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Apresentação Sesam FPSO Package

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Sesam FPSO Packages 
Softwares para Projeto e Análise de FPSOs 16 de julho de 2009 
 João Henrique Volpini Mattos 
Regional Sales Manager - Maritime & Offshore Solutions (South America), DNV Software 
© Det Norske Veritas Ltda. Todos os direitos reservados. 
 
 
 
FPSOs Market Share (por Classificadora) 
 Slide 2 
ABS
35 %
DNV
40 %
LR
12 %
BV
4 %
CCS
1 %
Rina
1 %
Vietnam
1 %
Unknown
6 %
Source:
- Mobile Production systems of the World, 7th Edition, 2007/2008, Clarkson Research Services Limited
- Floating Production Systems - assessment of the outlook for FPSO vessels, production semis, TLPs 
and Spars, November 2007, International Maritime Associates Inc.
Presenter
Presentation Notes
Este levantamento totalizou 180 FPSOs.
Os maiores players são DNV e ABS.
Até o momento todas as FPSOs da Petrobrás eram de classe ABS. Isto se explica em parte pelo fato de que vários VLCC utilizados na conversão eram de classe ABS (o DNV só chegou ao Brasil em 1974 e atuava apenas em offshore)
Se retirarmos da contagem o estas FPSOs o ABS fica com 31% e o DNV com 43%

Números de 2008 : 120 em operação (2/3 conversões), 65 em construção (orders).
Existem cerca de 40 projetos de desenvolvimento de campos com produção prevista para iniciar até 2012 que irão precisar de FPSOs.
África ocidental 35%, América do Sul 30%, Sudeste da ásia 18%
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Algumas FPSOs Classe DNV 
 Petrojarl I : Primeira FPSO especialmente 
construída para mar irrestrito (1986) 
 
 Slide 3 
 BW Yùum K’ak’Náab : Primeira FPSO do 
GOM (área mexicana) 
 
 BW Pioneer: Primeira FPSO do GOM (área 
americana – campos de Chinook / Cascade) 
 
Presenter
Presentation Notes
Petrojarl I (194.2 x 32 x 16 x 12 m) : Construída no Japão pelo NKK em 1986, em 2000 sofreu um upgrade para aumentar sua vida útil em mais 15 anos, e opera hoje no campo de Glitne.
BW Yùum K´ak Náab (Lord of the Sea em dialeto Maia) (326.68 x 65 x 31.5 x 23.232 m) : Convertido em 2005 em Singapura a partir de um ULCC de 1981. 
Chinook Cascade : Conversão iniciada em 2008 de um petroleiro Aframax construído em 1992. Turret desconectável (furacões). Será ancorada em lâmina de 2600 m, a mais profunda até hoje para uma FPSO.
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FPSOs Classe DNV Operando no Brasil 
 Slide 4 
 SSP300 Sevan Piranema 
 
 Petrojarl Cidade de Rio das Ostras 
 
 BW Cidade de São Vicente 
 
Presenter
Presentation Notes
Sevan Piranema : Construída na China e na Holanda, é a primeira FPSO cilíndrica de casco duplo em operação comercial. Opera atualmente no campo de Piranema (Sergipe).
Petrojarl Cidade Rio das Ostras (183 x 32.2 x 16.1 m): Convertido em 2006 na Polônia a partir de um petroleiro de 1981. Opera na Bacia de Campos.
BW Cidade de São Vicente : Upgrade em 2008 em Singapura. Operando no campo de Tupy.
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FPSOs Classe DNV em Construção 
 Slide 5 
BP Skarv-Idun Korea-Samsumg Newbuilding 
BW Pioneer - Cascade/Chinook Singapore Conversion 
Nexus 01 Korea-Samsumg Newbuilding 
Nexus 02 Korea-Samsumg Newbuilding 
P-58 - Baleia Azul Singapore Conversion 
Sevan 300 No. 04 China-Hantong Newbuilding 
Sevan 300 No. 05 China-Hantong Newbuilding 
Ichtys FPSO - Newbuilding 
FSO Rita Dubai Conversion 
Dynamic Producer Singapore Conversion 
Knock Dee FSO Dubai Conversion 
Deep Producer Singapore Conversion 
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FPSO : Requisitos de Projeto 
 Processos complexos de projeto 
- Requisitos de regras de navios e offshore 
- Requisitos regulatórios 
- Estabilidade intacta e avariada 
- Comportamento no mar, análise hidrodinâmica 
- Colisão 
- Longa vida útil de operação sem docagem 
- Análise estocástica de fadiga 
- Iteração com o topside 
- Área do turret 
- Risers & Moorings 
- Águas profundas 
 Ferramentas para avaliação de : 
- Conversão de petroleiros para FPSO 
- Novas construções de FPSO 
 Ferramentas para a manutenção de FPSOs em operação 
 Slide 6 
Nossa meta : Oferecer pacotes de 
ferramentas específicas para 
 o projeto de FPSOs. 
Presenter
Presentation Notes
[Aguardar frase de destaque aparecer no fundo : Nossa meta : Oferecer pacotes que contenham conjuntos de ferramentas específicas para o projeto de FPSO.]
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FPSO : Desafios de Projeto 
 Novas Construções 
- Estratégias de proteção contra corrosão 
- Determinação racional das espessuras 
- Requisitos de análise abrangentes para 
o projeto 
- Planos de inspeção 
- Design do turret 
 Conversões 
- Aumentar a certeza de que o navio 
escolhido é adequado 
- Vida útil estrutural remanescente 
- Aço a ser substituído 
- Rigidez para acomodar as novas 
características 
- Priorizar pontos de inspeção 
- Perigos das plantas de processo 
 Slide 7 
Presenter
Presentation Notes
Números de 2008 : 120 em operação (2/3 conversões), 65 em construção (orders).
Existem cerca de 40 projetos de desenvolvimento de campos com produção prevista para iniciar até 2012 que irão precisar de FPSOs.
África ocidental 35%, América do Sul 30%, Sudeste da ásia 18%

Nos últimos anos várias conversões de petroleiros para FPSOs foram realizadas. Entretanto, a medida em que o tempo passa, o número de cascos candidatos para estas conversões estão diminuindo, eles estão ficando mais caros e algumas vezes não estão em boas condições para suportar uma nova vida útil. A alternativa é a construção de uma nova FPSO, que embora teoricamente tenha a desvantagem de levar mais tempo para ficar pronta e seja mais cara, apresenta alguns ganhos competitivos, tais como definição exata das dimensões e forma do casco, otimização da estrutura para suportar operação contínua em plena carga, mitigação dos movimentos da embarcação, etc.
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Classificação de FPSOs 
 Não são reguladas pelo IACS/CSR 
 DNV OS C-102 Structural Design of Offshore Ships 
- Operação irrestrita : Viga navio calculada pelas condições de Inverno Atlântico Norte 
- Águas benignas : Ambientes no qual a capacidade da viga-navio calculada pelo método 
LRFD é menor que o módulo de seção de acordo com os ‘Main Class Requirements’. 
 
 
 Slide 8 
Procedimentos de Projeto Alternativos 
 Alternativa 1 (Ship Rules) : Os escantilhões do 
casco são baseados nos requisitos principais da 
classe, não sendo requeridos cálculos diretos dos 
momentos fletores e esforços cortantes devido à 
ondas. 
 Alternativa 2 (Método LRFD) : O casco é 
projetado de acordo com os princípios do Cap. 1. 
O módulo de seção pode ser menor que o 
normalmente requerido pela classe em até 25%. 
 
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Regras DNV para Classificação de FPSOs 
Offshore Service Specification 
 DNV-OSS-102 Rules for Classification of Floating Production, Storage and Loading Units 
Offshore Standards 
 DNV-OS-A101 Safety Principles and Arrangements 
 DNV-OS-B101 Metallic Materials 
 DNV-OS-C101 Design of Offshore Steel Structures, General (LRFD Method) 
 DNV-OS-C102 Structural Design of Offshore Ships 
 DNV-OS-C301 Stability and Watertight Integrity 
 DNV-OS-C401 Fabrication and Testing of Offshore Structures 
 DNV-OS-D101 Marine & Machinery Systems & Equipment 
 DNV-OS-D201 Electrical Installations 
 DNV-OS-D202 Automation, Safety and Telecommunication Systems 
 DNV-OS-D301 Fire Protection 
 DNV-OS-E201 Oil and Gas Processing Systems 
 DNV-OS-E301 Position Mooring 
 DNV-OS-E401 Helicopter Decks 
Recommended Practices 
 DNV-RP-B101: Corrosion Protection of Floating Production and Storage Units 
 DNV-RP-C101: Allowable Thickness Diminution for Hull Structure of Offshore Ships 
 DNV-RP-C102 Structural Design of Offshore Ships 
 DNV-RP-C202 Buckling Strength of Shells 
 DNV-RP-C203 Fatigue Design of Offshore

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