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Osteoartrite

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Osteoartrite 
Epidemiologia Etiopatogênese Quadro clinico Exames Tratamento 
Incomum em adultos 
<40 anos, muito 
comum em >60 anos, 
mais prevalente em 
mulheres. 
 
Falência articular, aumento da espessura e esclerose 
da placa óssea subcondral, crescimento excessivo de 
osteófitos nas margens articulares, distensão da 
cápsula articular, sinovite discreta em varias 
articulações e fraqueza muscular. 
Forma pequenas rachaduras/fissuras nas 
articulações, através de enzimas proteolíticas que 
estimulam os osteoblastos a produzir osso. 
1. Fibrilação/condromalácia – por vezes 
assintomática. 
2. Fragmentação – início dos sintomas. 
3. Anquilose – incapacidade. 
Fatores de risco: idade, genética, obesidade, uso 
repetido da articulação. 
Perda da cartilagem 
(perda do espaço 
articular nas 
radiografias), 
osteófitos. 
Dor articular, com 
incapacitação. 
Rigidez pre-
cinética, rigidez 
matinal <30 min. 
Alargamento ósseo 
Limitação da 
amplitude do 
movimento 
Crepitação fina 
(“areia entre os 
ossos”), crepitações 
grossas TRACK. 
Nódulos de 
Heberlen – 
osteófitos IFD 
Nódulos de 
Burchard – 
osteófitos nas IFP 
Joanete, hálux 
valgo. 
O que 
procurar no 
exame 
radiológico? 
Cistos ósseos 
Esclerose do 
osso 
subcondral 
Osteófitos 
 
Não farmacológico: 
 
Educação do paciente, 
perda de peso, 
exercícios, fisioterapia, 
órteses, acupuntura. 
 
Farmacológico: 
 
Paracetamol – dores 
AINES – apenas na 
crise inflmatoria por 
conta dos efeitos 
colaterais, uso tópico é 
uma boa escolha. 
Corticoides – injeções, 
uso oral quando o AINE 
não é bem tolerado pelo 
paciente.

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