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NORMA PENAL

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NORMA PENAL
Normas penais incriminadoras: definem as infrações penais, proíbem ou impõem condutas, sob a ameaça de pena. 
· Preceito primário: descreve a conduta que se deseja proibir ou impor. 
· Preceito secundário: individualização da pena, cominando-a em abstrato. 
Normas penais não incriminadoras: têm a finalidade de tornar determinadas condutas lícitas, afastar a culpabilidade e fornecer princípios para a aplicação da lei penal. 
· Normas penais não incriminadoras permissivas justificantes: têm por finalidade afastar a ilicitude da conduta do agente. (ex: arts. 23, 24, 25 CP) 
· Normas penais não incriminadoras permissivas exculpantes: eliminam a culpabilidade, isentando o agente de pena. (ex: art. 26, caput e art. 28, § 1º CP) 
· Normas penais não incriminadoras explicativas: visam esclarecer conceitos (ex: art. 327 CP) 
· Normas penais não incriminadoras complementares: fornecem princípios para a aplicação da lei penal. 
Normas penais em branco: aquelas em que há necessidade de complementação para aplicação de seu preceito primário. O seu preceito primário não é completo. 
· Norma penal em branco homogênea: seu complemento é oriundo da mesma fonte legislativa. 
· Norma penal em branco heterogênea: seu complemento é oriundo de fonte diversa. 
Normas penais incompletas: aquelas que para saber a sanção imposta, o legislador remete outro texto. 
Concurso aparente de normas: quando existe mais de uma norma que pode incidir sobre um determinado fato. 
· Deve ser resolvido baseado nos seguintes princípios: 
Princípio da especialidade: a norma aplicada é a que está contida no tipo especial, pois há elementos especiais no caso concreto. 
Princípio da subsidiariedade: na ausência ou impossibilidade de aplicação da norma principal mais grave, aplica-se a norma subsidiária menos grave. 
Princípio da consunção: é aplicado para resolver o conflito aparente de normas quando um crime menos grave é meio necessário na fase de preparação ou de execução para um delito mais grave, desde que seja constatado uma relação de dependência entre as condutas praticadas. 
Princípio da alternatividade: é aplicado na hipótese de crimes plurinucleares, nos quais o tipo penal prevê mais de uma conduta em seus vários núcleos.

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