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NOME: Ana Luiza Rocha Ramos MATRÍCULA: 20191109124 ATIVIDADE INDIVIDUAL AVALIATIVA - A2 (10 pontos) Discorra* sobre a ideia de que não há sintoma patognomônico** em psicopatologia, exemplificando com quadros clínicos retirados do eixo das síndromes ansiosas e do eixo dos transtornos da personalidade; descreva esses quadros. Utilize para isso APENAS o Capítulo 25 (A personalidade e suas alterações) e o Capítulo 31 (Síndromes ansiosas e síndromes com importante componente de ansiedade) do livro do P. Dalgalarrondo e as exposições e discussões das aulas. * Discorrer: examinar atentamente, analisando (Dicionário Aulete Digital) ** "(...) não existem sinais ou sintomas psicopatológicos específicos de determinado transtorno mental. Isso quer dizer que, de fato, não há sintomas patognomônicos em psicopatologia (...)" DALGALARRONDO, P., p. 83 Atenção: - 1 lauda (página), folha A4, letra tamanho 12, espaço 1,5, sem espaço entre os parágrafos - Não utilizar outros textos para referência além dos citados acima - Caso algum trecho for retirado dos capítulos indicados como citação, colocar entre aspas e indicar a página de onde foi retirado - Escritos, frases, parágrafos e trabalhos copiados da internet serão desconsiderados, bem como trabalhos entregues iguais DATA MÁXIMA DE ENTREGA: 04.12 Os Transtornos de Personalidade (TPs), de acordo com o DSM-5, são definidos pelas seguintes características: surgem no final da infância e adolescência, se estabilizando na vida adulta e tendendo a acompanhar o indivíduo pelo resto da vida; estão relacionados a vários aspectos da vida e da experiência (ex: afetividade, expressão emocional e comportamento); apresentam um padrão de comportamento mal adaptativo, produzindo uma série de dificuldades para o indivíduo e/ou para as pessoas que ele convive; não estão relacionados diretamente a um transtorno psiquiátrico ou uma lesão cerebral evidente; o Trantorno de Personalidade leva a diferentes graus de sofrimento (ex: solidão, sensação de fracasso pessoal e dificuldades nos relacionamentos); o TP contribui para pior desempenho ocupacional (no trabalho, estudos, etc) e social (com amigos, familiares, relações afetivas, etc). Mas esse desempenho deficiente não é uma regra. Eles são divididos em três grupos: a) padrão: esquisitos e/ou desconfiados; b) padrão: instáveis e/ou manipuladores e/ou centro das atenções; e c) padrão: ansiosos e/ou controlados-controladores. Já as síndromes ansiosas são divididas em duas grandes categorias: as “puras” e as “quase puras”. As síndromes ansiosas puras são subdivididas em dois grandes grupos: quadros onde a ansiedade é constante e permanente (ansiedade generalizada, livre e flutuante) e quadros onde há crises de ansiedade abruptas e mais ou menos intensas (crise de pânico e transtorno de pânico). As síndromes “quase puras” ou síndromes com importante componente de ansiedade são subdivididas em: fobias e ansiedade social, dissociações, conversões, somatizações, transtorno de estresse pós-traumático e transtornos obsessivo-compulsivos. Segundo Paulo Dalgalarrondo (2019), não há sintoma patognomônico em psicopatologia, ou seja, não há um sintoma que através de sua presença indique uma patologia/transtorno/síndrome. Isso ocorre, pois um sintoma pode aparecer em mais de um quadro psicopatológico. Por exemplo, todos os quadros de transtornos fóbicos, tem como sintoma um medo intenso, irracionais e desproporcionais, desencadeados por algo, mudando apenas o objeto ou situação que vai desencadeá-lo. Nas síndromes ansiosas puras, o transtorno de ansiedade generalizada (TAG) e o transtorno de pânico (quando há ataques de pânico de forma repetitiva) compartilham entre si alguns sintomas, por exemplo, sintomas físicos como: cefaleias, dores musculares, dores ou queimação no estômago, taquicardia, tontura, formigamento e sudorese fria. Os transtornos de personalidade também compartilham sintomas entre si, por exemplo, Dalgalarrondo (2019) diz que, na maioria das vezes, é muito difícil diferenciar o TP esquizoide do TP esquizotípico, pois seus sintomas são parecidos, nos dois transtornos há a ausência de amigos íntimos por exemplo.