flebotomineos (2)

Disciplina:PARASITOLOGIA HUMANA F28 materiais656 seguidores
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Flebotomíneos adultos
Fêmea: Lutzomyia longipalpis

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Fêmea: Lutzomyia sp

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Fêmea: Lutzomyia sp

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Macho: Lutzomyia longipalpis
Genitália externa do macho

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Picada e transmissão de leishmanioses
Fêmea com
peças bucais
picadoras-sugadoras

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Alimentação em vaso:
Solenofagia
Peças bucais
Vasos
sanguíneos
Epitélio
Tecido
conjuntivo
Mosquitos e triatomíneos

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Peças bucais
Tecido
conjuntivo
Epitélio
Vasos
sanguíneos
Alimentação em “poço”: Telmatofagia
Flebotomíneos

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Local picado por Lutzomyia longipalpis
 Imediatamente após a picada
 Pouco depois da picada
Eritrema causado pela vasodilatação

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Picadas de Lutzomyia longipalpis

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Tubo digestivo de Lutzomyia longipalpis
divertículo
intestino posterior
intestino médio

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Ecologia e controle de Flebotomíneos
1) Características dos criadouros na América do Sul e na América Central
 Solo rico em material orgânico de origem vegetal, em decomposição.
 Pode conter fezes de animais (curtidas)
 Umidade alta, porém com solo não encharcado
 Temperatura: 25-28oC
2) Localização dos criadouros em
meio rural ou silvestre
 Fendas de rochas
 Base de troncos de árvores c/ raízes
 tabulares
 Troncos ocos de árvores
 Solo de florestas, sob arbustos
 Tocas de animais
3) Localização dos criadouros em meio
 urbano
 Quintais muito arborizados e
 sombreados
 Terrenos baldios com mato e lixo
 Locais de criação de animais
 domésticos
 Jardins?

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Ao contrário dos locais contendo água, que são fáceis de localizar, os potenciais criadouros dos flebotomíneos são em número muito maior.

Tamanha possibilidade de escolha torna a procura pelas formas imaturas muito
dificultosa!!!

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Meio silvestre
bem preservado
Meio silvestre
não muito
preservado
Sítios e
fazendas
Meio
periurbano
Meio
urbano
(BH, etc)
1
2
3
Espécies exclusivamente silvestres (não se adaptaram às modificações
 antrópicas)
2) Espécies que se desenvolvem em meio silvestre e que já se adaptaram
 até em subúrbios
3) Espécie (L. longipalpis) que se desenvolve em meio silvestre e que já
 se adaptou em meio urbano
Adaptação dos flebotomíneos aos diversos ambientes disponíveis

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Controle dos flebotomíneos e das Leishmanioses
Em meio Silvestre
Em meio Rural ou Periurbano
Controle do inseto:
- Não há como controlar os flebotomíneos em meio silvestre
Controle da leishmaniose tegumentar:
- É possível evitar a transmissão da leishmaniose tegumentar, em meio silvestre, com
 o uso de repelentes e roupas cobrindo as pernas e os braços (medidas pouco eficazes).
- Vacinação contra leishmaniose tegumentar
Controle do inseto:
- Uso de inseticidas de ação residual nas paredes das casas e em qualquer construção que sirva de abrigo às formas adultas (galinheiros, chiqueiros, paiois, etc).
Controle da Leishmaniose Tegumentar e Visceral:
 - Controlar os flebotomíneos com o uso de inseticidas (ver explicação acima).
 - Evitar construir casas próximo às matas
 - telar janelas com tela de malha fina
 - Evitar a exposição aos flebotomíneos ao entardecer
 - Tratamento de animais domésticos e pessoas provavelmente não tem importância epidemiológica

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Em meio Urbano
Controle do inseto (Lutzomyia longipalpis):
Uso de inseticidas de ação residual nas paredes da casa onde ocorreu algum caso de leishmaniose visceral (humana ou canina) e em qualquer construção que sirva de abrigo às formas adultas (galinheiros, chiqueiros, canis, etc).
 Uso de inseticidas de ação residual nas casas vizinhas segundo explicado acima
Controle da leishmaniose visceral:
 - Controlar L. longipalpis com o uso de inseticidas (ver explicação acima).
 - Sacrificar os cães doentes
 - Tratamento de animais domésticos e pessoas provavelmente não tem importância epidemiológica
 - Uso de coleira impregnada com piretroides
- Vacinação