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grandes descobertas e pregar ideias
revolucionárias ele chegou a ser perseguido.
Quando Galileu realizou o experimento na Torre de Pisa e fez a confirmação de que Aristóteles
estava errado, ele percebeu que existia a ação de uma força que retardava o movimento do corpo.
Assim sendo, ele lançou a hipótese de que o ar exercesse grande influência sobre a queda de
corpos. 
Quando dois corpos quaisquer são abandonados, no vácuo ou no ar com resistência
desprezível, da mesma altura, o tempo de queda é o mesmo para ambos, mesmo que eles
possuam pesos diferentes. O movimento de queda livre, como já foi dito, é uma particularidade
do movimento uniformemente variado. Sendo assim, trata-se de um movimento acelerado, fato
esse que o próprio Galileu conseguiu provar. 
Esse movimento sofre a ação da aceleração da gravidade aceleração essa que é
representada por g e é variável para cada ponto da superfície da Terra. Porém para o estudo de
Física, e desprezando a resistência do ar, seu valor é constante e aproximadamente igual a 9,8
m/s2 . As equações matemáticas que determinam o movimento de queda livre são as seguintes:
h=h0+v0 t+
g
2
t2
v=v0+gt
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2. Objetivos
 Caracterizar MRUV
 Reconhecer que o movimento ideal de queda livre é um caso particular do MRUV
 Traçar os gráficos do movimento de Queda Livre e os interpretar corretamente
 Determinar a aceleração da gravidade graficamente.
3. Materiais
01 painel com escala milimetrada
01 saco aparador com anel metálico
01 sensor fotoelétrico
01 multicronômetro digital
01 corpo de prova com 10 bloqueios diferentes
4. Procedimento
a) Após a montagem do equipamento Figura 1
Figura 1- Equipamento de Queda Livre
b) Configure o multicronômetro com a função F3. c) Posicione o corpo de prova, regule a altura do
sensor de forma que a primeira máscara esteja no limiar da sombra como mostra a figura 2.
Figura 2- Alinhamento do corpo de prova com o sensor
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d) Posicione o corpo de prova Figura 3, e para efetivar a queda puxe rapidamente o pino de
retenção.
Figura 3- Corpo de prova com o pino de retenção
Procedimento para identificar as distâncias percorridas pelos retângulos em relação ao sensor.
Uma vez fixado o sensor no nível y0= 0, alinhado pela linha base do primeiro retângulo, a
distância percorrida por cada retângulo (ou máscara) até o sensor será: 
Tabela 1- Alturas
h0=y0=0
h1=y1=
h2=y2=
h3=y3=
h4=y4=
h5=y5=
h6=y6=
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h7=y7=
h8=y8=
h9=y9=
h10=y10=
e) Faça 10 ensaios de queda para o corpo de prova. Anote os 10 tempos em uma tabela.
Tarefas
1) Com os dados da Tabela faça o gráfico y versus t. Como é denominada a curva obtida ?
2) Faça o gráfico y versus t2 (faça a média dos tempos em cada ensaio).
3) O gráfico y versus t2 é linear? Qual o significado da declividade desse gráfico?
4) Calcule através da inclinação do gráfico y versus t2 a aceleração da gravidade. Compare com o
valor teórico 9,81 m/s2. Calcule o erro percentual.
Erro percentual = 
|Valorcalculado−Valortéorico|
valorteórico
x100
 
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RELATÓRIO 03- A segunda lei de Newton
1. Introdução
A segunda lei de Newton é chamada de Princípio Fundamental da Dinâmica:
F = m.a, 
onde F= força, m=massa e a=aceleração
Neste experimento vamos verificar experimentalmente essa lei, examinando o deslocamento do
carro em um trilho de ar com a influência de uma força constante. A força constante será aplicada
pelo peso de massas que será usado para puxar o flutuador. Pela variação da massa no porta
massa e no flutuador, e medindo a aceleração do flutuador, você será capaz de verificar a
segunda lei de Newton.
Objetivo 
 Comprovar experimentalmente a segunda lei de Newton
Materiais
Trilho de ar com carro flutuador
Polia 
Massas
Procedimento
a) Monte o trilho de ar veja se está nivelado, faça o nivelamento pelos parafusos nos apoios.
Figura 1
Figura 1- Esquema de
montagem para o estudo da 2ª Lei de Newton
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OBS Com o flutuador sobre o trilho aplique nele um pequeno toque e verifique se ele se desloca
com velocidade constante em um sentido ou no outro. Coloque uma distância de 50 cm entre os
dois sensores
b) Coloque uma massa de 5g no porta massa presa a extremidade do fio. Anote a massa total
(massa do porta massa e a massa adicionada) como MT ou massa de tração.
c) Mantenha MT constante e varie a massa (M) do flutuador em pelo menos 4 valores diferentes
para M, preencha a tabela 1. Repita a tabela 1 para cada massa que for acrescentada ao
flutuador.
Tabela 1
Medidas Massa Flutuador
M
Massa de tração
MT
Tempo médio entre 
os sensores
1
2
3
4
Tarefas
1) Faça um gráfico mostrando a força aplicada FT como uma função da aceleração média.
2) Use seus gráficos para determinar a relação entre a força aplicada, massa determinada pelo
gráfico e aceleração média do flutuador.
3) Discuta seus resultados tomando como fundamento a segunda lei de Newton.
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 RELATÓRIO 04- Pêndulo Simples
1. Introdução
Se fixarmos um fio e em sua extremidade livre prendermos uma bolinha e colocarmos
o conjunto a oscilar teremos um pêndulo simples. O pêndulo simples quando afastado de sua
posição de equilíbrio e solto executa um movimento oscilatório em torno da sua posição de
equilíbrio. Chamamos de período (T) o tempo necessário para que um fenômeno volte a se repetir
com as mesmas características, para pequenas oscilações o período de um pêndulo simples é
dado por:
T=2π √ Lg (1)
onde L é o comprimento do pêndulo e g a aceleração da gravidade local.
Valores da aceleração da gravidade:
No equador g = 9,78039 m/s2
Nos pólos g = 9,83217 m/s2
Ao nível do mar g = 9,80665 m/s2
Da expressão (1) é fácil chegarmos que:
g=4 π 2 L
T 2
(2)
Assim se conhecermos o período de oscilação (T) de um pêndulo simples e seu
comprimento (L) podemos determinar a aceleração da gravidade do local (g). Para pequenas
oscilações (abertura não superior a 15°) podemos considerar o pêndulo simples com período
aproximadamente constante. (oscilações isócronas). 
2. Objetivo
 Determinar a aceleração da gravidade do local com o auxílio do pêndulo simples.
3. Materiais
Pêndulo 
Cronômetro
Barbante
Massas
4. Procedimento
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a) Após a montagem do pêndulo e para um comprimento L , faça com que o pêndulo oscile 10
vezes, desloque em um ângulo (<15°) da vertical e meça o tempo (t) com o cronômetro. Para
cada comprimento repita 5 vezes e faça uma média dos tempos . Anote na Tabela 1.
Tabela 1
L (cm) t¯ T= t¯ / 10 T2
120
110
100
90
80
5. Tarefas
a) Faça o gráfico L versus T2 . Obtenha o valor de g através do gráfico e admitindo que o valor
teórico ao nível do mar 9,81 m/s2, pergunta-se qual o erro relativo percentual cometido?
6.Discussão
Na sua opinião, quais os fatores que interferem no cálculo da aceleração da gravidade pelo
método do pêndulo simples.
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 RELATÓRIO 05- Conservação da Energia Mecânica
1. Introdução
Ao abandonarmos um objeto de massa m de uma altura h, ele cairá, adquirindo seu
centro de massa um movimento translacional (desconsideraremos um possível movimento
rotacional). Admitindo que o objeto, partiu do repouso, percorrendo a altura h, sua energia
potencial sofre um decréscimo dado por mgh. 
O princípio da conservação da energia mecânica, o decréscimo mgh, sofrido na
energia potencial, aparecerá nas modalidades de energia cinética de translação e outras
modalidades de energia como calor, ruído, etc.., de tal modo que:
mgh= mv
2
2
+ outras perdas (1)
v = velocidade de translação do centro da massa do objeto
outras perdas= energia dissipada nas modalidades

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