1 Apostila Hidrologiae Drenagem
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1 Apostila Hidrologiae Drenagem


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Por que em microdrenagem o perído de retorno máximo é de 10 anos? 
 
10. Comparar coeficiente de deflúvio com tempo de concentração. 
 
11. O que é coeficiente de freqüência e po que ele cresce com o período de retorno? 
 
 
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12. Um determinado trecho de galeria deverá receber e escoar o deflúvio superficial oriundo de 
uma área de 1,85 ha, banhada por uma chuva intensa, onde 18% corresponde a ruas 
asfaltadas e bem conservadas, 6% de passeios cimentados, 46% de pátios e canteiros 
gramados, além de 30% de telhados cerâmicos. A sua inclinação média é de 2%. Se o 
tempo de concentração previsto para o início do trecho é de 14 minutos, calcular a vazão 
de jusante do mesmo sabendo-se que a equação de chuva máxima local é dada pela 
expressão i = 1840/(t + 147), com i-mm/min e t-min. 
 
IV. Exerxcícios 
 
1. Definir sarjeta triangular. 
 
2. Deduzir a expressão derivda de Manning para cálculo da capacidade teórica de um a sajeta 
triangular para guia vertical e para um sarjetão. 
 
3. Explicar os motivos para utilização do coeficiente F. 
 
4. Por que na Figura IV.7, uma curva para ruas e outra para avenidas? 
 
5. Uma sarjeta com z = 24, I = 2% e n = 0,016 terá que capacidade máxima teórica? e de 
projeto? 
 
6. Verificar a área máxima de projeto contribuinte para a sarjeta do problema anterior, se a 
equação de chuva é a mesma de Exemplo IV.6.1, para C = 0,60 e tc= 30 min. Verificar 
também a lâmina de projeto. 
 
7. Verificar se a sarjeta com as características a seguir comportaria uma contribuição 
proveniente de uma área de 2,0 ha. Comentar os resultados. São dados: z = 12, I = 1,5% 
e n = 0,015. Para a área são conhecidos C = 0,70, tc = 25 min e a equação de chuva i = 
15/t2/3, sendo i - mm/min e t - min. Em caso afirmativo verificar a velocidade de projeto. 
 
8. Deduzir, a partir de elementos infinitesimais, uma expressão para cálculo da capacidade 
teórica de sarjetas combinadas, em função das ordenadas máximas. 
 
9. Calcular a capacidade máxima admissível na seção de jusante para a sarjeta cuja seção 
típica é apresentada na figura a seguir. São dados ainda: z = 20, I = 0,02m/m, yo = 13 
cm, y' = 5 cm. 
 
 
V. Exercícios 
 
1. Por que os coletores pluviais são dimensionados de modo a garantirem o escoamento livre? 
 
2. Por que emprega-se períodos de retorno máximos de 10 anos em obras de micro-
drenagem? 
 
 
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3. Explicar as razões técnicas para limitações nos valores de velocidade, declividade e 
diâmetros, quanto a condições de autolimpeza e aspectos construtivos. 
 
4. Resolver os seguintes problemas utilizando soluções gráficas e analíticas (n = 0,015): 
 
a) um coletor circular tem uma declividade de 0,005 m/m e deverá transportar 332 l/s como 
cheia de projeto. Qual será seu diâmetro e velocidade do escoamento; 
b) idem se Q = 772 l/s e I = 0,006 m/m; 
c) calcular a lâmina líquida de um conduto circular com diâmetro de 600 mm transportando 
218 l/s (I = 0,2%); verificar também a velocidade de escoamento. 
d) um trecho de coletor deve escoar durante uma chuva de projeto uma vazão de 1263 l/s. 
Sabendo-se que a declividade do trecho é de 0,05% pede-se: 
- diâmetro do trecho; 
- condições de funcionamento (y e V); 
e) se em uma tubulação de 1200 mm de diâmetro em concreto escoa uma vazão de 1,29 
m³/s com uma lâmina absoluta de 80cm, qual é a declividade e a velocidade de projeto? 
 
5. A lâmina líquida em um coletor pluvial, em concreto armado, D = 600mm, é de 387 mm 
para uma declividade de 0,3%. Qual a vazão e a velocidade de projeto? 
 
6. Qual a altura molhada em uma tubulação de esgotos pluviais D = 500mm, transportando 
204,52 l/s sob uma declividade de 0,0045 m/m? 
 
7. Que área de projeto poderia ser esgotada por um coletor de esgotos pluviais de 400 mm 
de diâmetro, assentado sob 0,35% de declividade? Sabe-se que a equação de chuva local 
é a mesma do exercício IV.6.7. C = 0,60. 
 
8. Uma galeria pluvial de 1,5 m de diâmetro, deverá transportar 3366 l/s quando funcionar a 
3/4 de secção. Determinar a descarga e a velocidade de escoamento quando a lâmina 
líquida for de apenas 0,45% da altura útil. 
 
9. Determinar a área, o perímetro e o raio hidráulico molhados no coletor do exercício 
anterior, quando y/D for igual a 0,60. 
 
10. Duas galerias circulares se encontram. Uma tem 1,10m de diâmetro, declividade de 
0,0004m/m e apresenta uma vazão máxima de 408,6 l/s. A segunda tem 0,60m de 
diâmetro, declividade de 0,001m/m e uma vazão máxima de 122 l/s. Pergunta-se a que 
altura da maior deverá entrar a menor para que, na situação de vazões máximas não 
apareçam condições de remanso ou de vertedouro livre? 
n = 0,015. 
 
11. Calcular a capacidade máxima de um trecho de galeria de 0,60m de diâmetro, n = 
0,015, com 1% de declividade, funcionando a 3/4 de seção? 
 
VI. Exercícios 
 
1. Em termos de poço de visita definir: chaminé, câmara de trabalho, calhas de concordância 
e trechos de montante e de jusante. 
 
 
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2. Explicar o emprego de poços de queda nos PV. 
 
3. Explicar os diversos posicionamentos obrigatórios dos PVs nas galerias pluviais. 
 
4. Expor razões que obrigam a existência das chaminés. Por que a altura das mesmas deve 
ficar entre 0,30 e 1,00 metro? 
 
5. Qual a razão principal da abertura da peça de transição ser excêntrica? 
 
6. Estudar as vantagens e desvantagens das escadas fixas em relação às portáteis. 
 
7. Por que os PV em concreto armado no local são mais utilizados para canalizações com 
diâmetros superiores a 400 mm ? 
 
8. Por que as chaminés são mais frequentemente construídas com anéis pré-moldados? 
 
9. Encontrar as dimensões úteis para PVs nas seguintes condições: 
 
 Nº de PV Profundidade (m) Diâmetro do Coletor efluente (mm) 
 1 1,50 400 
 2 1,80 300 
 3 2,00 400 
 4 2,10 700 
 5 3,20 1500 
 6 3,70 1000 
 7 4,15 500 
 
10. Definir caixas de ligação "de reunião" e "intermediária". Qual a diferença conceitual entre 
elas? 
 
11. Comparar "tubulações de ligação" e "condutos de ligação". 
 
VII. Exercícios 
 
1. Definir "seção fechada padrão". 
 
2. Citar situações em que a seção circular poderia se tornar inviável. E situações onde seu 
emprego seria impossível. 
 
 
3. Dar uma definição para "dois condutos equivalentes". 
 
4. Desenhar a seção calculada no exemplo do item XV.3. 
 
5. Como poderia acontecer a corrosão bacteriana nas seções especiais ? 
 
6. Por que a seção retangular é a mais comum das seções especiais ? 
 
 
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7. Por que as seções ovais são mais indicadas para casos de grandes cargas verticais? e 
pequenos esforços laterais? 
 
8. Por que os arcos abatidos são pouco recomendáveis para substituição dos ovóides? 
 
9. Quais os fatores que determinam o tipo de seção especial a empregar ? 
 
10. Por que um só fator é suficiente para mostrar a inviabilização da seção circular