CCJ0006-WL-AMMA-15-Atos Ílicitos e Responsabilidade Civil
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CCJ0006-WL-AMMA-15-Atos Ílicitos e Responsabilidade Civil

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para melhor
 entendimento, consideramos os atos ilícitos
 como parte da categoria de atos jurídicos, não
 considerando o sentido intrínseco da palavra,
 pois o ilícito não pode ser jurídico. Daí por que
 se qualificam melhor como atos humanos ou
 jurígenos, embora não seja essa a
 denominação usual dos doutrinadores.
• Atos jurídicos meramente lícitos são os
 praticados pelo homem sem intenção direta
 de ocasionar efeitos jurídicos, tais como
 descoberta de um tesouro, plantação em
 terreno alheio, construção, pintura sobre
 uma tela. Todos esses atos podem
 ocasionar efeitos jurídicos, mas não têm,
 em si, tal intenção. São eles contemplados
 pelo art. 185 do atual Código. Esses atos
 não contêm um intuito negocial, dentro da
 terminologia que veremos adiante.
• O atual Código Civil procurou
 ser mais técnico e trouxe a
redação do art. 185: "Aos atos
jurídicos lícitos, que não sejam
negócios jurídicos, aplicam-se,
no que couber, as disposições
do Título anterior." Desse modo,
consolidouacompreensão
doutrinária e manda que se
apliqueaoatojurídico
meramente lícito, no que for
aplicável, a disciplina dos
negócios jurídicos.
SEMANA 8 AULA 15
Ato-fato jurídico
• O Ato-Fato Jurídico é um fato jurídico qualificado pela atuação
 humana. Nesse caso, é irrelevante para o direito se a pessoa
 teve ou não a intenção de praticá-lo. O que se leva em conta é
 o efeito resultante do ato que pode ter repercussão jurídica,
 inclusive ocasionando prejuízos a terceiros.
• Lembre-s e que toda a seara da teoria dos atos e negócios
 jurídicos é doutrinária, com muitas opiniões a respeito. Nesse
 sentido, costuma-se chamar à exemplificação os atos
 praticados por uma criança, na compra e venda de pequenos
 efeitos.
SEMANA 8 AULA 15
• Não se nega, porém, que há um sentido de negócio
 jurídico do infante que compra confeitos em um
 botequim. Ademais, em que pese à excelência dos
 doutrinadores que sufragam essa doutrina, "em alguns
 momentos, torna-se bastante difícil diferenciar o ato-fato
 jurídico do ato jurídico em sentido estrito categoria
 abaixo analisada. Isso porque, nesta última, a despeito
 de atuar a vontade humana, os efeitos produzidos pelo
 ato encontram-se previamente determinados pela lei,
 não havendo espaço para a autonomia da vontade"
 (Stolze Gagliano e Pamplona Filho, 2002:306).
SEMANA 8 AULA 15
Rererências bibliográficas
• MONTEIRO, Washigton de Barros. Curso de Direito
 Civil: Parte Geral.Ed. Saraiva. São Paulo. 1967.
•REALE, Miguel. Lições Preliminares de Direito.24a
 edição. Ed. Saraiva. 1999.
•WALD, Arnold. Do Mandado de Segurança na
 Prática Judiciária.Ed. Forense.Rio de Janeiro. 1968.
• SECCO, Orlando de Almeida. Introdução ao Estudo do
 Direito. 6a edição. Ed. Lúmen Júris. 2000.
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O CONTEÚDO RELATIVO À SEMANA 8
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