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Alzheimer - trabalho

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Alzheimer: Causas, sintomas, tratamentos e 
prevenção. 
Felipe Eleto Oliveira dos Reis- felipe.eleto@souunit.com.br 
Lourdes Andresa Ramos de Oliveira - lourdes.andresa@souunit.com.br 
Maria Eduarda Silva Sandes - maria.esandes@souunit.com.br 
Marina Maria de Melo Santana Andrade - marina.melo@souunit.com.br 
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Sumário 
Introdução ................................................................. 2 
Desenvolvimento da doença ..................................... 2 
Causas...................................................................... 3 
Sintomas ................................................................... 3 
Diagnóstico ............................................................... 4 
Tratamento ............................................................... 6 
Referências ............................................................... 7 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Alzheimer: Causas, sintomas, tratamentos e 
prevenção. 
Felipe Eleto Oliveira dos Reis- felipe.eleto@souunit.com.br 
Lourdes Andresa Ramos de Oliveira - lourdes.andresa@souunit.com.br 
Maria Eduarda Silva Sandes - maria.esandes@souunit.com.br 
Marina Maria de Melo Santana Andrade - marina.melo@souunit.com.br 
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Introdução 
 
 A doença de Alzheimer (DA) é uma doença degenerativa que ataca o cérebro. 
Inicia-se, frequentemente, após os 65 anos de idade e se caracteriza por uma 
perda progressiva das capacidades de pensar, raciocinar, memorizar, 
associada a alterações da linguagem e do comportamento. Esse conjunto de 
sintomas caracteriza o que chamamos de demência, que pode ter várias 
causas (inclusive pode ser uma alteração “normal” do envelhecimento) sendo a 
DA a principal delas. 
 A cada ano, uma em cada dez pessoas com mais de 80 anos de idade terá o 
diagnóstico de DA. Segundo estimativas, acredita-se que a doença acometa de 
8% a 15% da população com mais de 65 anos. A idade é o principal fator de 
risco para a doença, e a partir dos 65 anos, o risco dobra a cada 5 anos. 
Atualmente, existem em todo o mundo aproximadamente 17-25 milhões de 
pessoas com DA, o que demonstra sua grande importância. Nos países 
desenvolvidos, a DA representa a terceira causa de morte, perdendo apenas 
para as doenças cardiovasculares e para o câncer. No Brasil, não existem dados 
precisos sobre o número de pessoas com a doença. 
 Infelizmente, a DA não tem cura, porém algumas medidas podem ser tomadas 
para melhorar a qualidade de vida das pessoas acometidas e garantir a elas 
certo grau de segurança. Por isso, buscar informações a respeito é de extrema 
importância. 
Desenvolvimento da doença 
 
 O cérebro é o controlador de todo o funcionamento do corpo, e também da 
mente. Ele é subdividido em várias regiões, cada uma responsável por 
determinada atividade, como a fala, o caminhar, os movimentos dos dedos, a 
memória, o raciocínio, e outros. 
 No cérebro do paciente com DA, as células nervosas (neurônios) começam a 
morrer, levando à atrofia da região acometida e à formação das chamadas 
“placas senis”. Isso compromete a função da área afetada e, no caso da DA, a 
principal área acometida é a relacionada à memória, mas outras funções 
comprometidas são o raciocínio, a linguagem, a concentração, entre outras. 
Regiões que controlam os movimentos só são acometidas em fases bem 
avançadas da doença. 
 
Alzheimer: Causas, sintomas, tratamentos e 
prevenção. 
Felipe Eleto Oliveira dos Reis- felipe.eleto@souunit.com.br 
Lourdes Andresa Ramos de Oliveira - lourdes.andresa@souunit.com.br 
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Causas 
 
 Ainda não se sabe a causa da DA, apenas que ocorrem algumas alterações 
nas estruturas de comunicação entre os neurônios e também nas próprias 
células. Alguns fatores foram apontados como estando associados ao 
desenvolvimento da doença: 
 Redução das substâncias que funcionam como “comunicadoras”, entre as 
células nervosas (chamadas neurotransmissores); 
 Exposição e/ou intoxicação por metais (alumínio, manganês); 
 Infecções do cérebro ou das meninges (meningites, encefalites); 
 Hereditariedade: foram identificados quatro genes que aumentam a 
suscetibilidade à doença. 
Sintomas 
 
 Os sintomas da doença variam de pessoa para pessoa, e modificam-se à 
medida que ela progride. O primeiro sintoma, geralmente, é a queixa de 
esquecimentos. Quase todas as pessoas normalmente apresentam problemas 
de memória, à medida que envelhecem. No entanto, no paciente com DA esses 
problemas são bastante óbvios, mais do que em outras pessoas da mesma 
idade. Frases frequentemente ouvidas são: 
“- Eu vivo me esquecendo...” 
“- Não consigo me lembrar de onde deixei...” 
“- Eu esqueço com muita facilidade os números de telefone, e também de pagar 
as contas...” 
 Os pacientes apresentam dificuldades para lembrar-se de acontecimentos 
recentes, atividades, nomes de pessoas ou coisas. Eles começam a ter 
dificuldade para manter a atenção e a concentração vai ficando cada vez mais 
difícil. Com o passar do tempo, o esquecimento vai ficando mais grave e os 
amigos de trabalho já começam a notar os problemas. Inicia-se a dificuldade 
para escrever, ler e entender as coisas que são ditas ou lidas. A pessoa pode 
colocar os objetos em locais não habituais, e não é incomum passar a perdê-los 
(porque esquece onde os guardou). 
 Nos casos mais graves, a pessoa não consegue mais se lembrar de fatos que 
aconteceram na sua própria vida e não consegue mais lidar com dinheiro. De 
Alzheimer: Causas, sintomas, tratamentos e 
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Felipe Eleto Oliveira dos Reis- felipe.eleto@souunit.com.br 
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Maria Eduarda Silva Sandes - maria.esandes@souunit.com.br 
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uma maneira geral, a memória recente é mais afetada que a memória antiga 
(remota). 
 Nos estádios finais da doença, o paciente fica cada vez mais confuso e 
desorientado, não conseguindo mais realizar atividades de auto-cuidado. Não 
consegue também reconhecer seus próprios familiares. Ocorrem também 
alterações do humor e da personalidade, pode apresentar alucinações e vaguear 
pela casa à noite. Um fator importante e que dificulta um pouco o tratamento é 
que o indivíduo não consegue ver que precisa de cuidados, e pode ser bastante 
resistente a eles. 
 
 
 FONTE:http://www.ineuro.com.br/para-os-pacientes/alzheimer-
reconhecendo-seus-sintomas/ 
 
Diagnóstico 
 
 Não existe um exame que consiga diagnosticar a DA, enquanto o paciente vive. 
O único exame que dá 100% de certeza é o exame do cérebro da pessoa doente, 
que só pode ser realizado após a morte. Além disso, como já comentamos a DA 
é a principal causa de demência, mas existem outras, e a primeira coisa a ser 
http://www.ineuro.com.br/para-os-pacientes/alzheimer-reconhecendo-seus-sintomas/
http://www.ineuro.com.br/para-os-pacientes/alzheimer-reconhecendo-seus-sintomas/
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Felipe Eleto Oliveira dos Reis- felipe.eleto@souunit.com.br 
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feita é excluir as demais causas. E uma dessas causas, extremamente comum, 
é a depressão. 
 Apesar desses problemas, pode-se afirmar com certa segurança se os 
sintomas devem-se à DA ou não. Geralmente, o médico realiza uma boa 
entrevista com o paciente, e um bom exame que inclui a avaliação da memória 
e de outras funções do cérebro. Conversar com os familiares e outras pessoas 
que convivem com o doente pode ser extremamente importante. 
 
 
 FONTE: http://www.ineuro.com.br/para-os-pacientes/alzheimer-reconhecendo-
seus-sintomas/

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