CCJ0006-WL-PA-05-Direito Civil I-Novo-15836
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se co
unilateralmente, pelo simples exercício da vontade de seu empregador, transforme o local em que presta serviço como extensão de seu domicílio, ainda que lá consuma jornad

Cabe ressaltar que o domicílio profissional não abrange e não argola toda e qualquer relação da pessoa natural, mas somente aquela a que estiver conectado por força de amar
concernem à pr

A atração do domicílio, no caso, depende da ligação entre o exercício da profissão e o local. D-se que a pessoa natural pode ter:

a) mais de um domicílio do

b) mais de um domicílio profiss

c) domicílio doméstico e domicílio profi

FIM DA PERSONALIDADE DA PESSOA N

A existência da pessoa natural termina com a morte, conforme preconiza o artigo 6° do Códi

A existência da pessoa natural termina com a morte; presume-se esta, quando aos ausentes, nos casos em que a lei autoriza a abertura da sucessão definitiva.

A morte marca o fim da personalidade física, faz cessar consequentemente a personalidade jurídica, sendo assim o homem compreendido em suas funções desaparece no m
de sua morte. Dessa forma, a morte irá cessar com a personalidade jurídica que o acompanhou durante a vida, enquanto ser autônomo de imputação de normas jurídicas. O d
não é susceptível de ser titular de direitos e obri

Morte pre

 . Pode ser declarada a morte presumida, sem decretação de ausência: I – se for extremamente provável a morte de quem estava em perigo de vida; II – se alguém, 
desaparecido em campanha ou feito prisioneiro, não for encontrado até 2 (dois) anos após o término d

Parágrafo único. A declaração da morte presumida, nesses casos, somente poderá ser requerida depois de esgotadas as buscas e averiguações, devendo a sentença fixar
provável do lanç

No sistema do Código de 1916, não existia o instituto da morte presumida, a não ser para efeitos patrimoniais, nos casos de sucessão provisória e definitiva. Tal não implica e
da personalidade. É permitida a abertura da sucessão provisória ou definitiva do desaparecido, para proteção de seu patrimônio. -se, no entanto, a justificação judicial de morte 
nos termos do artigo 88 da Lei de Registros Públicos. Não se trata de presunção de morte. No entanto, mesmo que acolhida uma justificação nesse sentido, nada imped
pessoa surja posteriormente sã e salva, o que anula todos os atos praticados com sua morte justificada, pro-se os terceiros de boa-fé. 

No entanto, o novo ordenamento foi mais além, autorizando a declaração de morte presumida em outras situações, independentemente da declaração de ausência: "A posição 
pelo novo Código f   O instituto da ausência é tratado dentro da parte geral do diploma (artigos 22 ss.) e não mais no direito de família.

Essa declaração de ausência tradicionalmente tem por finalidade a proteção do patrimônio do desaparecido levando à sucessão provisória e à sucessão definitiva. Os fins do i
são exclusivamente patrimoniais. No Código de 2002, expressamente o legislador aponta que sejam consideradas mortes presumidas as situações que autorizam a aber
sucessão definitiva (artigos 37 ss.). Nesse sentido dispõe o º da nova lei civil: "A existência da pessoa natural termina com a morte. Presume-se esta, quanto aos ausentes,
nos casos em que a lei autoriza a abertura de sucessão def

Com

art. 8 º. Se dois (dois) ou mais indivíduos falecerem na mesma ocasião, não se podendo averiguar se algum dos comorientes precedeu aos outros, presumir-se-ão 
simultaneamente

Temos aqui preservada a regra da comoriência do Código Civil anterior. Só m º do art. (antes era art. 11), o texto se repetiu por inteiro.

A regra da comoriência tem relevância principalmente nas questões do direito de sucessão. Para que seja aplicada é necessário que tenham morrido juntos parentes que
sucessores recíprocos, isto é, a morte de um tio e um sobrinho numa explosão de um avião, não requer a aplicação da regra da comoriência se esse tio tiver filhos e o sobrinho
herdeiro direto do tio. Um caso do uso da regra da comoriência seria o se“A” é único filho de “B”. "B" é casado com “C”. Pois bem, sabemos que na ordem de vocação 
hereditária a sucessão legítim -se na seguinte ordem: primeiro herdam os descendentes, depois os ascendentes, depois o cônjuge sobrevivente e por último os colaterais (o 
cônjuge concorre com os descendentes e com os ascendentes). Temos duas possibilidades para explicar essa r

Se na morte conjunta “A” e “B”  (acidente de carro, por exemplo), for possível determinar que “A” morreu após “B”, haverá a passagem da herança de “B”(pai) para “A”(filho),
resulta “C”(mãe) por ser a única herdeira de “A”(filho) ficará com herança todinha para ela.

Se na morte conjunta “A” e “B” (explosão de um avião, por exemplo) for impossível a fixação do momento exato da morte de ambos, aplicar -se-á a comoriência, isto é, não 
haverá transmissão da herança, um não herdará do outro. Conseqüente“A” não herdará do pai  “B”. A herança de  “B” passará para aos seus pais. Se o cônjuge atender 
determinadas condições concorrerá na herança com os pais do falecido, isto é, se vivos o pai e a  “B”, à  “C”(esposa) restará um terço da herança de  “B”  (não ficará 
desamparada, p

Au

Pelo novo estatuto legal c -se ausente pessoa de que deixa o seu domicílio, sem deixar notícias suas e nem representante ou procurador que administre os seus bens. Nestes 
casos, a requerimento do MP ou de outro interessado, o juiz, a requerimento de qualquer interessado ou do Ministério Público, declarará a ausência e nomeará curador pr

Ao se analisar o tempo que perdura a ausência, três momentos distintos podem ser destacados, 

10.4.1 Curadoria dos bens do ausente: quando o desaparecimento é recente e a possibilidade de retorno do ausente é, portanto, bem grande, o legislador tem a preocupa
preservar os bens por ele deixados, evitando a sua deterioração. Nesta fase o juiz declara a ausência da pessoa e-lhe curador.

Ao nomear o curador o juiz deve fixar os limites de seus deveres e suas obrigações (art. 24). Sua incumbência é zelar pela administração e conservação dos bens do ausent
nomeação deverá respeitar a ordem previamente estabelecida pelo legislador no artigo 25 do novo Código Civil. Neste inciso reside outra inovação trazida pelo novo diploma le
inclusão, no caput do artigo 25, do cônjuge separado de fato há mais de dois anos antes da declaração da ausência entre as exceções àqueles que seriam curadores legíti
antigo texto legal impedia apenas o cônjuge separado judicialmente de ser curador. Tal inclusão se explica pela entrada em vigor da Lei 6.515/77 (Lei de Divórcio), que prevê a h
de divórcio direto nos casos em que os cônjuges estejam separados de fato pelo referido período. Assim, se há a possibilidade de requerimento de divórcio, seria u -senso
permitir que uma parte cuidasse dos bens deixados pe

O mesmo dispositivo legal, adequado à nova realidade do mundo contemporâneo, foi modificado para conferir aos pais (e não mais ao pai, e em sua falta à mãe) a curadoria d
do ausente. -se, outrossim, a preferência anteriormente conferida aos varões em relação às mulheres. Atualmente todos têm igualdade de direitos em relação à curadoria dos 
bens do

Sucessão Pro ainda nesta etapa o legislador se preocupa com a conservação dos bens do ausente, pois existe ainda a remota possibilidade de que este volte para retomar o 
que é seu de direito. A preocupação daquele é voltada mais para os herdeiros e credores e menos para o ausente. No que tange à sucessão provisória o novo Código Civil red
prazos para o seu requerimento. Com a sua entrada em vigor basta que decorra um ano da data da arrecadação dos bens do ausente, ou três anos no caso de haver sido 
mandatário constituído, para que os interessados possam requerer a declaração de ausência e abertura da sucessão provisória do 

A sucessão provisória é requerida como se o ausente estivesse morto, estabelecendo o legislador um rol de pessoas que têm legitimidade para requerer a sua abertura. São le
intere

I) o cônjuge não separado judicialmente.