CCJ0006-WL-PA-10-Direito Civil I-Antigo-15843
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CCJ0006-WL-PA-10-Direito Civil I-Antigo-15843


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Saraiva, 2.000\u37e Teoria do fato jurídico - Plano da Validade . 2. ed., São Paulo: Saraiva, 1997. 
[21] Fundamentos do Processo Civil Moderno . 2. ed., São Paulo: RT, 1987. 
[22] Da insolvência e sua prova na ação pauliana . São Paulo: RT, 1982. 
[23] Fraudes contra credores . São Paulo: RT, 1989. 
[24] Exposição de Motivos do Prof. MIGUEL REALE, de 16.01.75, item nº 16. 
[25] No tratamento do negócio, \u201ccomo em outros pontos , procura-se obedecer a uma clara distinção entre validade e eficácia dos atos jurídicos, evitando-se os equívocos em que se 
enreda a Dogmática Jurídica que presidiu à feitura do Código de 1916\u201d (Exposição de Motivos, cit., item nº 17, i). 
[26] Tal orientação foi repelida, com razão, pelo parecer de MOREIRA ALVES (A parte geral do Projeto de Código Civil Brasileiro . São Paulo: Saraiva, 1986, p. 42-43). 
[27] SAVIGNY. Sistema del diritto romano attuale . Torino: Unione Tipografico Editrice, 1900, vol. 3, § 134 e 1355, p. 342 a 356\u37e RODRIGUES. Silvio. Dos vícios de consentimento, cit., nº 
23, p. 31. 
[28] SALEILLES. Étude sur la théorie génerale de l\u2019obligation , p. 5, apud SANTOS, Beleza dos. A simulação em direito civil . São Paulo: Lejus, 1999, p. 16. 
[29] FERRARA, Simulazione , p. 29, apud RODRIGUES, Silvio. Dos vícios de consentimento, cit., p. 34. 
[30] RODRIGUES, Silvio, ob. cit., p. 35. 
[31] RODRIGUES, Silvio, ob. cit., nº 26, p. 36/37. 
[32] TRABUCCHI, Alberto. Istituzioni cit., nº 71, p. 155, nota 2. 
  
Referências bibliográficas: 
Nome do livro: O Direito Civil à luz do Novo Código - ISBN: EAN-13:  9788530926663 
Nome do autor: COSTA, Dilvanir José. 
Editora: Rio de Janeiro: Forense 
Ano: 2009. 
Edição: 3a 
Nome do capítulo: Parte Geral - Inovações do novo Código - dos Fatos Jurídicos 
N. de páginas do capítulo: 5 
Aplicação Prática Teórica 
Os conhecimentos apreendidos sera\u303o de fundamental importa\u302ncia para a re\u3d0lexa\u303o teo\u301rica envolvendo a compreensa\u303o necessa\u301ria de que o direito, para ser entendido e estudado 
enquanto feno\u302meno cultural e humano, precisa ser tomado enquanto sistema disciplinador de relaço\u303es de poder, a partir da metodologia utilizada em sala com a aplicaça\u303o dos casos 
concretos, a saber: 
CASO CONCRETO 1 
Esmeralda precisa fazer um pagamento ao seu credor, Cla\u301udio, por meio de depo\u301sito em conta banca\u301ria. Por engano, faz o depo\u301sito em conta de outra pessoa, Ju\u301lio. Este, feliz, saca o 
dinheiro de sua conta e o gasta. Mais tarde, quando Esmeralda exige o dinheiro de volta, Ju\u301lio alega que na\u303o coagiu ningue\u301m a fazer o depo\u301sito e que o que aconteceu foi uma doaça\u303o.  
Cla\u301udio, por sua vez, cobra o dinheiro de Esmeralda. 
Pergunta-se: 
1) Houve algum defeito do nego\u301cio jur\u131\u301dico na hipo\u301tese? Em caso a\u3d0irmativo, qual? 
2) Como \u3d0icam, respectivamente, as situaço\u303es de Esmeralda, Cla\u301udio e Ju\u301lio diante do ocorrido? 
  
CASO CONCRETO 2 
Esteva\u303o, jovem de 19 anos, adquire com o produto de seu trabalho uma motocicleta e \u3d0ica muito satisfeito com a compra. Sua ma\u303e, Almerinda, na\u303o partilha de seu entusiasmo. Exige 
que o \u3d0ilho venda a moto, chora e ameaça deixar de falar com ele. Depois de muitos con\u3d0litos, Esteva\u303o cede aos pedidos da ma\u303e e vende a fonte dos problemas a outro jovem, 
Ezequiel. Meses depois, Esteva\u303o, aluno do curso de Direito, aprende que os nego\u301cios jur\u131\u301dicos praticados por coaça\u303o sa\u303o anula\u301veis e começa a pensar em maneiras de reaver a 
motocicleta vendida. 
Pergunta-se: 
1) Houve, na venda efetuada entre Esteva\u303o e Ezequiel, algum defeito do nego\u301cio jur\u131\u301dico? 
2) O nego\u301cio jur\u131\u301dico em questa\u303o e\u301 va\u301lido? 
3) Esteva\u303o pode fazer algo para reaver a motocicleta de Ezequiel? 
  
QUESTÃO OBJETIVA 1 
O dolo e\u301 v\u131\u301cio de vontade que torna anula\u301vel o nego\u301cio jur\u131\u301dico. Argu\u308ida a pra\u301tica do dolo num determinado nego\u301cio, e\u301 INCORRETO a\u3d0irmar que  
(A) a intença\u303o de quem pratica o dolo e\u301 a de induzir o declarante a celebrar um nego\u301cio jur\u131\u301dico; 
(B) a utilizaça\u303o de recursos fraudulentos graves pode se dar por parte do outro contratante ou de terceiros, se forem do conhecimento daquele; 
(C) o sile\u302ncio intencional de uma das partes sobre fato relevante ao nego\u301cio tambe\u301m constitui dolo; 
(D) o dolo rec\u131\u301proco impede a anulaça\u303o do nego\u301cio jur\u131\u301dico sobre o qual incidiu; 
(E) o dolo do representante de uma das partes obriga o representado a responder civilmente por todo o preju\u131\u301zo do outro contratante, independentemente do proveito que o mesmo 
representado experimentar. 
  
QUESTÃO OBJETIVA 2 
O Co\u301digo Civil exige, para a validade do ato jur\u131\u301dico, que o agente seja capaz. Tal disposiça\u303o legal con\u3d0igura a exige\u302ncia de que o agente:  
A) tenha capacidade de gozo, a capacidade de direito, a capacidade de aquisiça\u303o. 
B) tenha capacidade de fato, a capacidade de aça\u303o, a capacidade de exerc\u131\u301cio. 
C) pessoa f\u131\u301sica, seja dotado de personalidade jur\u131\u301dica. 
D) tenha sempre mais de 18 anos de idade. 
E) nenhuma das respostas anteriores esta\u301 correta. 
  
Plano de Aula: 10 - DIREITO CIVIL I
DIREITO CIVIL I 
Estácio de Sá Página 6 / 6