NEOPLASIAS_DO_OVARIO PRONTO

NEOPLASIAS_DO_OVARIO PRONTO


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d. Tumor de células lipídicas
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Classificação das neoplasias de ovário
IV. NEOPLASIAS DERIVADAS DO MESÊNQUIMA NÃO-ESPECÍFICO 
a. Fibroma, hemangioma, leiomioma, . lipoma 
b. Linfoma 
c. Sarcoma
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Classificação das neoplasias de ovário
V. NEOPLASIAS METASTÁTICAS AO OVÁRIO
a. Trato gastrintestinal (Krukemberg) 
b. Mama 
c. Endométrio 
d. Linfoma
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Neoplasias originárias do epitélio celômico
Constituem 65% de todas as neoplasias ovarianas e 85%, se consideradas somente as lesões malignas.
Os tumores epiteliais parecem surgir a partir do epitélio celômico de revestimento ovariano e estroma adjacente.
O epitélio celômico sofre alterações metaplásicas, ou seja, o epitélio maduro passa a epitélio fetal, totipotencial.
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Neoplasias originárias do epitélio celômico
Quando ocorre estimulação neoplásica, esse epitélio totipotencial se diferencia, em:
epitélio tubário, originando os tumores serosos (50%); 
epitélio endometrial, originando os tumores endometrióides (15%); 
epitélio endocervical originando os tumores mucinosos (10%); 
epitélio endometrial durante a gestação, originando os tumores de células claras (5%);
epitélio urotelial, responsável pelos tumores de Brenner.
20% dos tumores epiteliais são indiferenciados.
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Neoplasias originárias do epitélio celômico
Os tumores epiteliais podem ser classificados em:
Benignos;
Malignos;
Limítrofes ou Borderline.
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Neoplasias originárias do epitélio celômico
Benignos:
Cistoadenoma seroso;
Cistoadenoma mucinoso;
Tumor de Brenner.
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Neoplasias originárias do epitélio celômico
Malignos:
Cistoadenocarcinoma seroso;
Cistoadenocarcinoma mucinoso; 
Carcinoma endometrióide;
Carcinoma de células claras.
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Neoplasias originárias do epitélio celômico
Limítrofes ou Borderline: 
O seu comportamento biológico e o seu aspecto histológico os coloca entre os tumores benignos e os malignos.
Correspondem por 15% dos tumores epiteliais, sendo a maioria serosos ou mucinosos.
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Neoplasias originárias do epitélio celômico
Limítrofes ou Borderline:
Podem metastatizar para linfonodos, mas metástases hematôgenicas são raras.
O risco de progressão para adenocarcinoma é de 1,5 a 2%.
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Neoplasias originárias das células germinativas
20 a 25% de todos os tumores ovarianos
Ocorrem principalmente em mulheres jovens (crianças e adolescentes)
Origem: 
das camadas embrionárias (ectoderma, mesoderma, endoderma)
de elementos extraembrionários (saco vitelino e trofoblasto)
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Neoplasias originárias das células germinativas
Tipos histológicos:
Benignos: teratomas
Malignos: disgerminomas
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Neoplasias originárias do estroma gonadal especializado
5% dos tumores ovarianos
Origem: células estromais e sexuais das gônadas embriônicas
Poderão ser hormonalmente ativas, levando a quadros de pseudopuberdade precoce ou de completa virilização
Tendem a ser de baixo grau de malignidade
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Neoplasias originárias do estroma gonadal especializado
Tipos histológicos:
Benigno: tecoma, fibroma
Maligno: tumor de células da granulosa
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NEOPLASIAS DO OVÁRIO
* NEOPLASIAS OVARIANAS NÃO EPITELIAIS
\uf0aesão raros comparados aos tu epitelias, representando cerca de 10%
\uf0aeIncluem tu que se originam de cel germinativas e nas cél. do estroma do cordão sexual, tu metastáticos e outros como sarcomas,tu de cél. lipóides.
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Neoplasias das células germinativas
1.Disgerminoma
2.Teratoma
-Imaturo
-Maduro
-Sólido
-Cístico ou Cisto Dermóde
-Monodérmico ou altamente especializado: Struma ovarii, carcinóide
-Neoplasia maligna secundária em teratoma maduro ou cístico
Classificação da OMS
3.Tumor do seio endodérmico
4.Carcinoma embrionário
5.Coriocarcinoma
6.Gonadoblastoma 
7.Tumores mistos
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NEOPLASIAS DO OVÁRIO
Os tu de cél. germinativas constituem o segundo grupo mais frequente de neoplasias ovarianas.
O disgerminoma é a lesão maligna mais comum, seguido dos teratomas imaturos e tumores do seio endodérmico.
Acometem mulheres jovens com idade média de 16 a 20 anos. 75% terão doença em estádio I no diagnóstico.
Os marcadores séricos como alfa-fetoproteína, gonadotrofina coriônica, e o CA-125, podem estar elevados nesses tumores e podem ser úteis no diagnóstico e monitorização pós tratamento.
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NEOPLASIAS DO OVÁRIO
	*DISGERMINOMA
	É um tumor de crescimento rápido, que pode causar sintomas compressivos e quadro de abdome agudo, secundário à sua ruptura ou torção de seu pedículo vascular.
	Cerca de 2/3 são diagnosticados no estádio Ia e a salpingooferectomia unilateral, com preservação do útero e ovário contralateral é o tto apropriado.
	É recomendado biópsia do ovário contralateral pelo não desprezível índice de bilateralidade (10-15%).
	A citorredução está indicada em doença além do ovário.
	É cada vez mais frequente a opção por cirurgia consevadora mesmo em estádios mais avançados devido aos resultados satisfatórios da poliquimioterapia; a RTX é considerada segunda linha no tto.
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NEOPLASIAS DO OVÁRIO
* TERATOMA MADURO
 Mais comum tumor benigno germinativo.
Ocorre durante idade reprodutiva e tem risco de malignização quando diagnosticado em paciente pós-menopausica.
Geralmenta é assintomático, podendo causar dor abdominal quando ocorre ruptura e extravazamento do seu conteúdo para a cavidade.
Tto: cistectomia ou ooforectomia unilateral, sem necessidade de avaliação histológica do ovário contralateral ( se o exame de congelação acusar tumor maduro ou benigno).
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NEOPLASIAS DO OVÁRIO
* TERATOMA IMATURO
Segunda neoplasia maligna germinativa mais comum.
Normalmente unilateral.
O grau de maturação dos elementos tumorais é de fundamental importância na avaliação prognóstica dessa lesão; qto maior for o grau, maior será o potncial metastático e pior será o prognóstico.
Tto: lesão única envolve salpingooferectomia unilateral e estadiamento da cavidade, com preservação do ovário e e útero contralateral. QTX adjuvante nos casos de doença além do ovário.
Taxas de sobrevida elevadas devido á eficácia do tto QTX. 
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NEOPLASIAS DO OVÁRIO
* TUMOR DO SEIO ENDODÉRMICO
Terceiro grupo de tumores malignos germinativos em frequência.
Ocorre em pacientes adolescentes e é unilateral em quase 100% dos casos. 
É entre os tu germinativos malignos o de pior prognóstico.
Alfa-fetoproteína é útil na monitorização do tto.
todas as pacientes necessitam de QTX adjuvante.
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NEOPLASIAS DO OVÁRIO
* TUMOR MISTO DE CÉLULAS GERMINATIVAS 
É a lesão resultante da combinação de dois ou mais dos tumores malignos vistos acima.
Tto: cirurgia e poliquimioterapia.
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NEOPLASIAS DO OVÁRIO
* GONADOBLASTOMA
É um tumor misto constituído por elementos germinativos e do cordão sexual
Prognóstico excelente quando for de gonadoblastoma puro.
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NEOPLASIAS DO OVÁRIO
	* NEOPLASIAS DO CORDÃO SEXUAL
Classificação da OMS:
Tumores da célula da granulosa-estroma
	-Tumor da granulosa
	-Tumor do grupo tecoma-fibroma
Androblastoma-tu das cel de Sertoli-Leidig:
	-Bem diferenciado: tumor das células de Sertoli, tumor de Leidig e tumor misto
	-Moderadamente diferenciado
	-Pouco diferenciado 
	-Com elementos heterólogos.
Gigandroblastoma
Não classificados
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NEOPLASIAS DO OVÁRIO
* TUMORES METASTÁTICOS
Em geral são tumores de mama, endométrio e adenocarcinoma de colo.
O tumor de Krukenberg deve ser reservado a um tipo histológico especial por possuir características clínicas próprias. A maioria é metástase de tumor gástrico mas podem originar-se de mama e intestino. Geralmente bilaterais. Prognóstico reservado.
* OUTROS TUMORES
 Tumores derivados do mesênquima, benignos ou malignos podem ocorrer primariamente no ovário como: fibromas, hemangiomas, sarcomas e linfomas.
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NEOPLASIAS DO OVÁRIO
ESTADIAMENTO:
Importância no planejamento do acompanhamento;
Importância na escolha do tipo de tratamento;
Importância na estimativa do prognóstico;
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NEOPLASIAS DO OVÁRIO
COMO ?
Laparotomia exploradora.