cravo
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DisciplinaLingotamento Contínuo de Aços30 materiais63 seguidores
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de reenchimento do distribuidor, 
segundo Mostert (1998) 
 
23 
Figura 3.9 \u2013 Desenho esquemático do distribuidor da Edgar Thomson Works, 
mostrando a localização dos dispositivos de fluxo, conforme Piccone, Sinha e 
Madden (2001) 
 
25 
Figura 3.10 \u2013 Comparação dos resultados dos dois métodos de adição de cobre, 
conforme Sinhá e colaboradores (2002) 
 
27 
Figura 3.11 \u2013 Curva de Concentração de Mn e V versus tempo, segundo Yu, 
Dickinson e Skagen (2005) 
29 
 
 ix 
Figura 3.12 \u2013 Comparação das concentrações com diferentes padrões de 
reenchimento, segundo Yu, Dickinson e Skagen (2005) 
 
30 
Figura 3.13 \u2013 Variação da velocidade de lingotamento, peso de aço no 
distribuidor e vazão de aço com o tempo para uma troca de panelas, conforme 
Huang e Thomas(1996) 
 
32 
Figura 3.14 \u2013 Representação esquemática do modelo de mistura no distribuidor, 
conforme Huang e Thomas (1996) 
 
35 
Figura 3.15 \u2013 Esquema mostrando as três regiões do submodelo de mistura no 
veio, conforme Huang e Thomas(1996) 
 
43 
Figura 3.16 \u2013 Variação da espessura da pele solidificada em função do tempo 
para diferentes condições de resfriamento secundário, conforme apresentado por 
Huang e Thomas(1996) 
 
47 
Figura 3.17 \u2013 Resultado Típico obtido pelo modelo desenvolvido por Huang e 
Thomas(1996) 
 
48 
Figura 3.18 \u2013 Comparação do resultado previsto pelo modelo para composição 
química na placa com os resultados práticos para uma troca de panelas na Armco 
\u2013 Huang e Thomas (1966) 
 
49 
Figura 4.1 \u2013 Foto do modelo experimental do distribuidor da CST 
 
50 
Figura 4.2 \u2013 Desenho esquemático do modelo físico do distribuidor da CST 
 
52 
Figura 4.3 \u2013 Curva de transição, na saída do distribuidor, considerando vazão de 
8,68 t/min, razão de reenchimento 1,43 e nível mínimo de aço 22 ton. 
 
53 
Figura 4.4 \u2013 Perfil esquemático do composição na área de seção reta da placa, 
após inicio de transição 
54 
 
 x 
Figura 4.5 \u2013 Esquema para determinar variação de composição química do 
líquido na poça líquida. 
56 
Figura 4.6 \u2013 Distribuição de composição de pele em função da curva de 
transição no molde. 
 
57 
Figura 4.7 \u2013 Malha de integração correspondente a ¼ da seção reta da placa. 
 
58 
Figura 4.8 \u2013 Curva de transição no molde 
 
58 
Figura 4.9 \u2013 Figura esquemática do posicionamento das amostragens na seção 
transversal 
 
59 
Figura 4.10 \u2013 Figura esquemática do posicionamento das amostragens 
considerando seções transversais e longitudinais. 
 
60 
Figura 5.1 \u2013 Vazão de entrada de líquido no distribuidor, em função do tempo 
adimensionalizado (modelo) 
 
62 
Figura 5.2 \u2013 Curva de transição F vs t, veio 01 
 
63 
Figura 5.3 \u2013 Curva de transição F vs t, veio 02 
 
63 
Figura 5.4 \u2013 Gráfico de determinação da variável \u201cC\u201d do teste RS1210h4 
(Q=8,81 ton/min, Qr=13,07 ton/min, f=1,48 e Nmín= 15ton), veio 01. 
 
70 
Figura 5.5 \u2013 Gráfico de determinação da variável \u201cC\u201d do teste RS1210h4 
(Q=8,81 ton/min, Qr=13,07 ton/min, f=1,48 e Nmín= 15ton), veio 02. 
 
71 
Figura 5.6 \u2013 Gráfico de comparação dos valores de \u201cC\u201d médio calculado e 
experimental. 
 
71 
Figura 5.7 \u2013 Comparação entre valores calculados e experimentais. 
 
82 
 
 xi 
Figura 5.8 \u2013 Gráfico de regressão linear para determinação do valor de \u201cC\u201d \u2013 
Teste Rtt02q3 (veio 01) 
 
82 
Figura 5.9 \u2013 Gráfico de regressão linear para determinação do valor de \u201cC\u201d \u2013 
Teste Rtt02q3 (veio 02) 
 
83 
Figura 5.10 \u2013 Gráfico comparativo dos valores experimentais e calculados de 
Tmin 0,02 (média veios 01 e 02) 
 
95 
Figura 5.11 \u2013 Gráfico comparativo dos valores experimentais e calculados de 
\u201cC\u201d (média veios 01 e 02) 
 
96 
Figura 5.12 \u2013 Gráfico comparativo dos valores experimentais e calculados de 
\u201cC\u201d, excluindo variável \u201ch\u201d (média veios 01 e 02) 
 
96 
Figura 5.13 \u2013 Gráfico comparativo dos valores experimentais de \u201cC\u201d para os 
testes realizados a quente e a frio. 
 
97 
Figura 5.14 \u2013 Gráfico comparativo dos valores experimentais de Tmín 0,02 para 
os testes realizados a quente e a frio. 
 
97 
Figura 5.15 \u2013 Análise da Influência do peso de aço no distribuidor no 
comprimento da mistura , curvas de distribuidor e molde 
 
99 
Figura 5.16 \u2013 Análise da Influência da taxa de reenchimento de aço no 
distribuidor no comprimento da mistura , curvas de distribuidor e molde 
 
101 
Figura 5.17 \u2013 Análise da Influência da taxa de extração de aço no distribuidor no 
comprimento da mistura , curvas de distribuidor e molde 
 
103 
Figura 5.18 \u2013 Análise da Influência da prática de \u201cholding\u201d no distribuidor no 
comprimento da mistura , curvas de distribuidor e molde 
 
105 
 
 xii 
Figura 5.19 \u2013 Análise da Influência do gradiente de temperatura no 
comprimento da mistura , curvas de distribuidor e molde 
 
106 
Figura 5.20 \u2013 Comparação entre os resultados do modelo matemático e 
resultados experimentais \u2013 carbono 
 
112 
Figura 5.21 \u2013 Comparação entre os resultados do modelo matemático e 
resultados experimentais \u2013 Manganês 
 
113 
Figura 5.22 \u2013 Comparação entre os resultados do modelo matemático e 
resultados experimentais \u2013 Silício 
 
113 
Figura 5.23 \u2013 Comparação entre os resultados das análises dos três elementos da 
placa de mistura com o modelo \u2013 Superfície 
 
114 
Figura 5.24 \u2013 Comparação entre os resultados do modelo de acordo com a 
variação dos valores da constante de solidificação k 
115 
 
 
 
 
 
 
 xiii
 
LISTA DE TABELAS 
 
Tabela III.1 \u2013 Principais vantagens e desvantagens para cada tipo de máquina 
 
7 
Tabela III.2 \u2013 Principais Métodos para Realizar Troca de Qualidade no 
Lingotamento 
 
17 
Tabela III.3 \u2013 Principais Métodos para Minimizar o Volume Gerado durante 
Troca de Qualidade no Lingotamento 
 
20 
Tabela IV.1 \u2013 Características físicas do distribuidor estudado 
 
51 
Tabela IV.2 \u2013 Resultado das simulações 
 
52 
Tabela V.1 \u2013 Dados Gerais do Modelo 
 
64 
Tabela V.2 \u2013 Dados Gerais da máquina industrial, critério de Froude 
 
65 
Tabela V.3 \u2013 Parâmetros operacionais, do distribuidor da MLC1 \u2013 CST, 
aplicados na realização dos testes (dados para modelo e protótipo). 
 
67 
Tabela V.4 \u2013 Algumas propriedades relevantes do aço e da água 
 
68 
Tabela V.5 \u2013 Resultados dos testes de transiente para determinação da variável 
\u201cC\u201d após análise gráfica (seqüência: vazão de 8t/min, nível mínimo de 15t, taxa 
de reenchimento de 1,5 e holding igual a zero) 
 
72 
Tabela V.6 \u2013 Resultados dos testes de transiente para determinação da variável 
\u201cC\u201d após análise gráfica (seqüência: vazão de 8t/min, nível mínimo de 22t, taxa 
de reenchimento de 1,5 e holding igual a zero) 
 
 
72 
 
 xiv 
Tabela V.7 \u2013 Resultados dos testes de transiente para determinação da variável 
\u201cC\u201d após análise gráfica (seqüência: vazão de 8t/min, nível mínimo de 15t, taxa 
de reenchimento de 2,0 e holding igual a zero) 
 
73 
Tabela V.8 \u2013 Resultados dos testes de transiente para determinação da variável 
\u201cC\u201d após análise gráfica (seqüência: vazão de 8t/min, nível mínimo de 22t, taxa 
de reenchimento de 2,0 e holding igual a zero) 
 
73 
Tabela V.9 \u2013 Resultados dos testes de transiente para determinação da variável 
\u201cC\u201d após análise gráfica (seqüência: vazão de 10t/min, nível mínimo de 15t, taxa 
de reenchimento de 1,5 e holding igual a zero) 
 
74 
Tabela V.10 \u2013 Resultados dos testes de transiente para determinação da variável 
\u201cC\u201d após análise gráfica (seqüência: vazão de 10t/min, nível mínimo de 22t, taxa 
de reenchimento de 1,5 e holding igual a zero) 
 
74 
Tabela V.11 \u2013 Resultados dos testes de transiente para determinação da variável 
\u201cC\u201d após análise gráfica (seqüência: vazão de 10t/min, nível mínimo de 15t, taxa 
de reenchimento de 2,0 e holding igual a zero) 
 
75 
Tabela V.12 \u2013 Resultados dos testes de transiente para determinação da variável 
\u201cC\u201d após análise gráfica (seqüência: vazão de 10t/min, nível mínimo de 22t, taxa 
de reenchimento de 2,0 e holding