CCJ0006-WL-PA-19-Direito Civil I-Novo-34066
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. Atualizada por Caio Mário da Silva Pereira. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1975, § 65, p. 254. 
[5] Ea quae lege fieri prohibentur si fuerint facta, non solo inutilia, sed pro infectis, etiam habentur - é o que se proclama no direito imperial (Cód. 1, 14, 1.5). 
[6] BEVILÁQUA, Clóvis. Teoria Geral cit., § 65, p. 255. 
[7] BEVILÁQUA, Clóvis. Teoria Geral cit ., § 65, p. 257. 
[8] BEVILÁQUA, Clóvis, idem, ibidem. 
[9] BETTI, Emilio. Teoria geral do negócio jurídico cit. , v. III, n. 57, p. 11. 
[10] BETTI, Emilio, ob. cit., loc. cit. 
[11] BETTI, Emilio, ob. cit., loc. cit. 
[12] TRABUCCHI, Alberto. Istituzioni di diritto civile . 38. ed., Padova: CEDAM, 1998, n. 81, p. 184. 
[13] TRABUCCHI, Alberto, ob. cit., loc. cit. 
[14] LARENZ, Karl, ob. cit., p. 647. 
[15] COSTA JÚNIOR, Olímpio. A relação jurídica obrigacional, São Paulo: Saraiva, 1994, p. 56. 
[16] LARENZ, Karl. Metodologia da ciência do direito . Tradução Portuguesa. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1978, p. 506 et seq. apud  COSTA JÚNIOR, Olímpio, ob. cit., p. 57. 
[17] COMPARATO, Fábio Konder. O poder de controle na sociedade anônima. 3. ed., Rio de Janeiro: Forense, 1983, p. 84. 
[18] MIRANDA, Pontes de. Tratado de Direito Privado . 2. ed., Rio de Janeiro: Borsoi, 1954, t. IV, § 357, p. 7. 
[19] Negócio Jurídico - Existência, Validade e Eficácia . 3. ed., São Paulo: Saraiva, 2.000 . 
[20] Teoria do fato jurídico - Plano da Existência . 10. ed., São Paulo: Saraiva, 2.000\u37e Teoria do fato jurídico - Plano da Validade . 2. ed., São Paulo: Saraiva, 1997. 
[21] Fundamentos do Processo Civil Moderno . 2. ed., São Paulo: RT, 1987. 
[22] Da insolvência e sua prova na ação pauliana . São Paulo: RT, 1982. 
[23] Fraudes contra credores . São Paulo: RT, 1989. 
[24] Exposição de Motivos do Prof. MIGUEL REALE, de 16.01.75, item nº 16. 
[25] No tratamento do negócio, \u201ccomo em outros pontos , procura-se obedecer a uma clara distinção entre validade e eficácia dos atos jurídicos, evitando-se os equívocos em que se 
enreda a Dogmática Jurídica que presidiu à feitura do Código de 1916\u201d (Exposição de Motivos, cit., item nº 17, i). 
[26] Tal orientação foi repelida, com razão, pelo parecer de MOREIRA ALVES (A parte geral do Projeto de Código Civil Brasileiro . São Paulo: Saraiva, 1986, p. 42-43). 
[27] SAVIGNY. Sistema del diritto romano attuale . Torino: Unione Tipografico Editrice, 1900, vol. 3, § 134 e 1355, p. 342 a 356\u37e RODRIGUES. Silvio. Dos vícios de consentimento, cit., nº 
23, p. 31. 
[28] SALEILLES. Étude sur la théorie génerale de l\u2019obligation , p. 5, apud SANTOS, Beleza dos. A simulação em direito civil . São Paulo: Lejus, 1999, p. 16. 
[29] FERRARA, Simulazione , p. 29, apud RODRIGUES, Silvio. Dos vícios de consentimento, cit., p. 34. 
[30] RODRIGUES, Silvio, ob. cit., p. 35. 
[31] RODRIGUES, Silvio, ob. cit., nº 26, p. 36/37. 
[32] TRABUCCHI, Alberto. Istituzioni cit., nº 71, p. 155, nota 2. 
  
Referências bibliográficas: 
Nome do livro: O Direito Civil à luz do Novo Código - ISBN: EAN-13:  9788530926663 
Nome do autor: COSTA, Dilvanir José. 
Editora: Rio de Janeiro: Forense 
Ano: 2009. 
Edição: 3a 
Nome do capítulo: Parte Geral - Inovações do novo Código - dos Fatos Jurídicos 
N. de páginas do capítulo: 5 
Aplicação Prática Teórica 
Os conhecimentos apreendidos sera\u303o de fundamental importa\u302ncia para a re\u3d0lexa\u303o teo\u301rica envolvendo a compreensa\u303o necessa\u301ria de que o direito, para ser entendido e estudado 
enquanto feno\u302meno cultural e humano, precisa ser tomado enquanto sistema disciplinador de relaço\u303es de poder, a partir da metodologia utilizada em sala com a aplicaça\u303o dos casos 
concretos, a saber: 
CASO CONCRETO 1 
Esmeralda precisa fazer um pagamento ao seu credor, Cla\u301udio, por meio de depo\u301sito em conta banca\u301ria. Por engano, faz o depo\u301sito em conta de outra pessoa, Ju\u301lio. Este, feliz, saca o 
dinheiro de sua conta e o gasta. Mais tarde, quando Esmeralda exige o dinheiro de volta, Ju\u301lio alega que na\u303o coagiu ningue\u301m a fazer o depo\u301sito e que o que aconteceu foi uma doaça\u303o.  
Cla\u301udio, por sua vez, cobra o dinheiro de Esmeralda. 
Pergunta-se: 
1) Houve algum defeito do nego\u301cio jur\u131\u301dico na hipo\u301tese? Em caso a\u3d0irmativo, qual? 
2) Como \u3d0icam, respectivamente, as situaço\u303es de Esmeralda, Cla\u301udio e Ju\u301lio diante do ocorrido? 
  
CASO CONCRETO 2 
Esteva\u303o, jovem de 19 anos, adquire com o produto de seu trabalho uma motocicleta e \u3d0ica muito satisfeito com a compra. Sua ma\u303e, Almerinda, na\u303o partilha de seu entusiasmo. Exige 
que o \u3d0ilho venda a moto, chora e ameaça deixar de falar com ele. Depois de muitos con\u3d0litos, Esteva\u303o cede aos pedidos da ma\u303e e vende a fonte dos problemas a outro jovem, 
Ezequiel. Meses depois, Esteva\u303o, aluno do curso de Direito, aprende que os nego\u301cios jur\u131\u301dicos praticados por coaça\u303o sa\u303o anula\u301veis e começa a pensar em maneiras de reaver a 
motocicleta vendida. 
Pergunta-se: 
1) Houve, na venda efetuada entre Esteva\u303o e Ezequiel, algum defeito do nego\u301cio jur\u131\u301dico? 
2) O nego\u301cio jur\u131\u301dico em questa\u303o e\u301 va\u301lido? 
3) Esteva\u303o pode fazer algo para reaver a motocicleta de Ezequiel? 
  
QUESTÃO OBJETIVA 1 
O dolo e\u301 v\u131\u301cio de vontade que torna anula\u301vel o nego\u301cio jur\u131\u301dico. Argu\u308ida a pra\u301tica do dolo num determinado nego\u301cio, e\u301 INCORRETO a\u3d0irmar que  
(A) a intença\u303o de quem pratica o dolo e\u301 a de induzir o declarante a celebrar um nego\u301cio jur\u131\u301dico; 
(B) a utilizaça\u303o de recursos fraudulentos graves pode se dar por parte do outro contratante ou de terceiros, se forem do conhecimento daquele; 
(C) o sile\u302ncio intencional de uma das partes sobre fato relevante ao nego\u301cio tambe\u301m constitui dolo; 
(D) o dolo rec\u131\u301proco impede a anulaça\u303o do nego\u301cio jur\u131\u301dico sobre o qual incidiu; 
(E) o dolo do representante de uma das partes obriga o representado a responder civilmente por todo o preju\u131\u301zo do outro contratante, independentemente do proveito que o mesmo 
representado experimentar. 
  
QUESTÃO OBJETIVA 2 
O Co\u301digo Civil exige, para a validade do ato jur\u131\u301dico, que o agente seja capaz. Tal disposiça\u303o legal con\u3d0igura a exige\u302ncia de que o agente:  
A) tenha capacidade de gozo, a capacidade de direito, a capacidade de aquisiça\u303o. 
B) tenha capacidade de fato, a capacidade de aça\u303o, a capacidade de exerc\u131\u301cio. 
C) pessoa f\u131\u301sica, seja dotado de personalidade jur\u131\u301dica. 
D) tenha sempre mais de 18 anos de idade. 
E) nenhuma das respostas anteriores esta\u301 correta. 
  
Plano de Aula: DIREITO CIVIL I
DIREITO CIVIL I 
Estácio de Sá Página 3 / 6
Título 
DIREITO CIVIL I 
Número de Aulas por Semana 
 
Número de Semana de Aula 
10 
Tema 
DOS DEFEITOS NOS NEGÓCIOS JURÍDICOS 
Objetivos 
·         Introduzir os conceitos de defeitos nos nego\u301cios jur\u131\u301dicos. 
·         Estabelecer a diferença entre invalidade e ine\u3d0ica\u301cia nos nego\u301cios jur\u131\u301dicos. 
·         Apresentar as diversas teorias a respeito dos v\u131\u301cios de vontade. 
l Compreender as noço\u303es sobre erro, dolo e coaça\u303o nos nego\u301cios jur\u131\u301dicos. 
Estrutura do Conteúdo 
1 - DEFEITOS NOS NEGO\u1b5CIOS JURI\u1b5DICOS 
1.1Diferença entre invalidade e ine\u3d0ica\u301cia. 
1.2V\u131\u301cios de vontade e defeitos de consentimento do nego\u301cio jur\u131\u301dico.  
1.3 Teoria da vontade real. 
1.4 Teoria da declaraça\u303o.  
1.5 Teoria da responsabilidade. 
1.6.Teoria da con\u3d0iança.  
  
2. ERRO, IGNORA\u1b9NCIA DOLO, COAÇA\u1c2O 
2.1 Conceito 
2.2 Distinça\u303o 
2.3 Requisitos e espe\u301cies. 
  
 DOS DEFEITOS DO NEGÓCIO JURÍDICO  
NO NOVO CÓDIGO CIVIL: FRAUDE, ESTADO DE PERIGO E LESÃO 
Humberto Theodoro Júnior 
  
SUMÁRIO: 1. Intróito. 2. Defeitos do negócio jurídico. 3. Diferença entre invalidade e ineficácia. 4. O erro de nominar a fraude contra credores de anulabilidade e não de ineficácia. 5. Em síntese. 6. Os vícios de 
consentimento e a anulabilidade do negócio jurídico. 6.1. Teoria da vontade real. 6.2. Teoria da declaração. 6.3. Teoria da responsabilidade. 6.4. Teoria da confiança.  
  
1. Intróito 
                               O tema dos \u201cdefeitos do ato jurídico\u201d prepara a abordagem legal