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de calor (devido ao atrito com ar), ruído, etc.
Caso não ocorressem outras perdas energéticas, a expressão da velocidade do centro de massa
seria:
(2)
Apesar do móvel, num movimento real, perder parte de sua velocidade linear (por atrito, etc),
implicando numa diminuição da sua energia cinética translacional, se observa que a quantidade
perdida desta energia cinética, surge como outras modalidades de energia (2º membro da
expressão 1), de tal modo que , a conservação de energia mecânica continua se verificando.
2. Objetivo
 Verificar o Princípio da Conservação da Energia Mecânica
3. Materiais
Equipamento de Queda dos corpos
01 Foto sensor
01 Multicronômetro
01 corpo de prova com 10 intervalos
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4. Procedimento
a) Após a montagem do equipamento abaixo
b) Solte o corpo de prova 10 vezes, anote os 10 tempos e faça a média.
5. Tarefas
a) Conhecendo o tempo de queda e a distância percorrida, determine a velocidade no ponto final
do percurso.
b) Com os dados obtidos e conhecidos , calcule:
 A energia potencial na posição inicial.
 A energia potencial na posição finalidade.
 A energia cinética na posição inicialmente.
 A energia cinética na posição final.

c) Verifique a ocorrência ou não de outras perdas ( energia dissipada) no experimento realizado.
Justifique a sua resposta.
d) Torne a determinar a velocidade final do móvel considerando outras perdas energéticas, pelo
princípio da conservação da energia mecânica.
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RELATÓRIO 06- Molas Helicoidais
1. Introdução
A força é uma grandeza vetorial e portanto se caracteriza por apresentar módulo,
direção e sentido, e é o agente responsável pela deformação ou deslocamento de um corpo. O
quadro abaixo ilustra alguns sistemas e suas unidades de força.
M.K.S e S I C.G.S
Unidades de força Newton ( N ) Dyna (dyn)
As unidades de força do quadro estão assim relacionadas 1kgf = 9,8N = 9,8 105 dyn
Os aparelhos que medem força chamam-se dinamômetros e os que medem massa são as
balanças. Uma mola de comprimento inicial Lo sujeita a ação de uma força F se deforma
passando a ter um novo comprimento L1, esta deformação é proporcional à intensidade da força
aplicada, sob a condição de que cessada a ação da força a mola retorna ao seu comprimento
inicial L0 ( Lei de Hooke).
Ao construirmos o gráfico de F versus ∆x ( força em função da deformação) Figura 1
pode-se constatar que há um ponto L no gráfico, chamado limite de elasticidade da mola ( ponto
este a partir do qual a mola não retorna mais ao seu comprimento inicial L0.
Figura 1- Força em função da
deformação ∆x
2. Objetivos
 Verificar que as forças são agentes deformantes
 Constatar a Lei de Hooke ( F = K . ∆x)
 Associar molas em série e paralelo determinando a constante elástica do sistema.
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3. Materiais
01 suporte com régua
Molas
Massas aferidas
4. Procedimento
4.1 Procedimento 1
a) Meça com a régua o comprimento inicial da mola (Xo). A seguir após determinar numa balança
a massa do suporte de pesos, introduza-o na extremidade livre da mola conforme a figura 2 e
meça o novo comprimento X1 adquirido pela mola. Figura 2.
Figura 2- Molas com pesos
b) A seguir introduza no suporte de pesos uma outra massa, meça o novo comprimento L2
adquirido pela mola e a seguir determine o deslocamento ∆X2. 
c) Introduza novas massas no suporte de pesos, e repetindo o procedimento anterior preencha o
quadro abaixo: 
Força (N) X inicial(m) Xfinal (m) ∆X (mm)
F1=
F2=
F3=
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F4=
F5=
5.Tarefa
a) Construa o gráfico da Força versus ∆X. Calcule a constante elástica através do gráfico.
4.2- Procedimento 2- Associação de molas em série
Material 
Suporte
02 molas com constantes elásticas conhecidas
Massas aferidas
a) Após a montagem abaixo, meça o comprimento 
b) Determine a massa do suporte de pesos e coloque na extremidade livre da mola, em seguida
meça o novo comprimento do sistema constituído pelas duas molas .Repita o procedimento
anterior para mais 04 massas.
c) Faça o gráfico de F versus ∆x e determine a constante elástica média da associação , a qual
chamaremos de Ks.
d) Sendo conhecidas K1 e K2 através do procedimento 1, verifique se a constante elástica da
associação em série Ks é dada por:
K s=
K1K2
K1+K 2
46
X0
APÊNDICE
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48

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