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DisciplinaHistória da Educação no Brasil2.046 materiais32.396 seguidores
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Debate teórico e metodológico da História da Educação e sua importância para a pesquisa educacional.
Demerval Saviani \u2013 ([1998]2006 \u2013 3ª ed.)
Tema da Apresentação
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O autor situa a emergência da história como um problema filosófico e científico na época moderna e mostra a trajetória dos estudos históricos que desembocou no atual debate (anos 90) que contrapõe dois grandes paradigmas:
ILUMINISTA OU RACIONALISTA
PÓS MODERNO
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PARADIGMA ILUMINISTA OU RACIONALISTA
Surge no século XIX com o positivismo e o marxismo.
Prolonga-se com a Escola dos Annales, nas suas duas primeiras fases: 1929 a 1969
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Positivismo é um conceito que possui distintos significados, englobando tanto perspectivas filosóficas e científicas do século XIX quanto outras do século XX. Desde o seu início, com Augusto Comte (1798-1857) na primeira metade do século XIX, até o presente século XXI, o sentido da palavra mudou radicalmente, incorporando diferentes sentidos, muitos deles opostos ou contraditórios entre si. Nesse sentido, há correntes de outras disciplinas que se consideram "positivistas" sem guardar nenhuma relação com a obra de Comte. Exemplos paradigmáticos disso são o Positivismo Jurídico, do austríaco Hans Kelsen, e o Positivismo Lógico (ou Círculo de Viena), de Rudolph Carnap, Otto Neurath e seus associados. Para Comte, o Positivismo é uma doutrina filosófica, sociológica e política. Surgiu como desenvolvimento sociológico do Iluminismo, das crises social e moral do fim da Idade Média e do nascimento da sociedade industrial - processos que tiveram como grande marco a Revolução Francesa (1789-1799). Em linhas gerais, ele propõe à existência humana valores completamente humanos, afastando radicalmente a teologia e a metafísica (embora incorporando-as em uma filosofia da história). Assim, o Positivismo associa uma interpretação das ciências e uma classificação do conhecimento a uma ética humana radical, desenvolvida na segunda fase da carreira de Comte
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O Marxismo é o conjunto de ideias filosóficas, econômicas, políticas e sociais elaboradas primariamente por Karl Marx e Friedrich Engels e desenvolvidas mais tarde por outros seguidores. Baseado na concepção materialista e dialética da História, interpreta a vida social conforme a dinâmica da base produtiva das sociedades e das lutas de classes daí conseqüentes. O marxismo compreende o homem como um ser social histórico e que possui a capacidade de trabalhar e desenvolver a produtividade do trabalho, o que diferencia os homens dos outros animais e possibilita o progresso de sua emancipação da escassez da natureza, o que proporciona o desenvolvimento das potencialidades humanas. A luta comunista se resume à emancipação do proletariado por meio da liberação da classe operária, para que os trabalhadores da cidade e do campo, em aliança política, rompam na raiz a propriedade privada burguesa, transformando a base produtiva no sentido da socialização dos meios de produção, para a realização do trabalho livremente associado - o comunismo -, abolindo as classes sociais existentes e orientando a produção - sob controle social dos próprios produtores - de acordo com os interesses humanos-naturais
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A chamada escola dos Annales é um movimento historiográfico que se constitui em torno do periódico acadêmico francês Annales d'histoire économique et sociale, tendo se destacado por incorporar métodos das Ciências Sociais à História; há que referir que o seu nascimento é também um reflexo da conjunta: estava-mos em 1929, ano da Grande Crise económica que assolou os Estados Unidos, bem como a Europa: Alemanha e França, em maior escala: os Annales visam ser como um retracto do espectro de '29, uma época de mutações, que iria ser como que a catapulta essencial para um novo tipo de história, a económica, a social...e empreender um corte na história política, na história individual, mas, sem a arredar de cena, como a vertente mais social vinha sendo vitima (era um pouco ostracizada, colocada num patamar secundário, bem no fundo da história política ou militar...).
Fundada por Lucien Febvre e Marc Bloch em 1929, propunha-se a ir além da visão positivista da história como crônica de acontecimentos (histoire événementielle), substituindo o tempo breve da história dos acontecimentos pelos processos de longa duração, com o objetivo de tornar inteligíveis a civilização e as "mentalidades".
A escola des Annales renovou e ampliou o quadro das pesquisas históricas ao abrir o campo da História para o estudo de atividades humanas até então pouco investigadas, rompendo com a compartimentação das Ciências Sociais (História, Sociologia, Psicologia, Economia, Geografia humana e assim por diante) e privilegiando os métodos pluridisciplinares.[1]
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Em geral, divide-se a trajetória da Escola dos Annales em quatro fases:
Primeira geração - liderada por Marc Bloch e Lucien Febvre (1929 a 1950)
Segunda geração - dirigida por Fernand Braudel (1950 a 1969)
Terceira geração - vários pesquisadores tornaram-se diretores, destacando-se a liderança de Jacques Le Goff e Pierre Nora, além de Philippe Ariès e Michel Vovelle (1970 a 1980)
Quarta geração - a partir de 1989.
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PARADIGMA PÓS MODERNO
Constitui-se a partir de 1970 com a 3ª fase da Escola dos Annales, dando origem a diferentes abordagens que vêm sendo difundidas de um modo geral sob a denominação de \u201cNova História\u201d (Le Goff)
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A História só se pôs como um problema para o homem, isto é, só emergiu como algo que precisava ser explicado e compreendido a partir da época moderna.
POR QUE?
Formas de vida de vida social estáveis sintonizadas com uma visão cíclica do tempo.
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Na época moderna, as condições de produção da existência humana passam a ser dominantemente sociais, isto é, produzidas pelos próprios homens. A natureza é matéria prima a ser transformada pelo homem no tempo. A visão do tempo deixa de ser cíclica.
PASSADO FUTURO
 PRESENTE
O homem, além de um ser histórico, apropria-se de sua historicidade. Além de fazer história, quer se tornar consciente de sua identidade.
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\u201cAté por volta de 1850, a história continuou a ser, para os historiadores e para o público, um gênero literário\u201d (LANGLOIS; SEIGNOBOS, 1897)
Gênero literário: narrativa, descrição fiel dos fatos, dos acontecimentos passados
Procedimentos formais derivados do método científico no processo de levantamento e organização das fontes e na sistematização e exposição das informações.
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Na década de 1920, a Escola dos Annales busca superar os limites da historiografia tradicional de fundo positivista.
NOVA HISTÓRIA \u2013 a partir dos anos de 1970
Embate atual: dois paradigmas