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FILO MOLLUSCA Uma característica que engloba TODOS os representantes do filo é a presença de um MANTO, fazendo que seu corpo apresente um aspecto mais MOLE. Dentre os moluscas se encontram as classes: APLACOPHORA, POLYPLACOPHORA, MONOPLACOPHORA, GASTROPODA, CEPHALOPODA, BIVALVIA E SCAPHOPODA. CLASSE APLACOPHORA Representados por animais VERMIFORMES. São encontrados em fundos ou em corais hidróides. 200 a 3.000m. São pequenos, a maioria apresenta 5mm do tamanho do corpo. Por apresentar o corpo de vermiforme, esses animais não apresentam uma cabeça bem definida. A principal característica desses animais é apresentar o corpo vermiforme, manto (na região da parede dorsal do corpo) além do corpo desse animal apresentar uma cutícula com espiculas calcaria que são de carbonato de cálcio. Apresenta à região onde possuem o pé (SULCO PEDIOSO) responsável para a locomoção, essa região do sulco possui cílios, o movimento é de pregas longitudinais e ação ciliar. Dentro dessa classe se tem os representantes: QUETODERMOMORFOS: apresentam um escudo oral. NEOMENIOMORFOS: apresentam fossetas sensoriais (tanta na região da boca quanto na região posterior), são apresentados por possuir sulco pedioso. CLASSE POLYPLACOPHORA = MUITAS CONCHAS Representados pelos: QUITONS Animais de tamanho pequeno, mas podem apresentar de 3 mm a 40cm. Esses animais estão localizados principalmente em substrato mais rígido, como rochas principalmente, eles se predem no substrato duro para se proteger. Movimentos lentos, passando a vida presos/ encrustados a essa região do costão rochoso. Esses animais possuem uma caracteristicas de camuflagem, uma vez que, quando se prendem ao substrato se camuflam. Dentre os quitons, eles apresentam a característica de dispor de um MANTO (CINTURÃO) na região dorsal. Além disso, na região dorsal eles apresentam oito placas chamadas de 8 placas ou 8 conchas, onde são ligadas umas as outras atraves de uma apófise (é como se ela tivesse uma asa e, essa asa, conecta a placa anterior fazendo com que aja essas conchas sobrepostas) onde auxilia na FLEXIBILIDADE PARA O ANIMAL NO MOMENTO DA MOVIMENTAÇÃO, podendo ate contorcer o corpo. Na região ventral é observado um pé desenvolvido e achatado, onde esse por sua vez, faz com que o animal se prenda ao costão rochoso. Na região anterior = abertura da boca. Na região posterior = abertura do ânus. Entre o pé e a região do manto existe um SULCO e nessa região são observadas as BRÂNQUIAS nesses animais, além da abertura do NEFRIDIÓPORO, onde se tem a abertura do órgão excretor que são os nefrídeos. CLASSE MONOPLACOPHORA Apenas UMA concha. Registrado apenas vinte espécies. Habitam profundidades de dois mil a sete mil metros. Apresentam uma concha simples e simétrica em forma de chapéu e na sua parte dorsal é observado um pé achatado e bem desenvolvido. Também possuem a região anterior da boca e a região posterior do ânus. Como foi mencionado anteriormente dos POLYPLACOPHORA, esses animais também possuem a região do SULCO PALIAL que é o que separa a região do pé da região do manto, onde é nessa região do sulco que é observado BRÂNQUIAS E NEFRIDIOS. Os monoplacophoros apresentam uma REPETIÇÃO CILIADA DE ÓRGÃOS, ou seja, do mesmo lado que se observa uma região de brânquias também é observado do outro lado. Por isso eles dispõem de uma característica mais simétrica. CLASSE SCAPHOPODA Eles apresentam uma concha tubular ou em forma de dente; São comumente chamados de DENTES DE ELEFANTES; São localizados em ambientes MARINHOS e são escavadores. Por apresentarem um formato ALONGADO é observado no eixo ANTERIOR um orifício menor e no eixo POSTERIOR um orifício maior, esses animais escavam o sedimento mole atraves do seu pé, onde é um pé bem desenvolvido em forma de espátula. Além de ter forma de ancora para se fixar no sedimento mole. O orifício anterior e menor fica em contato com agua, permitindo que agua penetre o corpo do animal atraves desse orifício indo ate à região posterior próximo a região dos pés e dos tentáculos. Quando água passa por esse canal ela passa em contato com o MANTO, ocorrendo as trocas gasosas atraves desse manto, por DIFUSÃO, uma vez que esses animais NÃO apresentam brânquias. CLASSE GASTROPODA Representada por animais bem conhecidos como: CARACOL, CARAMUJO, LESMA DO MAR E LESMA TERRESTRE. Eles apresentam em comum: o pé (poda) na região gástrica. Principal característica: corpo dividido em: CABEÇA, PÉ E CONCHA. A cabeça é desenvolvida possuindo estruturas sensoriais e a região da boca. A região do pé: é um pé bem achato e ciliar (assim como nos MONOPLACOPHORA E POLYPLACOPHORA) Apresentam também apenas por UMA concha, sendo essa concha diferente da concha dos monoplacophora, é uma concha espiralada. Entretanto nem todos os gastropodas possuem conchas. ORIGEM E EVOLUÇÃO DO PLANO CORPOREO DOS GASTRÓPODES: É importante mencionar que dentro dos gastropodas ouve uma evolução do seu plano corpóreo. É sabido que eles surgiram dos MONOPLACOPHORA, porém houve uma mudança corporal onde eles acabaram se diferenciando. QUAIS FORAM ESSAS MUDANÇAS? Alongamento da concha e massa visceral. Enrolamento planispiral da concha e da massa visceral, ocorrendo a TORÇÃO. E após isso, houve um enrolamento conispiral e assimétrico. Independente se o animal apresenta concha ou não ele possui o enrolamento na região interna do corpo e quando ele possuir concha vai haver esse enrolamento na concha também. ALONGAMENTO DA CONCHA E DA MASSA VÍSCERAL São animais semelhantes aos monoplacophora, sendo assim, irão apresentar uma abertura maior na região ventral onde a concha é mais baixa, ou seja, o animal fica totalmente exposto no substrato se protegendo. Como se pode observar na imagem abaixo houve um alongamento da concha e um alongamento da massa visceral e quando houve esse alongamento, a abertura ventral foi diminuindo, ocasionando em uma abertura menor. O alongamento da concha e da massa visceral proporciona o animal a ficar totalmente dentro da concha, como os caramujos e caracóis, com o intuito de se protegerem. A SEGUNDA ETAPA DA EVOLUÇÃO: PROCESSO EVOLUTIVO ENROLAMENTO PLANISPIRAL No momento que houve o alongamento da concha e o alongamento da massa visceral, essa concha enrolou para a região anterior sobre a cabeça ou se enrolou para a região posterior sobre os pés. Ocorrendo assim a torção, que seria: um giro de 180° graus no sentindo anti- horário da massa visceral, concha, manto e cavidade do manto em relação a cabeça e ao pé. O que isso modificou no corpo dos gastrópodes? O gastrópode possui uma boca na região anterior e o ânus na região posterior, tendo uma diferenciação do que seria região posterior e região anterior. Com a torção houve a torção tanto da concha quanto de alguma outra parte do corpo do animal, como os tratos digestivos e os nervos , ocorreu essa torção. A TORÇÃO É VERIFICADA COM FACILIDADE NA REGIÃO DO SISTEMA DIGESTORIO. ONDE A PARTE DA ABERTURA DO ÂNUS FICA MUITO PROXIMA A ABERTURA DA BOCA. CABEÇA, PÉ, PARTES VÍSCERAIS E O MANTO NÃO SOFREM A TORÇÃO. APENAS AS PARTES DO TRATO DIGESTORIOS E DOS NERVOS. PROCESSO EVOLUTIVO CONISPIRAL ASSIMÉTRICO Antes da torção e todos os processos, eles apresentavam uma concha conispiral onde cada volta repousa por fora da procedente, ou seja, as voltas das conchas eram viradas paras as partes posteriores e anteriores dificultando a movimentação do animal, não tem uma firmeza da concha ocasionando em que o animal não consiga equilibrar a concha. Já com o conispiral assimétrico, assim como aquelas observadas nas conchas de gastrópodes,cada volta situa-se de baixo da volta procedente, ou seja, se tem uma volta maior uma volta menor em cima e logo em seguida a outra vai diminuindo até chegar em seu ápice e, internamente, ela é uma região mais compactada onde o corpo do animal acaba se desenvolvido e enrolado dentro da concha. Além disso, o animal se protege dentro da concha, quando ele se sente ameaçado ele entra na concha fechando a abertura bem rígida, denominada como opérculo. PROCESSO DA TORÇÃO: O processo da torção ocorreu para uma grande melhora da atividade desse animal. Na primeira imagem é possível perceber que não se tem a torção. Na parte anterior se tem a abertura da boca, o sistema digestório percorre o corpo e a abertura dos anus fica na região posterior, região que está localizado a cavidade do manto, e é nessa cavidade do ânus, que se tem abertura do ânus e também as estruturas em relação às trocas gasosas. Já na segunda imagem, com a torção, é possível analisar a abertura da boca, o sistema digestório torcido e a região da abertura do ânus muito próxima a abertura da boca onde se tem a cavidade do manto, localizado também na região anterior. A diferença da torção, ou seja, o que melhorou para esse animal com essa torção foi na movimentação. Se o animal tem o movimento unidirecional, a água ou ar passa pela região anterior (boca) e quando ela chega à região posterior (anus, onde é localizado também o manto) essa água circula com dificuldades, uma vez que, está com fluxo contrario. Com a torção, as estruturas passaram a ficar, em especial, na região anterior, e quando o fluxo da agua percorre essa região, ela já bate na região do manto ocasionando com que haja trocas gasosas e, com isso, com a água vindo na mesma direção do animal faz com haja a limpeza constante da região da cavidade do manto. Houve um conflito entre saneamento e ventilação uma vez que, melhorou a parte da ventilação, mas se tem agora o ânus na parte da cabeça, ou seja, a parte do saneamento é prejudicada, onde toda a sujeira toda é caída na cabeça do animal onde esta localizada a boca. NUTRIÇÃO Possuem boca, na cavidade bucal apresentam uma rádula, além de possuírem; esôfago, estomago, intestino, reto e ânus. Mas em relação a estrutura: houve uma torção no estomago, uma vez que, os gastropodas tem o sistema digestório e a concha torcida. SISTEMA SENSORIAL: A CABEÇA DOS GASTROPODES É BEM DESENVOLVIDA. Possuem dois pares de tentáculos. : QUIMIORRECEPTORES TENTÁCULOS SENSORIAIS : APRESENTAM OS OLHOS NA PONTA. TENTÁCULOS CEFÁLICOS Os olhos dos gastrópodes são bem desenvolvidos, possuem lente e retina. Eles enxergam formas ou até mesmo cores. Eles possuem os OSFRÁDIOS, que é um órgão sensorial localizado na cavidade do manto, onde é quimiosensorial/quimiorreceptor que detecta sedimento ou sujeira. Possuem também os ESTATOCÍSTOS, que também é um órgão sensorial, localizado no pé, onde eles dão equilibro para os animais na movimentação e natação (no caso de lesma do mar) CLASSE CEPHALOPODA = CABEÇA PROXIMA AO PÉ. Quem são esses animais? LULAS, POLVOS, SÉPIAS E NÁUTILUS. Característica principal: os pés foram modificados em estruturas perto da região da cabeça chamados de BRAÇOS ORAIS, em alguns casos também apresentam tentáculos que estão localizados em volta da região da cabeça. Animais que apresentam maiores tamanhos em relação a outros invertebrados Habitam: região costeira e também regiões marinhas. Esses animais apresentam uma concha (quando presente) que auxilia na FLUTUABILIDADE, onde é uma concha mais leve e flexível, auxiliando na flutuabilidade, uma vez que os moluscos possuem a capacidade de natação, exceto o polvo. No caso do náutilos e a lula são animais PELÁGICOS, isto é, animais que vivem na região entre o fundo e superfície da agua, tendo a capacidade de natação. No caso do Náutilos: apresentam uma concha externa e espiralada; por possuir essa concha externa e ter a capacidade de natação, o que faz com que ele nade é que essa concha tem a parte da região da câmara corporal, onde vai estar o corpo do náutilos e na região da concha que tem a parte espiralada, ela não possui a parte orgânica do corpo, chamada de região da câmara da concha, gases na câmera da concha. Quando o animal está nadando e quer ir para a parte de cima, ele enche essa parte da concha de ar para a concha ficar mais leve, flutuar e subir. E para ele descer, ele enche a câmara de gás de água para a concha ficar mais pesada e, assim descer. A lula: apresenta uma concha interna, transparente e fina Polvo: perde a concha. REGIÕES DO CORPO Nos cefalópode, como dito anteriormente, eles dispõe dos braços orais na região da cabeça em volta da boca. Os pés que foram modificados em braços orais ou em tentáculos (no caso da lula, ela possui um par de tentáculos) E a região da massa visceral, parte do corpo do animal onde possui a massa visceral. A parte do manto que cobre o corpo do animal. E a região da cavidade do manto, localizado as brânquias. A região da cabeça anterior possuindo: a parte da boca, cavidade bucal, rádula e cérebro (sistema nervoso desenvolvido, apresentando um gânglio maior) Região do pé: preênsiveis e móveis, isto é, apresentam as ventosas no braços orais, além de terem na cavidade do manto os sifões: INALANTES (entra a agua) e os EXALANTES (sai a água). ALIMETAÇÃO Esses animais são carnívoros, os braços orais (pés) estão em volta da região da boca, onde estão localizados também os olhos. No caso dos NAUTILUS, eles possuem 90 braços ao redor da região da boca e, esses braços, NÃO apresentam ventosas, mas apresentam estruturas adesivas para segurar a presa no momento da captura. LULAS: apresentam 8 braços orais, que APRESENTAM ventosas onde tais ventosas dispõe de pedúnculos, isto é, ela não está grudada diretamente nos braços. Na ventosa elas possuem um anel de quitina que forma uma espécie de dentes, onde quando ela for capturar a presa, ela consegue maior fixação. Além disso, a lula apresentam também DOIS TENTÁCULOS, onde são mais desenvolvidos do que os braços orais e, se diferenciam por serem mais alongados além de que os tentáculos só apresentam ventosas na ponta (os braços orais eles possuem ventosas por toda a parte) AS VENTOSAS DA LULA SÃO PENDUCULARES. POLVO: apresenta 8 braços orais e não possui tentáculos. Possui ventosas em todo o braço oral, duas ventosas em cada braço oral (enquanto que na lula é somente uma) não possuem pedúnculos, as ventosas estão ligadas diretamente ao braço oral. Apresentam a região da cabeça bem desenvolvida. : para se OS CEPHALOPODES APRESENTAM GLÂNDULAS DA TINTA protegerem e fugir de predadores esses animais vão se movimentar, possuindo o movimento de JATO DE PROPULSÃO e, no momento que ele movimentar, ele libera uma nuvem escura que é a tinta produzida por eles. Esses animais possuem a região da glândula de tinta, onde ela produz a tinta (cores escuros) que conecta ao ducto libera a tinta na região da cavidade do manto. Como acontece? Quando esse animal se sente ameaçado ele libera na cavidade do manto e, por jato de propulsão, o animal aperta essa cavidade do manto, uma vez que ela está cheia de água e nesse momento misturada com a tinta, quando ele aperta essa agua sai com força, auxiliando para que o animal sai com impulsos, por meio desse jato, liberando a tinta na água. TRANSPORTE INTERNO: Os cefalópodes apresentam sistema circulatório fechado, a partir disso, todos os outros moluscos apresentam sistema circulatório aberto. Como seria esse sistema circulatório fechado? O SANGUE É CONECTADO NESSES CANAIS QUE SÃO: ARTERIAS, VEIAS E CAPILARES E VASOS SANGUINEOS. QUANDO O SANGUE PASSA POR TODOS OS ESSES CANAIS E, EMESPECIAL, OS CAPILARES, UMA VEZ QUE SÃO MAIS FINOS, ELE EM CONTATO COM O ÓRGÃO FAZ AS TROCAS POR DIFUSÃO. No coração sistêmico é bombeado o sangue para a aorta levando esse sangue para os capilares que em contato com os órgãos ele oxigena os órgãos. Além disso, o sangue que não está oxigenado sai dos órgãos e passa pelas veias chegando ate as brânquias. E, nesse momento onde é levado para as brânquias, onde esses animais possuem um par de brânquias e quando ele vai a contato com as brânquias ele passa por uma estrutura chamada de coração branquial, que serve para dar força e bombear o sangue quem vem dos capilares e, assim, impulsionar esse sangue para as brânquias propriamente dita. Esse sangue que vai até as brânquias não oxigenadas, passa pelo coração branquial impulsionado então passa pelas brânquias, onde é nas brânquias que ele será oxigenado, após passar pelas brânquias e ser oxigenado o sangue chega ate os vasos, retornando para o coração sistêmico. SISTEMA NERVOSO Mais desenvolvido, por muitas vezes é comparado com o sistema nervoso dos vertebrados. Apresentam gânglios cerebrais maiores, protegidos pelo crânio. Apresentam vários gânglios que são conexões de varias células nervosas. Formando os: gânglios pediosos, gânglios pleurovisceral, gânglio estrelar entre outros. Onde cada gânglio se conecta com uma parte do corpo para ter uma resposta ao ambiente mais rápida do corpo. ÓRGÃOS SENSORIAIS Possuem olhos desenvolvidos, semelhantes aos olhos dos peixes. Possuem lentes, córnea, retina e íris, ou seja, é um olho bem desenvolvido. Os únicos que não apresentam os olho muito desenvolvido são os nautilóides onde nem apresentam as lentes. As lulas, principalmente, apresentam LINHAS EPIDÉRMICAS, onde se vê muito em peixes, onde eles apresentam aquelas linhas que têm no corpo todo do animal, para que ele possa detectar a parte térmica ou as vibrações da agua. Desse modo, as lula também têm essa linha epidérmica Possuem também os ESTATOCISTOS, que são bem desenvolvidos, auxiliando no equilíbrio do animal e, também, na detecção gravitacional desses animais. CLASSE BIVALVIA = duas valvas Apresentam duas conchas. Entre esses animais se tem: mexilhões, ostras, vieiras e etc. Habitat: ambientes marinhos e de agua doce, normalmente são encontrados em sedimentos finos ou em sedimentos moles (como nas praias) ou em costões rochosos. PLANO CORPORAL DOS MOLUSOS É MODIFICADO NOS BIVALVIAS Não possuem cabeça desenvolvida; Corpo alongado, como se fosse achatado comprimido lateralmente; Por muitas vezes são observadas sifões nesses animais sifão inalante, isto é, sifão que entra água e percorre internamente no corpo do animal. E o sifão exalante, isto é, a água sai do corpo desse animal. E na região posterior (quando presente) apresentam um pé que pode ser bem desenvolvidos. SUCINTAMENTE, SUAS CARACTERISTICAS BÁSICAS SÃO: Apresentam duas valvas Cabeça reduzida, sem apêndices sensoriais e não possui rádula. São animais FILTRADORES Pé é lateralmente comprimido e dirigido para frente. Concha é composta de duas valvas articulares dorsalmente. ESSES ANIMAIS ESTÃO ADAPTADOS PARA SEREM SEDENTARIOS E SE ENTERRAM AOS SUBTRATOS MOLES. Os animais enterrados são aqueles chamados de INFAUNA: são os escavadores de fundos moles. Possuem o sifão (para terem contato com a parte da agua) e o pé (em forma de espátula para auxiliarem na fixação) bem desenvolvido. Os animais EPIFAUNA, isto é, podem ficar e cima do substrato, podendo ser sésseis precisa de uma estrutura para se fixar, no caso dos mexilhões, eles apresentam uma estrutura em forma de raiz, que se fixa ao substrato, essa estrutura é denominada como BISSO. ESTRUTURA DO CORPO DOS BIVALVIAS: Abaixo do manto se tem duas voltas (parte em branco) e a parte cinza é a parte do manto onde cobre internamente a concha e, interno a esse manto, se encontra a massa visceral. Quando se observa os mantos, percebe-se que em sua ponta é dividido em três lobos, onde esses lobos ou pregas são sensoriais, que auxilia nas partes: , ajudando o animal se a proteger, quimiorreceptora e mecanorreceptora uma vez que, quando o animal detecta perigo a parte mecanorreceptora faz com que o animal feche a concha para se proteger. Estrutura do corpo: CONCHA EQUIVALVE E INEQUIVALVE (podem ser as duas conchas iguais ou as duas conchas diferentes) Todos os bivalves apresentam as duas conchas, onde ela possui os ligamentos entre uma concha e outra, para auxiliar no movimento de abrir e fechar. Esse ligamento está localizado na região chamada de: CHARNEIRA. Sendo assim, os animais que possuem essa charneira, possuem a charneira propriamente dita com o ligamento ou até mesmo nessa charneira pode haver dentes que ajudam os animais ficarem com as conchas totalmente fechadas. Na parte dorsal, é observada uma pontinha da concha, onde essa pontinha é chamada de UMBO, onde que é partir dele que são analisadas as linhas de crescimento. Além disso, os bivalves apresentam músculos que são chamados de: MÚSCULOS ADUTORES, onde fazem o ligamento de uma concha para outra para poder ter a flexibilidade de abrir e fechar a concha com rapidez e fechar de uma forma que eles fiquem bem protegido e bem firme. Quando se encontrar uma concha na praia, independente se estiver o animal ou não na concha, é observado certas estruturas do animal, uma vez que deixa cicatriz. NUTRIÇÃO Assim como todos os moluscos, os bivalves apresentam: boca, esôfago, cecos digestivos e estômago (apresentando estilete), intestino e a região do reto e a abertura do ânus na cavidade do manto. Sistema digestório completo. Esses animais podem usar as brânquias para auxiliar na captura dos alimentos, uma vez que, eles não têm estrutura para capturar. Sendo são animais filtradores, então a agua que entra pelo sifão inalante, passando pela cavidade do manto onde estão localizadas as brânquias, que podem ajudar a capturar a levar certos materiais orgânicos pela boca e, descartar materiais inorgânicos pelo sifão exalante. Na imagem acima são notadas diferenças entre os grupos de bivalvias em relação à alimentação. PROTOBRÂNQUIOS: mais simples. LAMELIOBRÂNQUIOS: intermediários SEPTIBRÂNQUIOS: mais desenvolvidos. Os protebrânquios apresentam UM tentáculo do palpo e o palpo, é uma estrutura pequena, que auxilia na captura do alimento atraves do palpo. O palpo é responsável por selecionar toda a parte orgânica e inorgânica, o que for orgânico os cílios empurra para a região da boca e o inorgânico é jogado para fora do sifão. Os lamelibrânquios: quem seleciona os alimentos orgânicos e inorgânicos são as brânquias, possuem uma brânquia muito desenvolvida e grande. Quando a água entra pelo sifão inalante e passa pela região da brânquia a agua vem com partes orgânica e inorgânica, onde a parte orgânica é levada para a região da boca e a parte inorgânica é levada para do sifão. Septibrânquios: apresentam os dois sifões, onde o sifão inalante é mais desenvolvido e apresenta função de sugador, que suga micro-organismos levando para a região do sifão inalante e logo após é levado para a boca.