Manual de Padronização Oficial
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Manual de Padronização Oficial


DisciplinaTeoria e Prática da Narrativa Jurídica741 materiais3.476 seguidores
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III - Conclusão
 Diante do exposto, conclui-se que o profissional liberal que exerça 
sua profissão como empregado, deve recolher a contribuição sindical da mesma 
forma que os empregados assalariados em geral, nos termos do § 1º, do art. 582 da 
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CLT, independentemente de qual entidade sindical ele escolha, pois o art. 585 da 
CLT facultou apenas a opção para qual entidade recolher, bem como o procedimento 
necessário para que não ocorra pagamento em duplicidade pelo empregado.
brasília, de de 2005.
[NOME DO SIGNATÁRIO]
[cargo do signatário]
De acordo. Ao Senhor Secretário de Relações do Trabalho.
brasília, / /2005.
[NOME DO SIGNATÁRIO]
[cargo do signatário]
Aprovo. Encaminhe-se ao interessado.
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[NOME DO SIGNATÁRIO]
[cargo do signatário]
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Secretaria Executiva
Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração
Coordenação-Geral de Planejamento e Gestão Estratégica
NOTA INFORMATIVA Nº 1/2004/CGPGE/SPOA/SE
Nº do Processo: (citar o nº do protocolo do processo)
Documento de Referência: (citar o documento que originou a demanda)
Interessado: (pessoa física ou instituição interessada que 
será objeto da análise do processo)
Nº de Referência: (quando for o caso, citar o nº de identificação 
do ato, processo ou procedimento que deu 
origem à solicitação)
Assunto: (síntese do assunto a ser abordado)
1. A Medida Provisória nº 2.229-43, de 6 de setembro de 2001, criou 
oito mil setecentas e três Funções Comissionadas Técnicas \u2013 FCT, destinadas 
exclusivamente a ocupantes de cargos efetivos, constantes do Anexo V da Lei nº 
9.367, de 16 de dezembro de 1996, (servidores do Plano de Classificação de Cargos 
\u2013 PCC) que não tenham sido estruturados em carreiras ou abrangidos pelo art. 1o da 
referida Medida Provisória. o art. 3º da Lei nº 10.556, de 13 de novembro de 2002, 
excepcionou a Carreira de Seguridade Social e do Trabalho \u2013 CSST, estruturada 
pela Lei nº 10.483, de 3 de julho de 2002. 
2. o art. 1º do Decreto nº 4.941, de 29 de dezembro de 2003, que 
dispõe sobre as FCTs, estabelece que estas \u201cestão vinculadas ao exercício de 
atividades essencialmente técnicas, descritas, analisadas e avaliadas de acordo 
com requisitos previamente estabelecidos, sendo remuneradas de acordo com o 
nível de complexidade e de responsabilidade das atividades exercidas\u201d. 
3. o processo de remanejamento das FCTs, conforme determina o 
Decreto nº 4.941/2004, prevê os seguintes procedimentos: 
a) explicitação da missão;
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b) levantamento da força de trabalho total, do quantitativo de cargos 
em comissão e funções de confiança e das principais atividades 
do Ministério; 
c) desdobramento das atividades em funções; e
d) descrição, avaliação, pontuação e hierarquização de funções.
4. o remanejamento das FCT para órgãos ou entidades do Poder 
Executivo será realizado pelo Ministério do Planejamento, orçamento e Gestão, 
nos quantitativos e níveis definidos em decorrência da análise da natureza, da 
abrangência e da complexidade dos processos de trabalho e de seus respectivos 
postos, observados, ainda, em cada exercício, o quantitativo de FCT disponíveis 
por nível e a disponibilidade orçamentária.
5. Dessa forma, com intuito de prestar serviços de qualidade aos 
cidadãos que procuram este Ministério e valorizar nossos servidores, por meio 
do ofício nº 422/SE/MTE, de 31 de agosto de 2004, foi solicitado ao Ministério 
do Planejamento, orçamento e Gestão o remanejamento de FCT a que faz jus 
este Ministério, nos termos do Decreto nº 4.941/2003.
brasília, 18 de julho de 2004.
[NOME DO SIGNATÁRIO]
[cargo do signatário]
De acordo. Encaminhe-se ao Senhor Subsecretário de Planejamento, orçamento 
e Administração.
brasília, / /2004.
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SuBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORçAMENTO E ADMINISTRAçÃO
NORMA OPERACIONAL Nº 2, DE 3 DE JuLHO DE 2002.
Dispõe sobre o parcelamento e o pagamento da 
remuneração de férias dos servidores do MP.
O SuBSECRETÁRIO DE PLANEJAMENTO, ORçAMENTO E 
ADMINISTRAçÃO DO MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORçAMENTO 
E GESTÃO, no uso das atribuições que lhe confere o art. 5° do Anexo I ao Decreto 
n° 3.858, de 4 de julho de 2001, e considerando o disposto nos arts. 76 a 80, da Lei 
nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, com as redações dadas pelas Leis nºs 9.525, de 
3 de dezembro de 1997 e 9.527, de 10 de dezembro de 1997 e na Portaria Normativa 
SRH nº 02, de 14 de outubro de 1998, resolve:
Art. 1º Definir o parcelamento do período de 30 (trinta) dias de férias 
dos servidores do Ministério do Planejamento, orçamento e Gestão, a saber:
I \u2013 três etapas de dez dias;
II \u2013 duas etapas de quinze dias; e
III \u2013 uma etapa de dez e outra de vinte dias ou vice-versa.
Art. 2º o parcelamento do período de férias dependerá de:
I \u2013 requerimento do servidor indicando o número de parcelas e a data de 
início de cada uma delas, apresentado com antecedência mínima de 60 (sessenta) dias 
do gozo da primeira etapa; e
II \u2013 autorização da chefia imediata do servidor.
Art. 3º As férias, ainda que parceladas, deverão ser usufruídas no 
correspondente exercício, exceto se impedidas por necessidade do serviço expressamente 
declarada pela chefia imediata do servidor.
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Art. 4º A alteração, a pedido do servidor, do período de férias ou de 
qualquer de suas etapas, no caso de parcelamento, deve ser solicitada com antecedência 
mínima de 30 (trinta) dias da nova data de gozo, tendo em vista a necessidade da progra-
mação financeira pela Administração. Parágrafo único. o pedido de alteração deverá ser 
feito por escrito e dirigido à chefia imediata para análise quanto ao interesse, oportuni-
dade e conveniência da Administração.
Art. 5º No interesse da Administração, as unidades deverão manter uma 
escala de férias compatível com suas necessidades de trabalho.
Art. 6º o pagamento da antecipação da gratificação natalina, quando so-
licitado, será efetuado em qualquer das etapas do parcelamento, a critério do requerente, 
desde que não ultrapasse o mês de junho de cada ano.
Art. 7º A interrupção de férias prevista no art. 80, da Lei n° 8.112/90, 
dar-se-á por autorização dos titulares dos órgãos do Ministério, conforme Portaria MP/
SE nº 375, de 1º de julho de 2002, publicada no Diário oficial da união do dia 2 subse-
qüente.
Art. 8º Fica revogada a Norma operacional SAA/MPo n° 1, de 31 de 
agosto de 1998.
Art. 9º Esta Norma operacional entra em vigor na data de sua publi-
cação.
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Ministério do Trabalho e Emprego
Secretaria-Executiva
Esplanada dos Ministérios, bloco F
4º andar, Sala 400 CEP: 70059-900 brasília-DF
Fone: (61) 3317-6560
ofício nº 25/2006/SE-MTE
brasília, 19 de maio de 2006.
A Sua Senhoria o Senhor
[nome]
[cargo]
[CEP \u2013 Cidade - Estado]
Assunto: Curso de Elaboração e Execução de Orçamento Público à distância
Senhor Presidente,
1. Com o intuito de suprir lacuna de treinamento e capacitação de 
servidores deste Ministério na área de orçamento, apontada no Levantamento 
de Necessidade de Treinamento realizada pela Coordenação-Geral de Recursos 
Humanos,