PARTE 1 - AULA 2 -
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PARTE 1 - AULA 2 -

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Consumo de Nafta no Brasil
CONSUMO TOTAL DE NAFTA (kta)

2002 2003 2004 2005 2006
6326 6361 6395 6335 6505
2442 2904 3417 3503 3682
8768 9265 9812 9838 10187

PQU Petrobrás 1698 100% 1876 100% 1982 100% 1825 100% 1954 100%
BRASKEN Petrobrás 2778 72% 2691 69% 2734 62% 3068 68% 3040 68%

Importada 1059 28% 1220 31% 1654 38% 1427 32% 1414 32%
COPESUL Petrobrás 1850 57% 1794 52% 1679 49% 1442 41% 1512 40%

Importada 1383 43% 1684 48% 1763 51% 2075 59% 2268 60%
TOTAL 10188

2002 2003 2004 2005

8768 9265 9812 9837

Vendas Petrobrás
Importação
Consumo total

2006

CONSUMO TOTAL DE NAFTA POR CENTRAL PETROQUÍMICA (kta)

Preço da nafta (agosto 2005) – US$ 470,00/t

Preço da nafta (maio 2006) – US$ 601,00/t

Preço da nafta (julho 2007) – US$ 607,00/t

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18Venezuela
Canadá

Argélia Argentina
Ex-Rússia

Oriente Médio
Indonésia e Malásia US Gulf

A nafta equivale
a 70% da MP
petroquímica
usada na Europa

Mercado Internacional Nafta
Principais Fluxos do Comércio de Nafta

Oriente Médio será principal
exportador NAFTA (SR e
condensado) e Gasolina

Natural (LGN) do Mundo :
40 e 60% respectivamente.

A nafta equivale
a 95% da MP
aplicada no Japão

Eventuais Importações
“Spot” de Nafta do
Golfo Arábico para

Brasil.

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Mercado Internacional

• Busca constante e
desenvolvimento de novos
processos que convertem
frações pesados do refino
em frações mais leves;

• Previsão de maior
crescimento da oferta
LGN´s (incluído Gasolina
Natural);

• Médio prazo: a nafta ainda
será a mais importante MP
petroquímica (apesar de
seu possível déficit);

• Competição entre a
demanda de Energia X
Demanda de Petroquímicos;

Conclusões Previsão Balanço Oferta x Demanda de Nafta

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Geração da Nafta DD e Craqueada
Maior parte da nafta necessária à petroquímica origina-se nestes processos:

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Matéria-prima – Nafta
Benzeno

Reformação Tolueno
Catalítica Xilenos

Eteno
Propeno

Craqueamento Butenos - Butadienos
Resíduos
Outros

Reformação Amônia
com Vapor Metanol

Produtos Oxo.

NAFTA

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ESQUEMA GERAL DO REFINO DE PETRÓLEO

Petróleo

Destilação
atmosférica

Destilação
a vácuo

GLP

Nafta petroq.

Gasolina

FCC

Gasóleo

Unidade
Klauss

Enxofre

Querozene

Diesel

Unidades de
hidrotratamento

Unidades de
lubrificantes

Óleo
combustível

Óleos básicos
lubrificantes

Gás
combustível

Geração de
Hidrogênio

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INTERFACE REFINO-PETROQUÍMICA

MATÉRIA
PRIMA

TRANSFORMAÇÕES
PRIMÁRIAS

PRODUTOS BÁSICOS
PETROQUÍMICOS

Gás comb.

Óleo comb.

CH4  CO + H2
Reforma a vapor

Oxidação parcial

Etano

Propano

Nafta Virgem

Gasóleo leve

gás de
síntese

Eteno

Propeno

Butadieno

Butenos

Aromáticos

Quebra e recarga de
moléculas:

- Craqueamento a vapor

- Reforma catalítica

metanol

Nafta Virgem

amônia

Produtos Intermediários
Estireno, MVC, TDI, TPA

etc

Polietileno,
polipropileno,
PVC, PS, PET

Transformações
secundárias

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Matéria-prima – Nafta

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CONFIGURAÇÃO BÁSICA DE UM COMPLEXO
PETROQUÍMICO INTEGRADO

4

cloro

Fenol

LABLABS

PP

Fibras acrílicas
ABS

PB

SBR

TDI

PET

Poliuretanas

matéria prima
(nafta)

Refinaria

PGN

PE

PVC MVC

OE

EstirenoPS

NYLON 6.6

MEG

eteno propeno

combustíveis

benzeno tolueno xilenos

utilidades
mercado
distribuição

Plastificante

Alquídicas

Poliéster ins.

Acido tereftálico

Anidrido
ftálico

CENTRAL PETROQUÍMICA
• Craqueamento a vapor
• Reforma catalítica
• Estações de Utilidades

Acrilonitrila

butadieno

1
Central
petroquímica

2 3
Produtos finais
no complexo

4
Produtos finais
fora do complexo

5
Supridores de
matérias primas

Intermediários
petroquímicos

1

2

2

2

2

2

2

2

2

2

2

3

3

3

3

3

3 3

5

5

4

4

4

4

4

44

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CONFIGURAÇÃO BÁSICA DE
UM COMPLEXO DE FERTILIZANTES

SULFATO
DE AMONIA

DIÓXIDO
DE CARBONO

URÉIA

NITRATO DE
AMONIA

SUPERFOSFATO
SIMPLES

MAP
Ou

DAP

GAS DE
SÍNTESE AMÔNIA

ÁCIDO
NÍTRICO

MISTURAS
N, P, K

OUTRAS
UTILIZAÇÕES

FERTILIZANTES
NITROGENADOS

ÁCIDO
FOSFÓRICO

FERTILIZANTE
FOSFATADO

Ácido Sulfúrico
sub-produto

Gás
natural

Enxofre

Rochas
Fosfatadas

Cloreto de Potássio (fertilizante potássico)

Não integrado

Integrado ou não

Integrado

ÁCIDO
SUFÚRICO

N – nitrogênio

P – P2O5
K – K2O

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Matéria-prima – GLP
 Para a petroquímica é uma matéria-prima alternativa

obtida do :
 Processamento do gás natural (65% -2005)
 Refinarias (35% - 2005)

 Propano:
 Pirólise → PROPILENO OU PROPENO (+ Eteno)
 Desidrogenação (alternativa) → PROPILENO (Rota cara)

 Butano:
 craqueamento a vapor → OLEFINAS
 Desidrogenação → BUTENOS E BUTADIENOS
 Oxidação → ÁCIDO ACÉTICO E ANIDRIDO MALEICO
 Desidrogenação do iso-butano → ISOBUTENO
 Pirólise → BUTENOS

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Conclusão : Disponibilidades de MP no Brasil

Gás natural carência com tendências a mudanças

Nafta

Etano/ Corrente C2/ C3

importa-se 35% das necessidades

só disponível para RioPol

Propeno de Refinaria disponível nas grandes refinarias,
mas competindo com mercado
energético

Curso de Especialização em Engenharia de Petróleo e Gás - TEQ/UFF Curso de Petroquímica / Profa. Rosenir 29

Produtos Básicos

	Aula 2 �Principais matérias-primas da indústria petroquímica
	Cadeia de transformação dos principais produtos petroquímicos
	Matérias-primas
	Slide Number 4
	Principais matérias-primas
	Slide Number 6
	Matéria-prima – Gás Natural
	Líquido de Gás Natural - LNG
	Óleo e Gás Natural�Refino e Processamento de Gás Natural (PGN)
	ESQUEMA GERAL DO PROCESSAMENTO DE GÁS NATURAL
	Gás Natural – Brasil
	Gás Natural Mercado Internacional
	Matéria-prima - Metano
	Matéria-prima - Etano
	Matérias-primas – Nafta e Gasóleo
	Nafta para produção de eteno
	Consumo de Nafta no Brasil
	Mercado Internacional Nafta�Principais Fluxos do Comércio de Nafta
	Mercado Internacional
	Geração da Nafta DD e Craqueada
	Matéria-prima – Nafta
	ESQUEMA GERAL DO REFINO DE PETRÓLEO
	INTERFACE REFINO-PETROQUÍMICA
	Matéria-prima – Nafta
	Slide Number 25
	Slide Number 26
	Matéria-prima – GLP
	Slide Number 28
	Slide Number 29