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CF), bem como financeira (art. 168, CF), estando fora, portanto, da estrutura do Poder Executivo. 
A Defensoria Pública presta atendimento jurídico em sentido amplo, de natureza judicial e extrajudicial, de educação em direitos, e tem legitimidade para atuar não só individualmente, mas também por meio da tutela coletiva.
 
 Defensoria Pública
Os Defensores Públicos atendem qualquer tipo de ação judicial. 
Ex: na área de família, atuam em casos de pensão alimentícia, separação, divórcio, investigação de paternidade (DNA), guarda de menores, adoção; na criminal, atuam na defesa de acusados em processo criminal e acompanhamento do cumprimento da pena de quem foi condenado; na área da Fazenda Pública, conflitos que envolvam fornecimento de medicamentos, indenizações contra o estado ou município, problemas com concursos públicos do estado e do município, Previdência Social do estado ou do município, multas, Detran, problemas com cobrança de impostos e taxas etc.
A Defensoria Pública da União (DPU) o serviço é prestado em matérias previdenciárias, criminais, trabalhistas, de direitos do consumidor, direitos humanos, direitos do estrangeiro, questões tributárias, casos relativos ao Sistema Financeiro de Habitação, alimentação, saúde, renda mínima/Loas, dívidas de cartões de crédito e cheques especiais, por exemplo. 
Os Defensores Públicos 
Campos especiais:
Saúde - o governo (federal ou estadual) é obrigado a atender aqueles que precisam de assistência médica. Quando há falha ou omissão nesse dever, a defensoria pública pode representar os interessados, quando necessitarem de um remédio negado (quando haja falta no posto de saúde, por exemplo) ou de internação e tratamento em hospital público.
Educação - a falta deste serviço ou a deficiência na sua prestação geram o direito da coletividade, de exigi-lo.
Moradia - a defensoria pública atua para garantir o direito à moradia, apresentando defesa nas ações de imissão ou reintegração da posse. Pode, ainda, ajuizar ações para evitar leilões de imóveis e promover renegociações dos contratos de financiamento da casa própria, caso se mostrem abusivos.
Liberdade – o defensor público analisa a legalidade da prisão dos que não possuem condições, atuando na defesa de acusados perante a justiça. É obrigatória a comunicação ao defensor público dentro de 24 horas da prisão em flagrante de indivíduo que não possui advogado.
Áreas que atua a Defensoria Pública
A CF de 88 em seu art. 133 estabelece: “O Advogado é indispensável à administração da justiça, sendo inviolável por seus atos e manifestações no exercício da profissão, nos limites da lei".
O Advogado é um dos operadores do direito, tal como o Juiz, o Promotor e o Defensor Público e os juristas em geral e possui “múnus público”, isto é, tem um papel de prestação de serviço público, exatamente porque indispensável à administração da Justiça, aplicada pelo Judiciário: um dos três Poderes fundamentais da República Federativa do Brasil. 
O Judiciário é considerado um Poder inerte, somente pode atuar quando acionado por algum cidadão, ente público ou privado. Com raras exceções, tais pedidos somente podem ser efetivados por Advogados regularmente constituídos pela parte interessada. Daí a função precípua do Advogado na administração da Justiça.
Sendo o profissional que atua para demandar, requerer ou pedir ao Poder Judiciário que se pronuncie sobre determinado tema jurídico, o Advogado tanto pode postular no interesse privado quanto no interesse público.
Advocacia
Após o término do curso de bacharelado de Direito e tendo cumprido o estágio de mínimo de 300 (trezentas) horas de prática forense, poderá o bacharel se credenciar como Advogado, desde que seja aprovado no Exame promovido pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), cuja seleção é regionalizada por Estado da Federação. 
Sendo aprovado e devidamente registrado na OAB poderá exercer a profissão legalmente e obterá a inscrição definitiva para atuar em qualquer lugar do país, e no exterior naqueles países com os quais o Brasil possua Tratado ou Convenção.
Durante todo o seu exercício profissional, o Advogado, possui uma entidade de classe, que regula e fiscaliza as suas atividades, que no caso é a própria OAB do Estado em que ele se encontra inscrito de forma definitiva. 
A lei Federal 8906/94 regula atualmente a profissão dos Advogados no Brasil, dispondo sobre os direitos e deveres do Advogado, no que se inclui o Código de Ética da categoria, que disciplina a forma de atuação do profissional, bem como regula o papel da OAB no credenciamento e fiscalização do profissional em todo Brasil.
O Exercício da advocacia
Os popularmente conhecidos como “cartórios” são identificados como órgõs que prestam serviços públicos, através de seu agente dando segurança às relações jurídicas, pessoais ou patrimoniais.
Há dois tipos de cartórios: judiciais e extrajudiciais.
Os cartórios judiciais recebem o nome de “varas”. São órgãos do Poder Judiciário presidido por juízes que respondem pela guarda e execução dos processos judiciais.
Os cartórios extrajudiciais são vinculados a um Tabelião ou Oficial de Registro. Recebem delegação do poder público para registrar atos extrajudiciais e fornecer certidões. 
“Cartórios” 
Os serviços conhecidos popularmente por “cartórios”, há mais de 20 anos já deixaram de ter essa denominação.
De acordo com a Lei Federal 8935 de 1994, os, até então, chamados cartórios, passaram a ter a denominação geral de Serventias Extrajudiciais.
A Lei 8935/94, em seu artigo 5º, dispõe sobre seus titulares:
Art. 5º Os titulares de serviços notariais e de registro são os:
I – tabeliães de notas;
II – tabeliães e oficiais de registro de contratos marítimos;
III – tabeliães de protesto de títulos;
IV – oficiais de registro de imóveis;
V – oficiais de registro de títulos e documentos e civis das pessoas jurídicas;
VI – oficiais de registro civis das pessoas naturais e de interdições e tutelas;
VII – oficiais de registro de distribuição.
Serviços Notariais e de Registro 
É uma serventia extrajudicial, sendo uma das espécies de registros públicos, instituído por lei, em vista do interesse individual e da ordem pública, com finalidade de registrar atos ligados a momentos importantes na vida de uma pessoa.
O cartório de registro civil, ainda trabalha com a área de Serviços de registro de títulos e documentos de pessoa jurídica, sendo responsável por:
Registros de contratos.
Atos constitutivos.
Estatutos ou compromissos de sociedades civis.
Estatutos ou compromissos de sociedades religiosas, pias, morais, científicas ou literárias.
Estatutos ou compromissos das fundações e das associações de utilidade pública.
Além de todos esses serviços, o cartório de registro civil pessoa jurídica ainda é capaz de registrar de modo facultativo, documentos para a conservação das empresas.
Cartório de Registro Civil:
Também conhecido como Tabelionato de Notas
Nestes Cartórios são praticados atos como autenticações de documentos, reconhecimentos de firmas, elaboração de procurações públicas, lavratura de escrituras, testamentos, inventários, entre outros documentos.
Tabelionato de Notas, também conhecido por Serviço Notarial, possui caráter administrativo e técnico e tem como principal finalidade garantir que os atos jurídicos, públicos ou privados, sejam públicos, autênticos, seguros e eficazes.
A fim de garantir que suas finalidades sejam cumpridas a forma de ocupação do cargo de tabelião (para o Cartório de Notas), é por concurso público , trazendo mais lisura e confiabilidade à instituição e aos processos pelos quais é responsável.
Cartório de Notas
Tem atribuição judicial para arquivar o histórico completo dos imóveis, com caráter de autenticidade e segurança, dando conhecimento a quem interessar sobre quem pertence, quais as modificações da titularidade e os ônus que possam pesar sobre os imóveis.
O registro de imóveis é um trâmite legal exigido por lei após a negociação de um

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