_SISTEMALINFTICO renovado.ppt

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SISTEMA LINFÁTICO
AULA TEÓRICA
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ANATOMIA E FISIOLOGIA
SISTEMA CIRCULATÓRIO:
Sistema arterial;
Sistema venoso;
Sistema linfático;
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O sangue sai do coração \uf0ae percorre os vasos de maior calibre \uf0ae vai se aproximando dos tecidos \uf0ae chega aos tecidos;
Nos tecidos \uf0ae troca gasosa e de nutrientes;
Após troca \uf0ae sangue reabsorvido pelo sistema venoso. Percorre os capilares \uf0ae vênulas \uf0ae veias \uf0ae coração = Grande circulação!!!!!
Veias \uf0ae Pulmão \uf0ae Coração = Pequena circulação!!!
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O sistema venoso não consegue reabsorver tudo.
Sobra um restante no interstício.
Esse restante é captado pelo sistema linfático = via secundária de absorção.
Um sistema está interligado com outro: é um equilíbrio perfeito = Lei de Starling
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Diferença entre arterial, venoso e linfático
Orgão central bombeador;
Ação da gravidade;
Calibre dos vasos;
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SISTEMA LINFÁTICO
		Rede de capilares sanguíneos, vasos linfáticos, linfonodos, troncos e ductos linfáticos, alguns órgãos linfáticos.
Divisão do Sistema linfático:
Vascular;
Tecidos e órgãos linfóides;
Linfa;
Células especializadas (linfócitos)
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Estruturas do sistema linfático
Vasos linfáticos:
Tem um trajeto unidirecional;
\uf0a7 Capilares linfáticos:
Células endoteliais, compostas por uma única camada, sobrepostas, formando escamas.
Ligados a elas têm-se os Filamentos de Ancoragem ( permite a abertura e fechamento desses capilares mediante um estímulo)
Acima disso tudo eu tenho um tecido conjuntivo fibrosos
Iniciam em um fundo cego
Devido a este arranjo os capilares linfáticos são mais permeáveis que os sangüíneos;
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Tenho um acúmulo de líquido \uf0ae deformação do meu tecido \uf0ae estimula os filamentos de ancoragem \uf0ae traciona as camadas sobrepostas \uf0ae promove uma abertura no vaso \uf0ae o líquido entra. 
Líquido dentro do vaso \uf0ae retira-se o estímulo \uf0ae retirada a tração dos filamentos \uf0aefechamento do vaso;
A partir do momento que o líquido entra no vaso ele passa a ser chamado de LINFA!!!!!!
Obs:os capilares linfáticos são mais permeáveis a líquidos com peso molecular aumentado.
Dentro dos capilares, a linfa não tem sentido, nem direção
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Vasos pré-coletores:
A linfa entra no capilar e vai para um vaso mais desenvolvido = vaso pré-coletor.
Tem mais ou menos as mesmas estruturas dos capilares linfáticos. Se difere pelo seu revestimento. Revestido por um tecido conjuntivo que sofre estreitamento nas pontas. Tem características elásticas, tem a concessão de válvulas. A partir daí começa a ter direção e sentido (direção centrípeta, sentido coração).
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Vasos Coletores:
A linfa entra nos capilares \uf0ae vasos pré-coletores \uf0ae coletores.
São vasos de maior calibre, semelhante às grandes veias.
Tem 3 camadas: íntima;
 média;
 adventícia;
A túnica íntima recobre as células endoteliais;
A túnica média é formada por músculo liso;
A túnica adventícia é uma espessa camada, que confere resistência a estrutura.
É nela que tenho um receptor de pressão.
As túnicas vão se estreitando na extremidade para acompanhar as estruturas das válvulas.
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Linfagion:
- Presente na túnica média;
- É a unidade contrátil do sistema linfático;
- Formado por uma válvula e outra;
- Se contrai cerca de 6 a 7x/ minuto;
Propulsão da linfa:
		O meu tecido está recebendo linfa \uf0ae uma válvula está aberta (vai aumentando o volume) \uf0ae tem-se um estímulo pelo receptor de pressão \uf0ae manda um estímulo para o músculo liso \uf0ae faz com que a válvula que estava fechada se abra e a que estava aberta se feche = isso dá a propulsão da linfa;
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\uf0a7Coletores ou ductos principais:
Após chegar nos coletores \uf0ae vai para os ductos principais;
Ducto torácico = toda a linfa proveniente dos MMII, hemitórax, hemicrânio, hemiface e ME cai no ducto torácico;
Canal linfático direito = toda a linfa proveniente do hemitórax, hemiface, hemicrânio e MD cai no canal linfático direito;
		Do ducto torácico a linfa vai cair no sistema sangüíneo através da junção da jugular interna com a subclávia;
		Do canal linfático direito a linfa vai cair na circulação sangüínea através da junção da jugular interna com a veia subclávia;
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Fatores que auxiliam no fluxo linfático:
O bombeamento do sistema arterial;
O bombeamento dos músculos;
O peristaltismo intestinal;
Os movimentos respiratórios;
A massagem de drenagem linfática manual;
A pressão externa;
A ação da gravidade;
 
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Linfonodos:
		Antes do líquido cair no sistema sangüíneo, ele precisa ser purificado. Antes de cair nos coletores principais, a linfa passa pelos linfonodos para ser filtrada.
		Em número de 600 a 700, dispostos ao longo de todo o sistema linfático. São agrupamentos ovais ou arredondados. 
	Geralmente em grupos, podendo vir isolados
		Função: filtrar as impurezas da linfa e produzir linfócitos \uf0ae impedem que o processo infeccioso se dissemine e detectam as células tumorais na tentativa de frear o processo de metástase Linfonodo inflamado = íngua
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Linfa:
		Líquido incolor e viscosos, rico em glóbulos brancos e fatores de coagulação. Rico em proteínas com peso molecular aumentado, água e sais minerais.
		Se difere do sangue pela ausência de hemácias;
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Órgãos linfóides:
Timo: responsável pelo amadurecimento do sistema linfático;
Tonsilas: situadas ao redor da garganta, fazem parte do sistema imunológico do trato gastro e respiratório;
Baço: faz a restrição de células envelhecidas, estimulando a sua renovação;
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Tecidos linfóides
		São caracterizados por um aglomerado de linfócitos em uma área de tecido conjuntivo frouxo, onde os linfócitos podem se multiplicar.
		Eles estão distribuídos estrategicamente no organismo para interceptar invasores ou toxinas, antes que estas possam se disseminar no organismo.
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Linfócitos
		É um tipo de glóbulo branco (leucócito) que produz uma resposta imune quando ativado por uma molécula estranha.
Tipos de linfócitos:
T (timo dependentes) \u2013 citotóxicos, supressores;
 B \u2013 podem se diferenciar em plasmócitos; são produtores de anticorpos;
 NK \u2013 natural killer;
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FISIOPATOLOGIA DO SISTEMA LINFÁTICO
Edema X Linfedema
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Edema : acúmulo de líquido intersticial, predominantemente aquosa e não possui alta concentração proteica. De origem venosa. Pode ser reabsorvido.
Etiologia:
 - Aumento da pressão hidrostática \u2013 está tendo escape pelos vasos (aumento do aporte de líquido nos vasos)
- Diminuição dos meios de reabsorção do sistema linfático.
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Linfedema:
		Acúmulo de líquido intersticial com alta concentração de proteica. De origem linfática.
Classificação dos linfedemas:
 - Linfedemas primários;
Má formação congênita, hipo ou hiperplasia linfática, alteração no número de vasos ou linfonodos.
 - Linfedemas secundários;
Lesões teciduais (linfangenites), pós traumático, insuficiência venosa crônica, metástase de tumores;
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Hidrodinâmica entre os compartimentos intersticial e intravascular. Na porção arteriolar, a pressão hidrostática é maior do que na porção venular, o que permite a saída de líquido pela arteríola e a entrada deste pela vênula. O líquido restante é drenado pela via linfática.
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Situação em que há um desequilíbrio provocado pelo aumento da pressão hidrostática, principalmente na porção arteriolar. A tendência é a maior saída de líquido para o meio extravascular, provocando o acúmulo deste no interstício.
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Outra situação de desequilíbrio hidrodinâmico, agora provocado pela diminuição da pressão oncótica, principalmente da porção venular. Também ocorre a saída de líquido, acumulando-se no interstício.
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Em casos especiais, pode haver a obstrução da via linfática, sem alteração nas pressões oncótica e hidrostática. O resultado também é o acúmulo de líquido no interstício em decorrência da falta de drenagem.
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DRENAGEM LINFÁTICA
		A massagem contribui na movimentação da linfa pelo organismo.
		A drenagem linfática manual tem um efeito de tirara o excesso de líquido de uma área estagnada para uma área