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da fugacidade".

(68). É o seguinte o título desse artigo no Relatório de Cousin e na edição de Faugère:
DESPROPORÇÃO DO HOMEM.

(69) Supondo, ai, que é o sol que gira em torno da terra.

(70) "De tudo o que se pode saber".

(71) "Os benefícios são agradáveis na medida em que são vistos como podendo ser pagos;
quando chegam em grande quantidade, o ódio é dado pelo favor. (Tácito: Anais, livro IV, XVIII).

(72) "0 modo pelo qual o espírito adere aos corpos não pode ser compreendido pelas homens;
apesar disso, o homem existe". (Santo Agostinho: Do Espírito e da Alma).

(73) "Na memória do hóspede do dia precedente".

(74) "Animo de contê-los".

(75) "Vejo-me homem".

(76) Tanto esse trecho como o que se lhe segue (Imaginação) figuram na edição de Faugère sob
o título: DAS POTÊNCIAS ENGANOSAS.

(77) Os efeitos da imaginação.

(78) Os magistrados.

(79) "Da Opinião, Rainha do Mundo".

(80) A arte da vida, a experiência.

(81) "Para que estejas contente, teme a ti mesmo e aos teus bons instintos".

(82) Pascal sofisma: como muito bem observa Havet, não existem qualidades separadas das
coisas.

(83) "Nada de mais amplo é nosso; o que dizemos nosso é da arte; os crimes são exercidos
pelos decretos do senado e pelos plebiscitos; do mesmo modo que outrora com os vícios, assim
também agora trabalhamos com as leis".

(84) "Com a verdade que ignora seja livrado, com a que expede seja enganado".

(85) "Do verdadeiro direito.

(86) Pascal refere-se, sem dúvida, ao povo.

(87) "Toda animal".

(88) "Supremo direito, suprema injúria".

(89) "Abstém-te".

(90) "Sustém-te".

(91) "É a origem dessa frase que se atribui a Boileau, quando se dirige a uma pessoa jovem:
Ensinaram-vos tudo, exceto a agradar: é, porém, o que sabeis melhor". — Nota de Havet.

(92) Alusão às três revoluções que se verificaram ao tempo de Pascal: a que levou à morte
Carlos I, rei da Inglaterra, em 1649; a que forçou João Casimiro, rei da Polônia, a fugir para a Silésia,
em 1655; e a que obrigou Cristina, rainha da Suécia, a abdicar, em 1654.

(93) "0 povo belicoso nenhuma vida imaginaria sem as armas".

(94) "0 impulso de retroceder",

(95) "A ida e a volta".

	Autor: Blaise Pascal.
	PENSAMENTOS
	Blaise Pascal
	ÍNDICE
	Biografia do autor.
	I — Contra a indiferença dos ateus.
	II — O que é mais vantajoso: acreditar ou não acreditar na r
	III — Marcas da verdadeira religião.
	IV — Verdadeira religião provada pelas contrariedades existe
	V — Submissão e uso da razão.
	VI — Imagem de um homem que se cansou de procurar Deus pelo
	VII — Dos judeus.
	VIII — Das figuras; que a antiga lei era figurativa.
	IX — De Jesus Cristo.
	X — Provas de Jesus Cristo pelas profecias.
	XI — Diversas provas de Jesus Cristo.
	XII — Desígnio de Deus de se ocultar a uns e de se descobrir
	XIII — Que os verdadeiros cristãos e os verdadeiros judeus s
	XIV — Nao se conhece Deus utilmente senão por Jesus Cristo.
	XV — Pensamentos sobre os milagres.
	XVI — Pensamentos diversos sobre a religião.
	XVII — Conhecimento geral do homem.
	XVIII — Grandeza do homem.
	XIX — Vaidade do homem, imaginação, amor-próprio.
	XX — Fraqueza do homem; incerteza de seus conhecimentos natu
	XXI — Miséria do homem.
	XXII — Contrariedades espantosas que se encontram na naturez
	XXIII — Razões de algumas opiniões do povo.
	XXIV — Da justiça.
	XXV — Pensamentos diversos.
	NOTAS.

	BIOGRAFIA DO AUTOR
	ARTIGO I
	CONTRA A INDIFERENÇA DOS ATEUS(1)
	ARTIGO II
	O QUE É MAIS VANTAJOSO: ACREDITAR OU NÃO ACREDITAR NA RELIGI
	ARTIGO III
	MARCAS DA VERDADEIRA RELIGIÃO
	I
	II
	III
	IV
	V
	VI
	VII
	VIII
	IX
	X
	XI
	XII
	ARTIGO IV
	VERDADEIRA RELIGIÃO PROVADA PELAS CONTRARIEDADES EXISTENTES
	I
	II
	III
	IV
	V
	VI
	VII
	VIII
	IX
	X — É incrível que Deus se unisse a nós
	ARTIGO V
	SUBMISSÃO E USO DA RAZÃO
	I
	II
	III
	IV
	V
	VI
	VII
	VIII
	ARTIGO VI
	IMAGEM DE UM HOMEM QUE SE CANSOU DE PROCURAR DEUS PELO SIMPL
	I
	II
	III
	ARTIGO VII
	DOS JUDEUS (10)
	I
	II
	III
	IV
	VI
	VII
	VIII
	IX
	X
	XI
	XII
	XIII
	XV
	XVI
	XVII
	XVIII
	ARTIGO VIII
	DAS FIGURAS; QUE A ANTIGA LEI ERA FIGURATIVA
	I
	II
	III
	IV
	V
	VI
	VII
	VIII
	IX
	X
	XI
	XII
	XIII
	XIV
	XV
	XVI
	XVII
	XVIII
	ARTIGO IX
	DE JESUS CRISTO
	I
	II
	III
	IV
	V
	ARTIGO X
	PROVAS DE JESUS CRISTO PELAS PROFECIAS
	I
	II
	III
	IV
	V
	ARTIGO XI
	DIVERSAS PROVAS DE JESUS CRISTO
	I
	II
	III
	IV
	V
	VI
	VII
	VIII
	IX
	X
	ARTIGO XII
	DESÍGNIO DE DEUS DE SE OCULTAR A UNS E DE SE DESCOBRIR A OUT
	I
	II
	III
	IV
	V
	VI
	VII
	VIII
	IX
	X
	XI
	ARTIGO XIII
	QUE OS VERDADEIROS CRISTÃOS E OS VERDADEIROS JUDEUS Só TEM U
	I
	ARTIGO XIV
	NÃO SE CONHECE DEUS UTILMENTE SENÃO POR JESUS CRISTO (31)
	I
	II
	III
	IV
	V
	VI
	VII
	ARTIGO XV
	PENSAMENTOS SOBRE OS MILAGRES
	I
	II
	III
	IV
	V
	VI
	VII
	VIII
	IX
	ARTIGO XVI
	PENSAMENTOS DIVERSOS SOBRE A RELIGIÃO
	I
	II
	III
	IV
	V
	VI
	VII
	VIII
	IX
	X
	XI
	XII
	XIII
	XIV
	XV
	XVI
	XVII
	XVIII
	XIX
	XX
	XXI
	XXII
	XXIII
	XXIV
	XXV
	XXVI
	XXVII
	XXVIII
	XXIX
	XXX
	XXXIII
	XXXIV
	XXXV
	XXXVI
	XXXVII
	XXXVIII
	XXXIX
	XL
	XLI
	XLII
	XLIII
	XLIV
	XLV
	XLVI
	XLVII
	XLVIII
	XLIX
	L
	LI
	LII
	LIII
	LIV
	LV
	LVI
	LVII
	LVIII
	LIX
	LX
	LXI
	LXII
	LXIII
	LXIV
	LXV
	LXVI
	LXVII
	LXIX
	LXX
	LXXI
	LXXII
	LXXIII
	LXXIV
	LXXV
	LXXVI
	LXXVII
	LXXVIII
	LXXIX
	LXXX
	LXXXI
	LXXXII
	LXXXIII
	LXXXIV
	LXXXV
	LXXXVI
	LXXXVII
	LXXXVIII
	LXXXIX
	XC
	XCI
	XCII
	XCIII
	XCIV
	XCV
	XCVI — Sobre a filosofia de Descartes
	XCVII
	XCVIII
	XCIX
	C
	CI
	ARTIGO XVII
	CONHECIMENTO GERAL DO HOMEM
	I
	II — Dois infinitos. Meio.
	III
	IV
	ARTIGO XVIII. GRANDEZA DO HOMEM
	I
	II
	III
	IV
	V
	VI
	VII
	VIII
	IX
	X
	XI
	XII
	XIII
	XIV
	XV
	XVI
	XVII
	ARTIGO XIX
	VAIDADE DO HOMEM, IMAGINAÇÂO, AMOR-PRÓPRIO
	I. Vaidade
	II
	III
	IV
	V
	VI
	VII
	VIII
	IX — Amor-próprio (76)
	X — Imaginação.
	ARTIGO XX
	FRAQUEZA DO HOMEM; INCERTEZA DE SEUS CONHECIMENTOS NATURAIS
	I
	II
	III
	IV
	V
	VI
	VII
	VIII
	IX
	X
	XI
	XII
	XIII
	XIV
	XV
	ARTIGO XXI
	MISÉRIA DO HOMEM
	I
	II
	III
	IV
	V
	VI
	VII
	VIII
	IX
	X
	XII — Procura do verdadeiro bem
	XIII
	XIV
	XV
	ARTIGO XXII
	CONTRARIEDADES ESPANTOSAS QUE SE ENCONTRAM NA NATUREZA DO HO
	I
	II
	III
	IV
	ARTIGO XXIII
	RAZÕES DE ALGUMAS OPINIÕES DO POVO
	I
	II
	III
	IV
	V
	VI
	VII
	VIII
	IX
	X
	XI
	XIII
	XIV
	XV
	XVI
	XVII
	XIX
	XX
	ARTIGO XXIV
	DA JUSTIÇA
	I
	II
	III
	IV
	V
	VI
	VII
	VIII
	IX
	X
	XI
	XII
	XIII
	XIV — Justiça. Força.
	XV
	XVI
	XVII
	XVIII
	ARTIGO XXV
	PENSAMENTOS DIVERSOS
	I
	II
	IV
	V
	VI
	VII
	VIII
	IX
	X
	XI
	XII
	XIII
	XIV
	XV
	XVI
	XVII
	XVIII
	XIX
	XX
	XXI
	XXII
	XXI
	XXIV
	XXV
	XXVI
	XXVII
	XXVIII
	XXIX
	XXX
	XXXI
	XXXII
	XXXIII
	XXXIV
	XXXV
	XXXVI
	XXXVII
	XXXVIII
	XXXIX
	XL
	XLI
	XLII
	XLIII
	XLIV
	XLV
	XLVI
	XLVII
	XLVIII
	XLIX
	L
	LI
	LII
	LIII
	LIV
	LV
	LVI
	LVII
	LVIII
	LIX
	LX
	LXI
	LXII
	LXIII
	LXIV
	LXV
	LXVI
	LXVII
	LXVIII
	LXIX
	LXX
	LXXI
	LXXII
	LXXIII
	LXXIV
	NOTAS