e terapeutas utilizar em sua
abordagem educacional ou clínica.
Aprender a partir da curiosidade| Tiago J. B. Eugênio5
Porém, é importante ter um plano de ações que priorize o
desenvolvimento eficaz das FEs, por meio do brincar e do
jogar, pois caso contrário estaremos apenas aplicando jogos
isoladamente, sem propósito de desenvolver sistematicamente
e intencionalmente as habilidades relacionadas às FEs.
O primeiro passo é entender a associação entre áreas do
cérebro e o desenvolvimento de habilidades e funções
executivas específicas
Córtex pré-frontal 
dorsolateral
Responsável pelo planejamento 
e flexibilidade comportamental
Córtex pré-frontal 
dorsolateral
O córtex pré-frontal dorsolateral (DLPFC) é conhecida por
seu envolvimento nas funções executivas, que é um termo
genérico para o gerenciamento de processos
cognitivos , incluindo memória de trabalho ,flexibilidade
cognitiva, e planejamento .
A importância do córtex dorsolateral para a memória de
trabalho foi reforçada por estudos com macacos adultos. As
lesões que destruíram esta região interromperam o
desempenho dos macacos na tarefa de resposta A-não-B /
atraso, enquanto lesões em outras partes do cérebro não
prejudicaram seu desempenho nesta tarefa.
O DLPFC não é necessário para a memória de um único
item. Assim, danos no córtex pré-frontal dorsolateral não
prejudicam a memória de reconhecimento. No entanto, se
dois itens devem ser comparados, o envolvimento do
DLPFC é necessário. Pessoas com DLPFC danificado não
conseguem identificar uma imagem que viram depois de
algum tempo, quando tiveram a oportunidade de escolher
entre duas fotos. Além disso, esses sujeitos também
falharam no Wisconsin Card-Sorting Test, pois eles perdem
o controle da regra atualmente correta e persistentemente
organizam suas cartas na regra correta anteriormente.
Além disso, como o DLPFC lida com o pensamento ativo e o
teste de realidade, ele não está ativo quando se está
dormindo. Da mesma forma, o DLPFC é mais
frequentemente relacionado à disfunção de movimentação,
atenção e motivação.
Córtex pré-frontal 
orbitofrontal
Responsável pela 
avaliação dos riscos 
envolvidos em ações e 
inibição de respostas 
inapropriadas
Córtex pré-frontal 
medial
Responsável pelas 
atividades de 
autorregulação e correção 
de erros e falhas na 
execução de uma 
determinada ação.
Córtex motor
Outras regiões fora do 
CPF estão associadas ao 
desenvolvimento do 
desempenho das funções 
executivas, incluindo o 
córtex cingulado, o córtex 
insular e o córtex motor
ATIVIDADES 
ANALÓGICAS
CAPÍTULO 2
PRESTE ATENÇÃO!
VOCÊ VERÁ IMAGENS E 
ALGUMAS SÍLABAS DESTACADAS, 
ENTÃO DEVERÁ DIZER QUAIS QUE 
FAZEM PARTE DO NOME DA 
IMAGEM
ATENÇÃO E 
FLEXIBILIDADE 
COGNITIVA 
O QUE 
ESTAMOS 
TREINANDO...
ATIVIDADE 01
CA BE BO
BU NA ZI
NÉ BO ME
BO LO PO
NA BA NA
NE CA BO
DA TA BO
BI TO CO
PRESTE ATENÇÃO!
VOCÊ VERÁ IMAGENS ONDE HAVERÁ UMA ESCRITA 
NA PARTE POSTERIOR E UMA COR NA PARTE 
INFERIOR. VOCÊ TERÁ QUE EXECUTAR AS SEGUINTES 
AÇÕES: 
ATENÇÃO, MEMÓRIA 
OPERACIONAL E 
FLEXIBILIDADE 
COGNITIVA 
O QUE 
ESTAMOS 
TREINANDO...
ATIVIDADE 02
PRESTE ATENÇÃO! E RAPIDAMENTE 
EXECUTE OS SEGUINTES GESTOS SE. . .
O SIGNIFICADO DA PALAVRA EM CIMA 
CORRESPONDE A IMAGEM EM BAIXO.
O SIGNIFICADO DA PALAVRA EM CIMA NÃO
CORRESPONDE A IMAGEM EM BAIXO
VERDE
MARROM
PRETO
VERDE
AMARELO
PRETO
LARANJA
VERMELHO
AZUL
VERMELHO
PRETO
AMARELO
ROXO
MARROM
JOGO DOS PONTOS!
Cada jogador vai fazendo um traço ligando2 
pontos. Quando conseguir fechar 1 
quadrado, sinaliza com a inicial de seu nome. 
No final é verificado quem conseguiu fechar a 
maior quantidade de quadrados. 
ATENÇÃO, 
PLANEJAMENTO E 
FLEXIBILIDADE 
COGNITIVA 
O QUE 
ESTAMOS 
TREINANDO...
ATIVIDADE 03
Funções executivas na aprendizagem: analógicas | Ana Henemann, Tiago J. B. Eugênio8
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SOBRE A AUTORA
Ana Lúcia Henemann é Neuropsicopedagoga
Clínica (Espaço NeuroPsi), professora em
cursos de pós-graduação em
Neuropsicopedagogia (CENSUPEG).
Palestrante. Participou como membro do
Conselho Técnico da SBNPp (2016-2018)
(2018-2020). Co-fundadora e diretora
pedagógica na Plataforma Educacional
Neurons. Co-autora no livro infantil Os
Neurons e as Joias do Saber.
Especialista em Neuropsicopedagogia Clínica (CENSUPEG).
Neuropsicopedagogia e Educação Especial Inclusiva (CENSUPEG).
Neuroaprendizagem (UNOPAR) e Alfabetização(UNICID).
Cursos que ministra: Funções Executivas e aprendizagem. Intervenção
Neuropsicopedagógica com uso de jogos cognitivos. Alfabetização e
Consciência Fonológica. Habilidades matemáticas nos anos iniciais e
estratégias de intervenção. Atua há 35 anos no contexto da
aprendizagem, auxiliando indivíduos que apresentam dificuldades em
aprender, desenvolvendo atividades focadas na estimulação cognitiva,
através de jogos, tarefas e treinamento de habilidades.
SOBRE O AUTOR
Tiago J. B. Eugênio é escritor, palestrante e
consultor nas áreas de games e gamificação,
neurociências e educação. É autor do Livro
Por Dentro do Jogo, e de diversos artigos, nos
quais discute temas interdisciplinares como
empatia, videogames, curiosidade,
criatividade, saúde e tecnologias digitais. É
colunista da revista Psique: Ciência e Vida e
articulista da Neuroeducação.
Mestre em Psicobiologia pela UFRN. Professor de Pós-graduação em
instituições como USP, UNIFESP, Faculdade de Ciências Médicas da
Santa Casa e Instituto Singularidades. Tem formação em Game-based
leaning pela Quest to Learn em Nova York e em comunidades de
aprendizagem pelas Escuelas Experimentales do Ushuaia.
Sócio-diretor da consultoria Educ4x100, designer de aprendizagem da
Rhyzos Educação e empreendedor na área de EdTech, recebendo
investimento de investidor-anjo para criar currículos gamificados para
estudantes do ensino Fundamental e Médio.
https://clickneurons.com.br

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