A5 e A6 PósFarmaceuticos

A5 e A6 PósFarmaceuticos


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em todas as etapas até que todo o diluente tenha sido adicionado
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POP técnico para preparação de ÁCIDO FÓLICO 1:10
PASSO\u2013A\u2013PASSO: Diluição geométrica
I \u2013 Pesar o item 1 separadamente na balança analítica (4 casas);
II \u2013 Pesar o item 2 fracionado em porções definidas (1 g + 2 g + 6 g) separadamente na balança analítica (4 casas);
III \u2013 Num gral, adicionar 1 g do item 1 + 1 g do item 2 e misturar com o pistilo ate completa homogeneização;
IV \u2013 Adicionar 2 g do item 2 e misturar com o pistilo ate completa homogeneização;
V \u2013 Adicionar 6 g do item 2 e misturar com o pistilo ate completa homogeneização;
VI \u2013 Acondicionar em pote plástico bem fechado, rotular como \u201cSUBSTÂNCIA DILUÍDA\u201d \u2013 Ácido fólico/Fator de diluição 10x; e armazenar sob temperatura ambiente controlada.
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Anexo I (RDC 67/07)
7.4. Armazenamento
7.4.6. As substâncias submetidas a processo de diluição devem estar claramente identificadas com os alertas:
 a) concentrado (não diluída): \u201cATENÇÃO! ESTA SUBSTÂNCIA SOMENTE DEVE SER UTILIZADA QUANDO DILUÍDA\u201d
 b) diluído: \u201cSUBSTÂNCIA DILUÍDA\u201d - nome da substância + fator de diluição
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Anexo II (RDC 67/07)
Boas Práticas de Manipulação de Substancias de BIT
ácido valpróico; aminofilina; carbamazepina; ciclosporina; clindamicina; clonidina; clozapina; colchicina; digitoxina; digoxina; disopiramida; fenitoína; lítio; minoxidil; oxcarbazepina; prazosina; primidona; procainamida; quinidina; teofilina; varfarina; verapamil (Cloridrato)
2.12.1. Na pesagem para diluição deve haver dupla checagem - operador e farmacêutico, com registro dessa operação
2.12.2. No processo de diluição e homogeneização deve ser utilizada a metodologia de diluição geométrica com escolha e padronização de excipientes, de acordo com o que foi utilizado para realização do estudo de perfil de dissolução
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Anexo III (RDC 67/07) 
Boas Práticas de Manipulação de Antibióticos, Hormônios, Citostáticos e Substancias Sujeitas a Controle Especial
2.15.3. Na pesagem para diluição, quando for o caso, deve haver dupla checagem - operador e farmacêutico, com registro dessa operação
2.15.4. No processo de diluição e homogeneização deve ser utilizada a metodologia de diluição geométrica com escolha e padronização de excipientes
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Antibióticos, Hormônios, Citostáticos e Substancias Sujeitas a Controle Especial
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Relação de alguns fármacos que devem ser diluídos
Fármaco		Diluição recomendada		Diluente recomendado
Ácido fólico			1:10			 Amido
Ácido retinóico		1:10			Amido
Alprazolam			1:10			Talco ou amido
Cetotifeno fumarato		1:10			Sacarose pulverizada
Digitoxina			1:100			Talco
Finasterida			1:10			Amido
Loratadina			1:10			Lactose, talco ou amido
Mazindol			1:100			Amido
Noretisterona		1:10			Lactose
T3				1:1000			Fosfato de cálcio dibásico
T4				1:1000			 Fosfato de cálcio dibásico
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Exercício
3. Descreva a técnica de preparação de:
300 g de ácido fólico 1:100 usando lactose e talco como excipientes
250 g de diazepam 1:10 usando amido como excipiente
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Exercício
4. Foi prescrita a seguinte formulação:
	Furosemida ...........................................................6 mg
	Cloreto de potássio \u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026. 10 mg
	Triac \u2026\u2026.......................................................0,035 mg
	T3 \u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026..\u2026\u2026\u2026\u2026\u202635 mcg
	CMC \u2026\u2026\u2026\u2026\u2026................ qsp ...................300 mg
			Tome 1 cápsula pela manhã por 2 meses
Quanto deve ser pesado (em gramas) de cada substancia para preparar atender a prescrição acima?
Obs.	O hormônios T3 está diluído 1:1000
		O hormônio Triac está diluído 1:10.000
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Referências
ALLEN JR, L.V.; POPOVICH, N.G.; ANSEL, H.C. Formas farmacêuticas e sistemas de liberação de fármacos. 8.ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. 775 p.
ANSEL, H.C.; STOKLOSA, M. Cálculos farmacêuticos. 12.ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. 451 p.
ANSEL, H.; PRINCE, S.J. Manual de cálculos farmacêuticos. Porto Alegre: Artmed, 2008.
AULTON, M.E. Delineamento de formas farmacêuticas. 2.ed. Porto Alegre:Artmed, 2005. 677p.
FERREIRA, A.O. Guia prático da farmácia magistral. 3.ed. São Paulo: Pharmabooks, 2008. v.1. 409p.
GENNARO, A.R. Remington: a ciência e a prática da farmácia. 20.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 2208 p.
LACHMAN, L.; LIEBERMAN, H.A; KANIG, J.L. Teoria e prática na indústria farmacêutica. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 2001. v.1. 505 p. /v.2. 1517 p.
PRISTA, L. N.; ALVES, A. C.; MORGADO, R. Tecnologia farmacêutica. 7.ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2008. 786 p.
THOMPSON, J.E. A prática farmacêutica na manipulação de medicamentos. Porto Alegre: Artmed, 2009. 576 p.
 
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