Sociologia J. - Anotação (26)
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à decadência no que diz 
respeito à constitucionalidade desse prazo. 
A prescrição, diferentemente da decadência, admite suspensão e interrupção.
Na suspensão, o termo anteriormente decorrido é computado. Já a interrupção implica reinício da 
contagem de todo o prazo, desprezando-se o período anterior. Assevere-se, porém, que o reinício da 
recontagem não depende apenas da ocorrência da hipótese interruptiva, mas da verificação de requisito 
imprescindível para o seu curso: a inércia do credor. Assim, para o reinício da contagem, urge que o ente 
credor proceda com negligência, mantendo-se inerte na promoção de atos de impulsão processual. 
De acordo com o art. 174, I, do CTN, são hipóteses de interrupção do prazo prescricional: a) o 
"Proibida a reprodução total ou parcial, por qualquer meio ou processo, assim como a inclusão em qualquer sistema de processamento de dados. A 
violação do direito autoral é crime punido com prisão e multa (art. 184 do Código Penal), sem prejuízo da busca e apreensão do
material e indenizações patrimoniais e morais cabíveis (arts. 101 a 110 da lei 9.610/98 - Lei dos Direitos Autorais).\u201d
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despacho do juiz que ordenar a citação em execução fiscal; b) o protesto judicial; c) qualquer ato judicial que 
constitua em mora o devedor; d) qualquer ato inequívoco, ainda que extrajudicial, que importe em 
reconhecimento do débito pelo devedor. 
A suspensão da prescrição não encontra tratamento normativo expresso. Entrementes, as suas 
hipóteses decorrem, por dedução lógica, da suspensão da exigibilidade do crédito tributário, afinal se o 
crédito não é exigível, não há como se admitir a fluência do prazo prescricional. E, nos termos do art. 151 do 
CTN, suspendem a exigibilidade do crédito e, consequentemente, a prescrição previdenciária: a) a 
moratória; b) o depósito do seu montante integral; c) as reclamações e os recursos, nos termos das leis 
reguladoras do processo tributário administrativo; d) a concessão de medida liminar em mandado de 
segurança; e) a concessão de medida liminar ou de tutela antecipada, em outras espécies de ação judicial; 
e, f) o parcelamento.
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