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Teorias sexuais infantis e a angústia de castração

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Qual o objetivo das teorias sexuais infantis 
e qual a relação destas teorias com a 
angústia de castração nas crianças? 
 
Desde o começo da vida, as crianças veem os adultos como fonte de todo 
e qualquer conhecimento. Sendo assim, quando o primeiro grande 
questionamento da vida surge, ou seja, quando as crianças começam a se 
perguntar acerca da origem dos bebês, recorrem aos pais em busca de 
respostas. Em boa parte das vezes, as explicações são insuficientes ou 
mentirosas, desenvolvendo um sentimento de desconfiança nas crianças para 
com os adultos. Portanto, elas passam a suspeitar que algo proibido está sendo 
escondido e começam a manter suas investigações para si. Assim, surgem as 
teorias sexuais infantis, que possuem o objetivo de apaziguar a inquietação 
sobre as origens dos bebês bem como sanar dúvidas sobre outras questões 
sexuais. 
Dessa maneira, a relação presente entre as teorias sexuais infantis e a 
angústia de castração se deve ao fato de que a primeira das teorias é baseada 
no desconhecimento das diferenças entre os sexos. Ao mesmo tempo em 
que há negação da existência de dois sexos distintos, o pênis é visto como um 
órgão de extrema relevância e, para tanto, cria-se a teoria de que ambos os 
sexos possuem ou possuirão esse genital. Devido à importância conferida ao 
órgão, instaura-se a angústia de castração, sendo esta definida pelo medo das 
ameaças de mutilação ou por receio de não desenvolver um pênis.

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