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Usados para refinar o acabamento do preparo de cavidades e remover tecido cariado extenso, de modo a cortar, clivar e planificar a estrutura dentária ou complementar a ação dos instrumentos rotatórios. Simples: uma ponta ativa. Duplos: duas pontas ativas. Partes constituintes - Cabo (haste) - Intermediário (colo) - Lâmina (ponta ativa) Cabo Geralmente reto, serrilhado (para maior segurança na apreensão do instrumento), sextavado ou oitavado. Uma das suas faces é reta e apresenta a fórmula do instrumento. 3 números Instrumentos cuja extremidade cortante forma um ângulo reto com o eixo longitudinal da lâmina. 4 números extremidade ativa em outra angulação. Constituição da fórmula (esquerda direita): 1° número: largura da lâmina 2° número: comprimento da lâmina 3° número: ângulo formado pela lâmina e o eixo longitudinal do cabo. 4° número: ângulo formado pela extremidade cortante da lâmina e o eixo longitudinal do instrumento. Colo Ângulos de compensação: Ocorre nos ângulos formados integralmente pelo colo para melhor eficácia da ação do instrumento e para evitar que haja rotação, quando aplicado um grande esforço. Cinzéis Instrumentos usados principalmente para planificar e clivar o esmalte (acabamento). Podem ter diferentes formas e angulações e são denominados: retos, monoangulados, biangulados, Wedelstaedt. Enxada São semelhantes aos cinzéis, exceto, que o ângulo da lâmina é próximo de 25°. São usadas para alisar as paredes cavitárias, principalmente as de classe V. Seu uso é principalmente indicado para o acabamento final das paredes internas das cavidades. Qual a diferença entre um cinzel e uma enxada? Cinzel 12,5° Machados Indicados para clivar e aplainar esmalte e para planificar as paredes V e L das caixas proximais de preparos cavitários de classe II. Lâmina paralela ao longo eixo do instrumento. Recortadores de margem gengival São usados especialmente para planificação do ângulo cavossuperficial gengival, arredondamento do ângulo axiopulpar e determinação de retenção na parede gengival/cervical de cavidade de classe II. Importante para que a restauração não fique com “espaços” no limite entre material restaurador e parte natural do dente, evitando infiltrações, pigmentações, etc.