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mm ( superior)
e a de 0,5 mm (inferior) localizada na porca do parafuso.
Antes de iniciar as medições deve-se conhecer qual a aproximação ou precisão do
instrumento a ser utilizado. Para se determinar a aproximação necessitamos verificar qual é o
passo do parafuso e quantas divisões tem o nônio circular (escala circular ou tambor).
A= passodoparafuso
númerodedivisõesdonônio
Para o micrômetro que utilizaremos no laboratório, o passo do parafuso é de 0,5 mm e o número
de divisões do nônio é 50. Portanto, a aproximação do micrômetro vale: A=(0,05/50)=0,01mm.
A leitura de uma determinada medida no micrômetro é realizada com os seguintes passos:
1-Colocar o corpo à ser medido entre as pontas fixa e móvel do micrômetro e encostado na ponta
fixa. 
2-Gire o tambor até a ponta móvel se aproximar do objeto e a partir daí gire a catraca
3-Use o parafuso de trava para salvar a medida, M, e retire o objeto.
4- Tomando como referência a linha vertical da base da escala do nônio no tambor, verifique
quantos milímetros inteiros, L1, está marcando na escala linear superior de 1mm.
5- Verifique se a mesma linha de referência citada no item 4 passou ou não o traço da escala do
tambor que coincide com esta linha. Conte quantas divisões, n, após o zero equivale a este traço.
 
Com estes passos realizados, a dimensão linear que deseja medir será dada por:
M= L1mm + L0,5mm + n.A
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Exemplo 1
Leitura na escala de 1mm (L1mm=) 25,00 mm
Leitura na escala de meio milímetro (L0,5mm) 0,00mm
Leitura na escala centesimal (n.A=48.0,01) 0,48mm
Medida (M) 25,48mm
Exemplo 2
Leitura na escala de 1mm (L1mm) 18,00mm
Leitura na escala de meio milímetro (L0,5mm) 0,5mm
Leitura na escala centesimal (n.A=23.0,01) 0,23mm
Medida (M) 18,73mm
26
Exercício: Faça a medidas indicadas nos micrômetros:
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RELATÓRIO Nº 0- Aquisição de medidas 
1.Objetivos: 
- Aplicar a teoria de Propagação de Erros
-Calcular o volume, como sendo V= V ± SV
-Apreciar o emprego dos diferentes instrumentos de medidas para a determinação indireta do
volume
2.Introdução:
Suponha que você deseja medir o volume de sólidos (paralelepípedos, cilindros, etc..).Os cálculos
da média e do desvio padrão de cada dimensão as seguintes equações:
que estudamos na teoria de propagação de erros. 
3.Materiais
Sólidos Geométricos
4.Procedimento
1) Efetuar as medidas e o cálculo dos volumes de acordo com o Quadro 1
Quadro 1 – Medidas Experimentais
Casos Altura Diâmetro
Instrumento mm Instrument
o
mm
1
2
3
4
5
Régua
Régua
Paquímetro
Paquímetro
Paquímetro
Régua
Paquímetro
Régua
Paquímetro
Micrômetro
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2) Calcular as incertezas relativas
3) Verificar com base na ordem de grandeza e na incerteza relativa correspondente, com quantos 
algarismos significativos deverão ser expressos os volumes.
4) Calcular, usando a expressão V= π D
2
4
h o valor desses significativos, fazendo em cada 
operação as aproximações devidas.
5) Dar o resultado, com a respectiva incerteza absoluta: V= ± Sv
Resultados e Discussão
Conclusão
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RELATÓRIO 01- O MRUV em trilho de ar
1. Introdução
O "trilho de ar" é um dispositivo desenvolvido para estudar o movimento dos corpos na
ausência de forças de atrito. Esse dispositivo consiste de um tubo retangular, com diversos
orifícios em suas faces. Em cima deste tubo um carrinho pode se movimentar. O funcionamento
do trilho de ar se baseia no uso de um gerador de fluxo de ar ligado a sua estrutura por uma
mangueira, responsável por proporcionar um jato de ar contínuo. Esse ar, ao sair pelos orifícios,
cria uma espécie de "colchão de ar", entre o carrinho e o tubo, reduzindo consideravelmente o
contato e, consequentemente, o atrito entre ambos. A Fig.1 mostra uma fotografia do trilho de ar e
seus acessórios utilizados. Esse trilho possui uma escala graduada de 0 a 1,0000 m.
Fig. 1: Esquema do trilho de ar
O "carrinho" utilizado no experimento tem um perfil triangular que se encaixa sobre o trilho
de ar. Para garantir o registro dos tempos de percurso do carrinho, sobre ele é mantido um padrão
periódico de manchas clara e escura, gravado numa placa acrílica transparente. . A Fig.2 mostra
todos os dispositivos que compõem o carrinho utilizado no experimento com o trilho de ar.
Fig. 2: Carrinho utilizado no trilho de ar.
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1. Objetivos
 Identificar um movimento retilíneo e uniformemente variado (MRUV);
 Concluir que a aceleração é função do ângulo de inclinação da rampa;
 Utilizar conhecimentos da equação horária para determinar a posição ocupada por um
móvel em relação ao tempo.
 Utilizar conhecimentos da equação horária para determinar a posição ocupada por um
móvel em relação ao tempo;
 Traçar os diferentes gráficos das variáveis do MRUA e interpretá-los;
2. Material necessário
Trilho de ar 
01 carro com dois pinos
02 massas acopláveis
01 unidade geradora de fluxo
01 multicronômetro
01 cerca ativadora
01 sensor fotoelétricos
02 elásticos ortodônticos
3. Procedimento
a) Coloque uma carga de 0,5N de cada lado do carrinho
b) Arbitre a posição inicial do móvel como sendo zero milímetros. Sabendo que os bloqueios da
cerca tem uma extensão de 18mm, determine as demais posições fazendo sucessivas adições
desta extensão.
c) Anote estas posições na primeira coluna da Tabela 1.
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Tabela 1
X0,0 (m) t0,0 (s) t2 (s2) ∆t (s) Vm (m/s)
X0,1= t 0=
X0,2= t1=
X0,3= t2=
X0,4= t3=
X0,5= t4=
X0,6= t5=
X0,7= t6=
X0,8= t7=
X0,9= t8=
X0,10= t9=
d) Programe o multicronômetro na função F3 ( 10 pass 1 sensor)
e) Solte o carro e cronometre o tempo de passagem de cada um dos 10 bloqueios.
f) Anote os tempos na segunda coluna da tabela 1.
g) As distâncias percorridas ∆x pelo carro durante os intervalos de tempo ∆t são iguais e valem
18mm.
h) Calcule os intervalos de tempo ∆t e anote n∆t quarta coluna Tabela 1.
i) Calcule Vm e anote-as na Tabela 1.
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Tarefas
a) Faça o gráfico Vm versus t, considerando o instante inicial zero.
b) Classifique o movimento realizado em função da trajetória e do comportamento das velocidades
médias.
c) A análise dos dados obtidos apenas permite dizer que o móvel executou um movimento
retilíneo com velocidade média variando de um intervalo para outro.
d) Qual a grandeza que informa de quanto varia a velocidade do móvel na unidade de tempo?
e) Faça o gráfico x versus t2. O gráfico é linear? Determine através do gráfico a aceleração sofrida
pelo móvel.
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 RELATÓRIO 02- Queda Livre
1.Introdução
No estudo de física a queda livre é uma particularização do movimento uniformemente
variado (MRUV). O movimento de queda livre foi estudado primeiramente por Aristóteles. Ele foi
um grande filósofo grego que viveu aproximadamente 300 a.C. Aristóteles afirmava que se duas
pedras caíssem de uma mesma altura, a mais pesada atingiria o solo primeiro. Tal afirmação foi
aceita durante vários séculos tanto por Aristóteles quanto por seus seguidores, pois não tiveram a
preocupação de verificar tal afirmação. 
Séculos mais tarde, mais precisamente no século XVII, um famoso físico e astrônomo
italiano chamado Galileu Galilei, introduziu o método experimental e acabou por descobrir que o
que Aristóteles havia dito não se verificava na prática. Considerado o pai da experimentação,
Galileu acreditava que qualquer afirmativa só poderia ser confirmada após a realização de
experimentos e a sua comprovação. 
No seu experimento mais famoso ele, Galileu Galilei, repetiu o feito de Aristóteles.
Estando na Torre de Pisa, abandonou ao mesmo tempo esferas de mesmo peso e verificou que
elas chegavam ao solo no mesmo instante. Por fazer

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