Plano de Aula 5 resposta (ciencia politica)
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Plano de Aula 5 resposta (ciencia politica)

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Caso concreto 5

Tratando de soberania em território interno no que diz respeito as ilhas Malvinas fazem a necessidade da continuidade geográfica do território em plano ao estado, mantendo poder politico em posição de supremacia. Não existindo independência total em termos econômicos, politico social e territorial existindo total independência garantida no contexto soberania e do cenário internacional. Tratados são a expressão da soberania decorrente de um direito limitado por regras do direito internacional. Possibilitando exercício de soberania agir além de suas fronteiras sem ferir argumentos de outros estados.
A autoridade executiva vem da rainha e é exercida pelo governador. A defesa é responsabilidade do Reino Unido. Há uma constituição que foi posta em prática em 1985.
A ilha é oficialmente considerada propriedade soberana do trono britânico e sua majestade a Rainha Elizabeth.
O governo Britânico diz:
“A soberania britânica a respeito das Falklands é absolutamente clara no direito internacional”.
 “Está totalmente dentro do direito internacional, totalmente baseada em precedentes”.
 “Não temos nenhuma dúvida sobre essa soberania, Nós acreditamos na autodeterminação dos moradores da ilha para decidir seu futuro. Eles querem ser britânicos”.
É considerado um território ultramarino.
Chama-se Território britânico ultramarino (em inglês: British Overseas Territory) aos territórios e circunscrições controladas e sob soberania do Reino Unido.
Em um contexto histórico, devem ser distinguidos das colônias, dependências da Coroa britânica (Ilhas do Canal, Jersey e Guernsey, Ilha de Man) e protetorados protegidos pelo estado. Também não devem ser confundidos com os reinos da Commonwealth. A actual população de todos os territórios ultramarinos britânicos está estimada em 247.899 pessoas.
Hoje em dia os territórios dependentes não são administrados directamente pelo Reino Unido. Têm o seu próprio governo que as administra, ficando o Reino Unido encarregado da sua protecção, das relações externas e assuntos de negócios.
O parlamento do Reino Unido não tem representação destes territórios e foram recusadas propostas para os incluir como parte do Reino Unido.
O monarca do Reino Unido é rei ou rainha destes territórios, como monarca do Reino Unido, de modo distinto do que se passa nos reinos da Commonwealth, dos quais é rei ou rainha desses países (ex., Isabel II é Rainha do Canadá, Rainha da Austrália, etc.).
Cada território tem um governador escolhido pelo monarca do Reino Unido, geralmente um funcionário aposentado ou um alto funcionário, que trabalha como representante do «Governo de Sua Majestade». Os governadores encarregam-se da segurança no território e da representação entre o território e o governo britânico; também podem dissolver a legislatura e actuam para fazer cumprir as leis. Dependendo do nível de poder, costumam ser mais simbólicos ou ter maior relevância. Todos os governadores costumam proceder do Reino Unido.