Senso Religioso - Pe Paulo - design 2

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DisciplinaO Humano e O Fenômeno Religioso84 materiais434 seguidores
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como ela é.
	b) Mas \u201cpartir de si mesmo\u201d é uma proposição que pode prestar-se a equívocos. Perguntemo-nos: como é que eu identifico a mim mesmo? Este \u201ceu mesmo\u201d pode correr o risco de ser definido a partir de uma imagem de mim, com um preconceito. Quando é que se parte realmente de si mesmo? Partir de si mesmo é realista quando a pessoa é olhada em ação, isto é observada na experiência cotidiana.
	
I. O senso religioso: o ponto de partida
	2. O eu-em-ação
	É no eu-em-ação que emergem os elementos sustentadores da nossa humanidade. 
	Santo Tomás dizia: \u201cAlguém percebe que existe \u2013 que vive \u2013 pelo fato de que pensa, sente e executa outras atividades semelhantes.
	Como é repleta de implicações esta afirmação.
	Exemplos: 
	 - um homem preguiçoso que nunca se empenha com a vida...
	 - um jovem que, por vários motivos, não goste de aritmética...
	 - uma jovem que acorda toda manhã dizendo: eu não valho nada, não há nada que eu saiba fazer...
	 - um homem desempregado em uma sociedade...
I. O senso religioso: o ponto de partida
	Atitude análogas\u201d ao \u201cnão sou capaz\u201d da jovem de nosso exemplo pode ser encontrada também no homem adulto em relação ao fato religioso. Com efeito, um adulto pode assumir uma postura que o leva a dizer: \u201cNão sinto Deus, não tenho exigência de enfrentar esse problema\u201d. 
	Mas é claro que este adulto assume esta atitude impelido por uma série de condicionamentos centrífugos, distrativos, mas não conduzido pela razão corretamente empenhada, que, desse modo, não poderia eliminar o problema.
Ronieri
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