Prévia do material em texto
Sandy Bispo – 2020.2 Filtração do sangue Excreção de produtos indesejáveis Regulação do equilíbrio hidroeletrolítico Regulação da pressão arterial Regulação do equilíbrio ácido-base Secreção e excreção de hormônios Gliconeogênese A perda insensível de água é muito aumentada quando há queimaduras na pele. – Desidratação. Cada rim pesa aproximadamente 150 gramas no adulto. Possuem um hilo, por onde passam a artéria e veia renais, inervação e o ureter. É circundado por uma cápsula fibrosa que protege a região interna e fornece o formato de “feijão” do rim. Em repouso, cerca de 22% do sangue está passando pelos rins. Longitudinalmente observamos o córtex e medula renais. Na região medular localizam-se as pirâmides renais, que depositam líquido nos cálices renais até atingir a pelve e o ureter. As paredes dos cálices, pelve e ureter são contráteis. – Peristaltismo para bombear a urina. – Artéria renal -> a. segmentares -> a. lobares -> a. interlobulares -> a. arqueadas -> arteríolas aferentes -> néfron O néfron se inicia na arteríola eferente. São a unidade funcional do rim, onde a urina é formada. Cada rim contém 1 milhão de néfrons. – Quantidade muito maior que precisamos para compensar a perda com a idade e a incapacidade de se regenerar. O néfron é formado por um glomérulo (rede de capilares abraçada pela cápsula de bowman) e uma longa estrutura tubular. O ducto coletor será comum à vários néfrons. Sandy Bispo – 2020.2 a) 1° barreira de filtração: pelas fenestras (buraquinhos) no endotélio das arteríolas do glomérulo. b) 2° barreira de filtração: Pela membrana basal da arteríola glomerular. c) 3° barreira de filtração: Entre um pedicélio e outro são formadas fendas de filtração. O que atravessar essas 3 barreiras vai para o espaço de Bowman e seguir para a urina (inicialmente chamada de filtrado glomerular pois ainda não passou pelos túbulos) Moléculas grandes como hemácias e proteínas não sofrem filtração glomerular. Proteinúria na pré-eclâmpsia: aumento da pressão arterial -> aumento da pressão nas arteríolas -> o aumento da pressão vai empurrar proteínas para a reabsorção O fluxo sanguíneo renal reúne grande parte do débito cardíaco (22%). A circulação renal tem dois leitos de capilares: glomerular e peritubular. A circulação peritubular é também feita por capilares e estão presentes na periferia dos túbulos com o objetivo de auxiliar a volta de substâncias para o sangue (reabsorção) e dar algumas substâncias para urina (secreção). Filtração Reabsorção Secreção Excreção (o que não voltou nos três processos anteriores). E = F – R + S – Tipos de néfrons: → Cortical (de alça curta): A alça de Henle não chega até a medula. → Medular (de alça longa): A alça de Henle chega até a medula. – A rede de capilares peritubulares deles (como é maior) são chamados de vasos retos. Os vasos retos são importantes para a regulação da concentração da urina. A estrutura anatômica do néfron é com o túbulo distal encostando no glomérulo para o sangue que entra no glomérulo ser regulado pelo filtrado do ducto. Vai ser determinado por mudanças na resistência das artérias aferentes e eferentes o que vai influenciar a taxa de filtração e a reabsorção tubular. Lei de Ohm: FSR (fluxo sanguíneo renal) = diferença de pressão / resistência Diferença de pressão: P na artéria renal – P na veia renal A resistência é dada pelas arteríolas por controle simpático. – Vasoconstrição/vasodilatação. Quando a pressão arterial fica entre 80 e 170 mmHg o FSR fica autorregulável. – Não fica tão refém da pressão arterial. Sandy Bispo – 2020.2 → A capacidade de reabsorção tem limite, não acompanha a quantidade que foi filtrada. → Permite que a taxa de filtração glomerular seja constante, evitando sobrecarga renal e excesso de urina. Fatores que diminuem o FSR: 1) Simpático – vasoconstrição sistêmica. 2) Endotelina – Vasoconstrição local, situações de lesão endotelial. 3) Angiotensina II – Liberada em situações de baixo FSR. Fatores que aumentam o FSR: 1) Oxido nítrico – vasodilatador 2) Prostaglandinas – vasodilatação. 3) Bradicinina – aumenta ON. Onde vai ocorrer vasoconstrição e vasodilatação → A TFG acompanha a pressão dentro do glomérulo. Sandy Bispo – 2020.2 Nem é sangue, nem é urina. – Primeiro passo para a formação da urina. Filtro mecânico: → Livre de moléculas grandes - proteínas e hemácias. → Moléculas pequenas que poderiam passar pela filtração (como cálcio e ácidos graxos), não passam quando estão ligadas a proteínas plasmáticas. – Ocorre o mesmo mecanismo com certos fármacos. Filtro elétrico: → A camada onde há as 3 barreiras de filtração é de cargas negativas. – Se a molécula for de carga positiva, ela passará com mais facilidade. Glomerulopatia de lesão mínima: Por lesão renal, a pessoa perde a barreira de cargas negativas fazendo com que a filtração leve em consideração apenas o tamanho da molécula. A TFG é determinada por: 1) Equilíbrio entre as pressões hidrostática e coloidosmótica no capilar. → Pressão hidrostática do glomérulo: água saindo do glomérulo em direção à capsula de Bowman. → Pressão oncótica do glomérulo: capacidade do glomérulo absorver água pra si da cápsula de Bowman. → Pressão hidrostática da cápsula: água saindo da cápsula em direção ao glomérulo. → Pressão oncótica da cápsula: Não existe, pois, fisiologicamente não deve haver proteínas na cápsula de Bowman. → Ultra filtração (UF): O vetor resultante das forças seria da capsula em direção ao glomérulo, porém, a pressão hidrostática do glomérulo é muito forte, fazendo com que o vetor resultante das forças seja em direção a capsula de Bowman. → Em casos de lesão renal em que há proteinúria, a PoCB deixa de ser 0, ou seja, a filtração vai aumentar pois o vetor resultante em direção à capsula de Bowman vai aumentar. → Em casos de lesão renal que leve menos sangue até a arteríola aferente ou desidratação, não haverá filtração, pois, a PhG vai diminuir e não vencerá as outras forças. → A PhG é mais na arteríola aferente do que na eferente, pois no caminho ela perde liquido. → A PoG é maior na artéria eferente pois as proteínas estarão mais concentradas. 2) Coeficiente de filtração capilar (kf) – variável de cada capilar que mostra sua permeabilidade. → TFG = kf + UF UF = PhG – PhCB – PoG A PhG vai depender de: 1) Pressão arterial 2) Resistencia da A. aferente 3) Resistencia da A. eferente. → Efeito bifásico da constrição da A. eferente: Primeiramente vai aumentar a pressão e a filtração, depois diminui. Glomérulo + ramo ascendente da alça de Henle + A. aferente + A. eferente Sandy Bispo – 2020.2 No ramo ascendente há células da mácula densa e em contato com as arteríolas células granulares/justaglomerulares. A células granulares são produtoras de renina. As células da mácula densa são células sensores que vão perceber a quantidade de sal no filtrado. – A partir disso vai haver a estimulação ou não das células granulares. A renina é liberada quando há diminuição na pressão da arteríola, diminuição de sal e em ativação do simpático. Reguladores da filtração glomerular: → Feedback da mácula densa: → Alta ingestão proteica: Vai haver o aumento da reabsorção de aminoácidos e junto deles vem o Na, que, uma vez reabsorvido, diminui a concentração na mácula densa, ativando o aumento da resistência da artéria aferente. → Hiperglicemia: Mesmo mecanismo, a glicose é absorvida junto com o Na. Sandy Bispo – 2020.2 20%do sangue que passa pela arteríola aferente é filtrado, sendo 19% reabsorvido. Apesar de muito ampla, a reabsorção é muito seletiva. Inulina: Polissacarídeo vegetal que não passa por reabsorção. A partir da quantidade de excreção dele tem-se uma base da função renal. Depuração/clearence: Quanto chegou na urina a partir do que foi ingerido numa determinada quantidade de tempo. Vias de transporte: 1) Via paracelular: substâncias a serem reabsorvidas passam entre as células por junções oclusivas. 2) Via transcelular: substâncias a serem reabsorvidas passam pela célula. Para isso ocorrer ela tem que vencer a resistência de entrar e sair da célula. Tipos de transporte: → Absorção ativa primária: i. Geralmente ocorre no túbulo proximal. ii. Pelo excesso de negatividade dentro da célula, o Na+ é atraído e entra de forma passiva. iii. Uma vez dentro, terá que vencer o gradiente muito positivo de fora da célula para sair. iv. Pela bomba sódio-potássio-ATPase nas membranas basais e laterais, o sódio chega ao sangue por absorção ativa primária. → Absorção ativa secundária (cotransporte): i. Para a glicose e aminoácidos serem absorvidos, eles precisam entrar junto com o sódio por proteínas simporte (co-transporte). A proteína simporte que age na glicose é a SGLT2 principalmente com uma pequena participação de 10% pela SGLT1. ii. Uma vez dentro da célula, a glicose vai sair pela GLUT1 e GLUT2 de forma passiva. → Secreção ativa secundária (contra- transporte) Sandy Bispo – 2020.2 i. Para os íons H+ saírem da célula, o sódio precisa entrar pela proteína NHE. → Absorção passiva de água i. Na parte inicial do néfron, a água vai ser reabsorvida junto com o sódio por osmose. ii. Maior parte ocorre nas junções oclusivas no túbulo proximal. iii. Na parte mais distal essa reabsorção vai ser dependente de ADH. → Absorção passiva de Cl- e ureia i. O Na+ quando entra pelas células deixa a luz do túbulo ainda mais negativo, obrigando-o a transportar o Cl- para o interior junto com o sódio, ou seja, sem gasto de energia. ii. Ocorre a mesma coisa com a ureia, porem apenas 50% dela. Transporte máximo de substâncias: → Limite dos transportadores de dirigirem substâncias para dentro. – ex: glicosúria. → Substâncias absorvidas passivamente e Na+ (por causa da quantidade grande de transportadores) não possuem saturação. Túbulo proximal: → Células com bora em escova (absorção) → Reabsorção de 65% do filtrado → Reabsorção: aminoácidos e glicose (100% reabsorvidos), sódio, cloreto, água. → O sódio não muda de concentração do decorrer do túbulo proximal (diferente dos outros que vão diminuindo devido a reabsorção) pois a água sempre o acompanha, gerando equilíbrio entre solvente e soluto. – Reabsorção isosmótica. → Secreção: H+ - modulação do pH. Ramo descendente fino da alça de Henle → Superfície lisa. → Reabsorção de água apenas. – Trecho concentrador do filtrado. Ramo ascendente fino da alça de Henle → Superfície lisa. → Reabsorção de sódio. – Trecho diluidor do filtrado. Ramo grosso ascendente da alça de Henle → Imitação da borda em escova → 25% da absorção ocorre lá. → Junções oclusivas muito firmes e menos canais de membrana. – Transporte intenso de sódio e potássio. → Secreção discreta de H+. → Impermeável a água. → Nessa região há duas proteínas: trocadora sódio-hidrogênio e uma proteína simporte que absorve sódio, cloreto e potássio. – Os diuréticos de alça agem inibindo essa simporte, mantendo o sódio e a água dentro do túbulo para serem excretados. Sandy Bispo – 2020.2 Túbulo distal: → Seguimento inicial (diluidor): Mecanismo semelhante ao ramo grosso ascendente. → Ação dos diuréticos tiazídicos – Inibição da proteína cotransportadora de sódio e cloreto. A resposta é mais sutil que os de alça, pois apenas 5% do sódio passa por lá. Túbulo distal + Parte proximal do ducto coletor → Impermeável à ureia. → Sensível à ADH – absorção de água. → Células principais: sensíveis à aldosterona – reabsorver sódio e secretar potássio. i. Antagonistas da aldosterona ii. Bloqueadores do canal de sódio → Células intercaladas: i. Tipo A: Secretam hidrogênio e reabsorvem potássio e bicarbonato. – Acidose. ii. Tipo B: Secretam bicarbonato e potássio. - Alcalose. iii. Regulação ácido-base Ducto coletor medular: → Células lisas → Absorção de água ADH dependente → Grande secreção de H+ PAH: semelhante a inulina. * Sandy Bispo – 2020.2 Aumento da absorção em resposta ao aumento da carga tubular (influxo tubular), mantendo a taxa de absorção constante. Acontece principalmente no túbulo proximal e alça de Henle. Evita sobrecarga dos segmentos tubulares distais. Semelhante ao raciocínio da TFG. Considerar as pressões do capilar peritubular e as pressões do líquido intersticial. Retrovazamento aumentado Sandy Bispo – 2020.2 A osmolaridade do plasma é de aproximadamente 300 mOsm/L. O rim possui a capacidade de mudar a osmolaridade da urina para níveis maiores (urina diluída) ou menores (concentrada) que os valores plasmáticos. A excreção de solutos se mante relativamente constante mesmo em diferentes níveis de água disponível no sistema A taxa de secreção de ADH determina a excreção de urina diluída ou concentrada. No túbulo proximal, a osmolaridade do filtrado é semelhante ao do plasma, pois a reabsorção de NaCl e água são equivalentes. Ramo descendente: LEC é hipertônico nessa região, logo há saída de água por osmose. Ramo ascendente: Reabsorção apenas de soluto (independe de ADH). Túbulo Distal e Ducto Coletor: na ausência de ADH, há reabsorção apenas de soluto. O rim humano pode produzir uma urina 4x mais concentrada que o plasma (1200 mOsm/L) para conservar água. Volume urinário obrigatório: → Quantidade mínima de urina que deve ser excretada. → Em torno de 600mOsm/dia de soluto devem ser excretados Para uma urina concentrada, são necessários: → Alto nível de ADH Alta osmolaridade do interstício medular renal → Mecanismo de Contracorrente Quando o filtrado deixa a alça de Henle, ele está diluído (100 mOsm/L). Na porção final do túbulo distal e no ducto coletor, a água é reabsorvida na presença de ADH. A osmolaridade do filtrado tende a ficar a mesma da região medular renal (1200 mOsm/L). Mecanismos: Secreção Inadequada de ADH → Contracorrente inadequada → Ausência de resposta do néfron ao ADH Doenças: → Diabetes Insípido Central: produção insuficiente de ADH → Diabetes Insípido Nefrogênico: insensibilidade ao ADH Sandy Bispo – 2020.2 Osmorreceptores: neurônios sensíveis à osmolaridade, encontrado no hipotálamo. Enviam sinais para a liberação de ADH em situações de aumento de osmoloaridade do LEC. Aumenta a reabsorção de água no rim e corrige o aumento da osmolaridade do LEC. 11 12 O aumento da secreção de ADH também se dá por: → Diminuição da PA → Redução do Volume Sanguíneo A sede é um mecanismo para minimizar a perda de líquido dos rins O centro da sede fica no SNC próximo à liberação do ADH (parede do 3º ventrículo) Estimuladores da sede: Sandy Bispo – 2020.2 Gradiente químico: Mais sódio no líquido extracelular e ais potássio no intracelular. – Fazendo com que ocorra também um gradiente elétrico. + As funções celulares são muito sensíveis à potássio. 98% do potássio está no meio intracelular. A regulação desse íon é principalmente renal. – 92% sai na urina. A regulação ocorre por meio do equilíbrio entre ingesta, excreção e trocanos meios intracelular e extracelular. Os termos “hipercalemia” e “hipocalemia” se relacionam a quantidade de potássio no meio extracelular, no plasma. Fatores que absorvem potássio (descocam para meio intracelular): Insulina, aldosterona, beta-adrenérgicos e alcalose – Agem na bomba sódio-potássio. Fatores que secretam potássio: Diabetes tipo I, doença de Addison, bloqueio beta- adrenérgico (hipertensos), acidose, lise celular, exercício muscular, aumento da osmolaridade extracelular. + Depende de 3 fatores: E = F – R + S A variação de excreção de K+ é principalmente determinada pela sua secreção no túbulo distal e no ducto coletor. – Em situações de hiper ou hipocalemia, será aqui a ação. + A secreção é dada pelas células principais. O sódio vai ser absorvido pelo canal ENaC e o potássio excretado pela BK e pela ROMIK. – Ocorre por difusão, sem gasto. Para que o potássio chegue na célula, vai ser preciso a bomba de sódio-potassio. Fatores que influenciam a secreção de potássio: 1. A concentração de K+ no plasma. 2. Aldosterona – Age na bomba de sódio- potássio absorvendo sódio e secretando potássio. 3. Fluxo tubular distal – Quando aumenta, estimula ação dos BK. 4. H+ no LEC → Acidose aguda reduz a secreção de K+ → Acidose crônica e Alcalose aumenta secreção de K+ Excreção Renal de Cálcio = Cálcio filtrado – Cálcio reabsorvido 99% do cálcio filtrado é reabsorvido → 65% no túbulo proximal → 25-30% na alça de Henle → 4-9% nos túbulos distais e coletores Sandy Bispo – 2020.2 Na maioria das vezes o cálcio entra junto com a água na vida paracelular ou entra pelos canais de cálcio e sai pelo trocador sódio-potássio. O cálcio ligado a proteínas não é filtrado, apenas o cálcio iônico. Túbulos renais apresentam um transporte máximo normal para reabsorção de fosfato de 0,1mmol/min Ação do PTH → Aumento da quantidade fosfato no LEC por reabsorção óssea → Diminui o transporte máximo de fosfato pelos túbulos renais, aumentando sua excreção Mais da metade do Magnésio no corpo está armazenada nos ossos Menos de 1% no LEC (1,8mEq/L) – concentração ionizada livre 0,8mEq/L Ingestão diária: 250-300mg/dia Regulação da excreção de Magnésio → Variação da reabsorção tubular • Túbulo proximal – 25% • Alça de Henle – 65% • Túbulos distais e coletores- Aumento da excreção de Mg2+ → Aumento [Mg2+]no LEC → Expansão do volume extracelular → Aumento da [Ca2+] no LEC Falta de líquido -> desidratação -> sangue muito concentrado -> incompatível com a vida. Excesso de líquido -> sangue diluído -> acúmulo no interstício -> edema Prevenir edema. É o aumento da excreção do volume urinário e do sódio pela elevação da pressão sanguínea. Um mecanismo potente de controle de volume sanguíneo e de LEC. Quanto maior a PA, maior o débito urinário. – Exceto no crônico, pois vai haver má formação morfológica, diminuído a TFG. Sandy Bispo – 2020.2 Regulam funcionamento de enzimas e outras estruturas. pH sanguíneo compatível com a vida: entre 6,8 e 8 pH normal: entre 7,35 e 7,45. 1) Sistema de tamponamento químico: resposta imediata 2) Sistema respiratório: 2° linha. 3) Sistema renal: Mais potente, dura horas e dias. Os prótons H+ podem entrar no nosso sistema através da dieta (ácidos graxos e AA) ou pelo metabolismo de substâncias. Tampão: substância que se liga reversivelmente com H+. Tampão de bicarbonato Adição de um ácido forte: eliminação de CO2 pela respiração Adição de uma base forte: diminuição da excreção de CO2 pela respiração e aumento da excreção de bicarbonato pela urina. Equação de Henderson-Hasselbalch → Mostra que duas variáveis influenciam o pH: a concentração de CO2 e concentração de bicarbonato. → Rins: regulam bicarbonato → Pulmões: regulam CO2 Tamponamento de fosfato: → Pouco influente → Tamponamento do líquido tubular renal → Tamponamento de líquido intracelular Tamponamento de proteínas: → Tamponamento do LIC devido a sua alta concentração → Hemoglobina se liga à H+. Princípio isoídrico: mudanças no pH do LIC alteram o pH do LEC e visse versa Quanto maior a ventilação maior o Ph. Quimiorreceptores de H+ nas artérias e quimiorreceptores sensíveis à CO2 nos pulmões avisam ao bulbo que comanda os músculos da respiração. O rim pode produzir urina básica ou ácida dependendo do pH. É regulado por 3 mecanismos: 1) Secreção de H+. 2) Reabsorção de bicarbonato → Para cada HCO3 absolvido, um H+ é secretado. → Maior parte da reabsorção ocorre do túbulo proximal. → Íons H+ são secretados no túbulo proximal pelo trocador Na+/H+. → No túbulo distal as células intercaladas fazem a secreção fina de H+. Sandy Bispo – 2020.2 3) Produção de bicarbonato → Vai depender do fosfato e da amônia (ácidos fortes). PaCO2: Marcador respiratório HCO3: Marcador renal 1) Observar se o pH indica acidose ou alcalose 2) Identificar marcadores renais e respiratórios para saber se a origem é renal ou respiratória 3) Escolher variável que concorde com o pH Descompensada ou parcialmente compensada? Aumento de um marcador para compensar o outro (PC) um marcador indiferente à alcalose/acidose do outro, com seus valores normais (D).