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parmenides

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Desse modo, resumíssemos tudo isso e afirmássemos: Dado que não exista o 
Uno, nada existe, teríamos falado certo? 
Com a maior exatidão possível. 
Pois então afirmemo-lo, com o seguinte acréscimo, como parece: Quer o Uno 
exista quer não exista, tanto ele como as outras coisas, ou seja em relação com ele 
mesmo ou em suas relações recíprocas, todos eles de toda a maneira são tudo e não 
são nada, parecem ser tudo e não parecem nada. 
Absolutamente certo.